A importância do equilíbrio na vida financeira

A importância do equilíbrio na vida financeiraAssistir a um bom programa sempre é interessante. E tive uma grata surpresa ao assistir ao Globo Repórter, que tratou do tema “educação financeira”. Confesso que nunca gostei muito da abordagem da maioria dos programas sobre o assunto, mas dei mais uma chance e não me arrependi.

Os casos apresentados foram muito interessantes e até divertidos. Já os educadores financeiros deixaram a desejar. Talvez pela edição do programa, que não focou no que era importante ou pelo curto tempo dedicado aos educadores.

Entretanto, na minha opinião, o Globo Repórter pecou num ponto bastante relevante: equilíbrio. Todos os casos apresentados basearam-se nos opostos: ou o indivíduo só poupava ou só gastava. E o meio termo, nesse caso, é a relação mais saudável que existe para a vida financeira.

Valorize seu trabalho através do seu dinheiro

O caso mais interessante do programa foi apresentado logo no primeiro bloco: a faxineira que poupou dinheiro e conseguiu comprar um apartamento de 155 metros quadrados com vista para o mar.

Ela definiu como objetivo financeiro principal a construção de um bom patrimônio e se esforçou a vida inteira para isso. Para trabalhar, sempre ia andando. Nunca teve carro ou mesmo pegou ônibus.

Para fazer 14 faxinas por semana, era preciso ser eficiente e aproveitar cada minuto para fazer o trabalho bem feito e conclui-lo o quanto antes, para conseguir fazer a faxina seguinte.

No final das contas, alcançou seu objetivo: comprou um ótimo apartamento, já se aposentou e ainda vive da renda do aluguel de outro apartamento e de algumas aplicações.

Lições muito valiosas

Desse exemplo, é possível tirar algumas lições muito bacanas, a saber:

  1. Quando se tem foco e disciplina, é possível conquistar o que quiser.
  2. Quanto menos tempo se perde, mais tempo temos disponível para produzir (parece óbvio, mas poucos conseguem enxergar o quanto deixamos de ganhar com o tempo que perdemos).
  3. Sempre que possível, compre à vista. Os descontos valem a pena.
  4. Faça bom uso do seu dinheiro (“Você vai trabalhar, acha seu trabalho tão pesado e aí você gasta à toa? Não pode“).

É preciso ter equilíbrio

Que o caso da dona Rita é um sucesso, ninguém pode negar. Mas todos os casos apresentados foram de pessoas que não gastavam com absolutamente nada. Praticamente deixaram de aproveitar a vida por anos.

Dona Rita ia para o trabalho andando (às vezes por 40 minutos) só para economizar a passagem do ônibus. Além disso, não lembrava qual tinha sido a última vez que havia saído para jantar fora de casa. Entre outros muitos exemplos exagerados.

E é isso que eu não gosto dos programas sobre educação financeira que a maioria dos canais exibe. Eles passam a ideia de que só é possível atingir objetivos financeiros mediante um sacrifício extremo. E isso não é a verdade.

O grande problema disso é que muitos percebem que nunca conseguirão ser como a dona Rita e simplesmente desistem dos seus objetivos. Mas não é por aí!

É possível ter um controle rigoroso sobre o orçamento familiar e ainda assim separar uma parte do dinheiro poupado para realização de sonhos, como uma grande viagem ou simplesmente uma saída para jantar fora de casa com a família.

Planejamento, disciplina e equilíbrio

Já deixei claro em vários artigos que o segredo do sucesso para uma vida financeira tranquila é montar um bom planejamento, com um orçamento realista, ter disciplina para seguir esse plano à risca e equilíbrio para aproveitar o presente e poupar para o futuro.

Escrevi um ótimo artigo sobre o tema, que aproveito para recomendar a leitura: “Viver ou juntar dinheiro? Escolho os dois!“.

Este artigo foi uma resposta a um comentário do Max Gehringer, onde ele insinua que temos que decidir se queremos viver o presente ou o futuro.

Eu defendo que é possível viver o presente e o futuro. Basta se planejar, ter disciplina e equilíbrio.

E você, o que acha? Deixe seu comentário!

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  • William Antero

    Foi rápido com o Post heim Rafael. Eu assisti o Globo Repórter também e concordo com os pontos abordados por você nesse Post. Equilíbrio é a palavra chave para ser feliz, disciplina é a palavra certa para alcançar os objetivos e tempo é o seu principal aliado se utilizar o mesmo ao seu favor.
    Parabéns pelo Post e um ótimo final de semana.

    • Valeu, William.

      Gostei muito do seu resumo: equilíbrio está relacionado com felicidade e disciplina com o alcance dos objetivos.

      Além disso, quem tem o tempo a seu favor, deve aproveitá-lo da melhor forma.

      Abraço!

  • Realmente Rafael, sou adepto dessa visão do equilíbrio. É uma pena ver a reprodução do sonho americano nas televisões, como se fosse preciso ser “herói” (prejudicar a si mesmo) para ficar rico.

    • Pois é. Acho que ainda falta esse meio termo. Geralmente as matérias só focam nas pessoas que estão atolados em dívidas, praticamente sem ter como pagar ou em pessoas que acumularam um bom patrimônio às custas de exageros extremos.

      Abraço!

    • Pois é. Acho que ainda falta esse meio termo. Geralmente as matérias só focam nas pessoas que estão atolados em dívidas, praticamente sem ter como pagar ou em pessoas que acumularam um bom patrimônio às custas de exageros extremos.

      Abraço!

  • Jorge Luis

    Realmente a abordagem feita pelo programa passa a impressão que temos que apertar o cinto e praticamente deixar o lazer e a família de lado para conseguir acumular patrimônio. Achei absurdo um poupador exibido no programa que simplesmente passou anos e anos fazendo cerca de 25 horas extras por semana para conseguir acumular capital… No mínimo perdeu horas preciosas junto à família, vendo seus filhos crescendo, etc… No fim comprou até casa na praia para passar temporadas (teria sido um bom investimento agregar um passivo utilizado esporadicamente?). Também acredito que EQUILÍBRIO seja a chave do sucesso financeiro. Não é preciso sofrer tanto para se conseguir aquilo que se deseja… Parabéns pelo post!

    • É verdade, Jorge.

      Aquele era o objetivo de vida do seu Valfredo. Ele só comprava um par de sapatos por ano (e só se não prestasse mais), fazia 25 horas extras por semana, só tirava uma folga por mês e controlava o tempo de banho dos filhos.

      No final das contas, conseguiu atingir seu objetivo e deve ser muito feliz por isso. Mas teve que abrir mão de muitas coisas ao longo da vida, inclusive do precioso tempo com a família.

      Eu prezo bastante pela qualidade de vida e por isso valorizo bastante meu tempo. Eu sinceramente não faria tudo isso que ele fez.

      Abraço!

    • Mas esse é o objetivo.

      Se você quer ser rico tem que apertar cinto e controlar despesas pois no Brasil, ao contrário dos EUA, aumentar a renda é muito difícil. Não dá pra contar com INSS quando ficar velho e também trabalhar 45 anos da vida 10 a 12 horas por dia não é vida.

      Portanto vale mais a pena se esforçar por um certo número de anos pra atingir a independência financeira. Ela hoje não precisa trabalhar e curte praia todo dia e você precisa. Quem está melhor?

      Eu aporto 2.600 reais por mês e pra isso eu aperto o cinto fortemente e se deixa de fazer as coisas mas o patrimônio vai crescendo e é lindo de ver.

      Abraço.

      http://vidaruimdepobre.blogspot.com.br/

  • Tiagorolim

    Concordo parcialmente com a sua posição. De fato, os casos citados pela matéria são extremos: o garçon que não aproveita São Paulo, a emprega que nunca saiu de casa, o jardineiro fiel, etc. Contudo, acho que todos abordaram bem a situação mais geral do brasileiro e deram boas dicas sobre como economizar: eu preciso, eu posso, precisa ser agora.
    O programa abordou apenas dois tópicos: como sair do endividamento e como juntar patrimônio. A estes foram apresentadas pessoas humildes que conseguiram criar um patrimônio invejável. Eles não possuem o conhecimento do mundo que nós temos. Não podemos esperar que uma empregada doméstica ou uma rendeira de beberibe (por sinal ótimo local para se comprar boas rendas) aspirem a uma viajem pelo mundo. Seus valores estão em coisas mais simples como ter imóveis e criar os filhos, estes primórdiais a todos nós. A aqueles destacaram-se os exemplos do dançarino da xuxa, e buscavam ajudar as pessoas com problemas financeiros. Ora, como se pode juntar patrimônio com dividas?
    Por estas considerações eu gostei do programa.

    • Eu também gostei do programa. Gostei muito, na verdade. Só acho que casos extremos não são os exemplos mais motivadores.

      Se eles mostrassem uma família que tem o orçamento totalmente sob controle, mas que reserva um pedaço dele para lazer e viagens, por exemplo, poderia ser muito mais estimulante. E acho que é isso que falta.

      Também acho que os educadores poderiam ser melhores explorados. O programa passou mais tempo contando a vida do Fly e da oficial de justiça, que passando dicas.

      Ainda assim, como já disse, gostei muito do conteúdo.

      Abraço!

  • Seu comentário foi bastante preciso, Rafael.

    Concordo também, em parte, com o que disse o Jorge Luis aqui embaixo, no sentido de que os casos mais emblemáticos do programa tem uma vida, e um acesso à informação muito diferentes do nosso – contudo, muito do que comentaram ali são lições que aprenderam na prática, enquanto nós só fomos tomar consciência delas depois de muito estudo.

    Mas concordo que essa abordagem do programa, que é bastante popular em reportagens do tipo, peca em mostrar o poupador apenas como um pão duro, que “evita” viver o presente na esperança de formar fortuna no futuro – como se as duas opções fossem mutuamente exclusivas. Como esse tipo de disciplina parece inacessível para a maioria dos meros mortais, o público simplesmente assiste, se impressiona e pensa: “isso não é para mim”.

    Mas realmente, uma reportagem que focasse a busca pelo equilíbrio, ou mesmo um programa sobre o assunto, seriam bastante oportunos.

    • Fico feliz em saber que você compartilha esse pensamento. Acho muito mais estimulante uma família que tem um controle bastante rígido do orçamento familiar e ainda assim reserva uma parte para lazer e viagens.

      Acho que esse é o verdadeiro ensinamento. Até porque nós precisamos de recompensas tanto no presente quanto no futuro.

      Abraço!

  • Só para descontrair,, gravei a matéria do GR ontem e mostrei hoje pela manhã para minha empregada , o exemplo daquela faxineira, e ela rsrs ficou brava achando que eu estava pedindo a ela para trabalhar mais e cobrando dela para fazer as coisas direito e economizar mais no material de faxina etc…! rsrsrs e olha que a matéria foi muito bem feita e dava para ver claramente a faxineira como exemplo ,, mas fazer o que né! rsrs

    Abços!
    ITM

    • O problema é que ela se identificou mais com a forma como dona Rita trabalhava. E não em como ela poupava seu dinheiro. Por isso que ela não captou a mensagem mais importante.

      Abraço!

      • Esse exemplo reforça a visão popular de que a riqueza só é possível com muito trabalho duro, sem qualquer recompensas – como se ficar rico dependesse apenas de trabalhar mais ou ganhar mais.

        Me fez lembrar o “Pai rico x pai pobre”. Principalmente o começo do livro, onde o Robert, na infância, se sente explorado quando o pai rico lhe coloca para trabalhar por 25 centavos ao dia.

      • Esse exemplo reforça a visão popular de que a riqueza só é possível com muito trabalho duro, sem qualquer recompensas – como se ficar rico dependesse apenas de trabalhar mais ou ganhar mais.

        Me fez lembrar o “Pai rico x pai pobre”. Principalmente o começo do livro, onde o Robert, na infância, se sente explorado quando o pai rico lhe coloca para trabalhar por 25 centavos ao dia.

    • Tiagorolim

      Curti seu depoimento.

  • Rafael Fernandes

    Muito bom o artigo. Concordo plenamente. Parabéns pelo excelente blog !!!

  • Excelente post Rafael. Eu concordo com sua análise amigo. É necessário manter o equlíbrio na vida, em todos os aspectos.

    Não adianta nada economizar e ser um” pão duro” e não saber investir esse dinheiro economizado de forma correta. Eu assisti também o Globo repórter de ontem. Apesar da produção se expelhar em casos extremos, a lição que tiro do programa e também de seu post é que a chave do sucesso é a “Disciplina e planejamento”.

    Abraços..

    • Obrigado, Thiago.

      Precisamos de planejamento, disciplina e equilíbrio para ter uma vida financeira saudável.

      Abraço!

  • Olá Rafael,
    Excelente ponderações, concordo contigo, a maioria dos programas sobre finanças esquecem do equilíbrio, focam apenas o gastador descontrolado ou o poupador extremo. Mas fico contente em ver um programa abordando o tema finanças numa TV aberta. Assisti ao programa no youtube hoje, assim como você gostei bastante, superou minhas expectativas, não que estivesse perfeito, poderia abordar o equilíbrio como foco principal, mas realmente eu esperava menos e recebi mais.

    Abraço.

    • Estou contigo, Jônatas. Quanto mais programas sobre educação financeira, melhor para todos.

      Geralmente quando a Globo fala sobre dinheiro, é mostrando pessoas endividadas ou ganhadores de loteria. E essa mudança já é um bom sinal.

      Abraço!

  • Julio

    “Escrevi um ótimo artigo sobre o tema,”

    Falta de humildade heim!?

    • Obrigado pela crítica, Julio.

      Mas se tem algo que não falta aqui é humildade e respeito pelos leitores.

      Só “me dei ao luxo” de dizer que o texto é ótimo porque recebi vários comentários elogiando o artigo. Então se os leitores dizem que o texto é ótimo, eu acredito 🙂

      Dê uma lida no texto e também nos comentários. Aproveite e deixe o seu também compartilhando sua opinião.

      Abraço!

  • Parabéns pelo artigo! Realmente equilibrio financeiro é fundamental para alcançar o crescimento patrimonial. Fomos criados em um sistema de consumismo desenfreado e são poucos os que valorizam o que lhes podem gerar renda. A grande massa muitas vezes está mais preocupada em ficar no modismo, e assim, gasta todo seu salário sem se preocupar com o futuro, sem aplicar em ativos. Quisera que no Brasil fosse adotado nas escolas o assunto Educação Financeira. Passamos a vida inteira estudando para um dia podermos ganhar dinheiro, mas não tem ninguém nas escolas ensinando como administrar o dinheiro, por isso, não importa o quanto se ganhe, se não souber administrá-lo, vai perder tudo ou nunca vai alcançar o crescimento financeiro.
    http://www.ideiasfinanceiras.com

    • Valeu, Marcelo.

      Quebrar esse ciclo do consumo e criar a cultura da poupança é um desafio para todos nós.

      Como não aprendemos na escola, temos que nos esforçar muito mais para aprender na vida. E compartilhar esse aprendizado com amigos.

      Abraço!

  • Leandro Barbosa

    Como voce pode ver Rafael, seu site tem a importante missão de agregar informações corretas ao que foi visto no programa. Ao assistir na sexta feira eu tive o mesmo pensamento, de que é possivel viver juntando dinheiro, sem precisar sacrificar tudo que diz respeito a lazer e conforto.

    • Tenho consciência disso, Leandro.

      Por isso que procuro sempre agregar informações relevantes e que podem ajudar muitos a refletir melhor e enxergar um ponto de vista diferente.

      Abraço!

  • Felipe Tazzo

    Oi, Rafael, tudo bem? Linkei o “Quero Ficar Rico” lá no Guia do Fim do Mês, dá uma espiada, veja se você gosta. Se não, retiro! Abraços

    http://oguiadofimdomes.com.br/pensamento/a-filosofia-de-vida-do-rico-e-do-pobre/

    • Sem problemas, Felipe. Pode manter a citação.

      Abraço e sucesso!

  • Rogerio

    Rafael, concordo com você, mas entendo a Rede Globo. Imagine a enchurrada de processos se a emissora sugerisse para seu publico poupar e gastar com responsabilidade. O brasileiro quer “pagar” churrasco para os amigos E comprar a casa própria ao mesmo tempo em que ganha um salário mínimo. Realmente, aqui não existe equilibrio.

    Não quero ser mal interpretado, mas o nível educacional deste país é muito baixo para que tal mensagem fosse compreendida como se espera.

    Eu acho que o público que busca equilibrio financeiro-pessoal, não vai assistir à Rede Globo em busca de dicas. Eles irão buscar informações selecionadas em sites, blogs, etc como o “Quero Ficar Rico”

    Abraços e continue com o excelente trabalho.

    • Rogerio,

      Não entendi a parte dos processos. Por que a Globo seria processada?

      Em relação ao nível de educação financeira, é realmente muito baixo e nada como um programa em rede nacional para tentar melhorá-lo. E o programa de sexta já foi um primeiro passo.

      A ideia de um programa sobre o assunto não é para ensinar, mas para motivar as pessoas a aprender e buscar novas informações.

      Abraço!

  • Renato Souza

    Eu compartilho de sua opinião. Assisti também ao programa e não acredito que eu tenha que sacrificar hoje o lazer de minha família e o jantar fora com a esposa em detrimento de daqui 20 ou 30 anos ter um imóvel ou coisa parecida. Acredito que deva-se separar os rendimentos em partes, destinando parte pra lazer, parte pra pagar contas e parte pra pagar as contas.

    • Perfeito, Renato.

      É possível ter vários objetivos financeiros e administrá-los de maneira equilibrada, sem necessidade de focar em apenas um.

      Abraço!

  • Ilson Fioravanti

    Concordo com você RAFAEL SEABRA no que diz respeito, ao tópico É PRECISO TER EQUILÍBRIO.

  • Olá Rafael!

    Excelente artigo!
    É bacana ver pessoas alcançarem os seus objetivos, economizando ao extremo ou fazendo um planejamento detalhado para desfrutar da vida hoje, cada um tem a opção que mais se enquadra em sua vida financeira.

    Grande abraço.
    Ricardo Kozima

    • Ah, nisso eu concordo contigo, Ricardo.

      Se a pessoa se sente bem em abrir mão de quase tudo no presente, sem se sentir frustrada, em troca de algo bem maior no futuro, também acho que foi a escolha acertada.

      Minha crítica existe em relação a algumas pessoas que fazem isso, mas que prejudicam toda uma relação familiar.

      Abraço!

  • Emersongcosta

    Realmente.
    Não faz sentido “trocar a vida por dinheiro”. Estamos muito focados no amanhã e esquecemos o hoje, e talvez o amanhã não venha ( na pior das hipóteses).
    Eu acrescentaria mais uma palavra, Equilíbrio e harmonia, é preciso saber dosar as coisas. Só gastar não nos leva à lugar nenhum, o ato de só guardar pode nos dar algo valioso no futuro, mas quando? Será que quando atingirmos nossa meta ainda teremos disposição e saúde para aproveitar o que adquirimos? creio que não.
    Um simples planejamento pode fazer milagres a médio e longo prazo e ainda nos dar o prazer de viver o presente sem ter que se sacrificar tanto e sem tanto stress

  • Shirley Gomes

    Oi Rafael, também assisti ao Globo Repórter e tive a mesma percepção. Um dos personagens contava até quantos minutos a filha passava tomando banho! Aff… Acredito que isso seja muito estressante, imagine ficar 24h por dia pensando em economizar até nos R$0,03 da padaria?

    • É verdade, Shirley. Algumas situações são realmente exageradas.

      Abraço!

  • Fernandes

    Muito bom esse site, sempre que tenho tempo, procuro dá uma lida nos posts. Parabéns pelo blog, continue assim, que será muito bom pra muitas pessoas como eu.

  • André

    Depois de ler Gustavo Cerbasi, seu site, dinheirama, marcos silvestre…nem dou atenção a estes programas de televisão.
    Parabéns pelo trabalho, vocÊ consegue sanar a duvida de muitos leigos como eu.
    abs
    André

    • Muito obrigado, André.

      Fico muito feliz em ler essas palavras.

      Abraço!

  • Ananda Souza

    Acredito que, quando há um planejamento financeiro de vida bem definido, é possível aproveitar o presente sem interferir nos objetivos do futuro. Às vezes o sacrifício precisa ser maior (quando se acabou de fazer um investimento, por exemplo) para recuperar o que foi investido, mas isso é temporário. Existe um meio termo que é nem deixar de viver e nem ultrapassar limites, aqueles limites que você estipulou para cumprir o planejamento financeiro de vida – como gosto de chamar. Eu estou nessa fase, tenho um plano feito e acabei de dar início à efetivação do plano comprando o meu primeiro imóvel para investir. Apertei os cintos, estou ausente da vida social pelos próximos 2 meses, mas sei que é temporário…

    • Quando a fase de “aperto” é temporária e planejada, não há problema algum, na minha opinião.

      Concordo com tudo que você escreveu.

      Abraço e valeu pela participação!

  • Dayana

    Ponto de vista bom, acredito que tem sim que manter o equilíbrio. Eu prefiro manter e viver o presente, do que se matar tanto e no futuro não poder usufruir de tamanho esforço.

  • Marcinharoger

    adorei vai mudar minha vida essas dicas