Quero Ficar Rico: O Guia Completo Para Sua Independência Financeira

Oi, tudo bem? Sou Rafael Seabra, editor do Quero Ficar Rico, e se alguma vez você se perguntou:

  • Como eu consigo quitar minhas dívidas?
  • Como eu consigo economizar dinheiro no final do mês?
  • Como eu posso organizar minhas finanças?
  • Como eu posso me planejar para atingir objetivos financeiros?
  • Como eu consigo investir em ativos financeiros mais rentáveis que a poupança?
  • Como eu posso obter renda extra de forma honesta e que dê resultados?
  • Como eu faço para alcançar minha independência financeira?

Ou qualquer outro questionamento sobre educação financeira, investimentos e renda extra…

…Você está no lugar CERTO.

É o seguinte:

Se você parar para pensar, a maioria das pessoas (inclusive o governo) não está interessada em transmitir os conceitos de Educação Financeira. Quer apenas que você gaste seu dinheiro, fique endividado e seja um empregado exemplar.

A questão é que existem diversas formas de organizar sua vida financeira para alcançar objetivos financeiros, dentre eles a independência financeira.

Para tanto, é necessário encontrar meios de diminuir seus gastos e aumentar seus ganhos.

Afinal: LUCRO = RECEITAS – DESPESAS

Se você descobrir oportunidades de aumentar suas receitas e aprender a controlar suas despesas, sua renda só tende a aumentar.

Parece interessante?

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Como Poupar, Investir e Ganhar Dinheiro

Esses são os 3 pilares para o sucesso financeiro:

Se você desenvolver bem essas três áreas, alcançará o sucesso financeiro muito antes do que imagina.

Meu objetivo aqui no Quero Ficar Rico é mostrar justamente como você pode (e irá) conseguir alcançar seus objetivos financeiros seguindo as dicas nos artigos de cada um desses 3 pilares.

Hoje eu não dependo mais da renda do meu trabalho e faço apenas o que realmente tenho prazer. Essa é uma liberdade que vale muito a pena lutar.

E se você também deseja alcançar essa independência, não deixe de acompanhar os novos artigos publicados aqui no site.

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O Caminho Que Trilhei Para a Independência Financeira

palestra-rafael-seabraMinha vida estava praticamente perfeita. Pelo menos de acordo com os conceitos da maioria.

Ora, eu havia acabado de me formar em Ciência da Computação, na Universidade Federal de Pernambuco, e poucos meses depois, fui aprovado num concurso público.

Minha família não poderia estar mais feliz. Eu estava formado, com um emprego estável e bem remunerado. Meus amigos me achavam bem-sucedido e me admiravam.

E eles estavam certos, pelo menos em parte. Afinal quem não quer ter um trabalho que lhe dê segurança e boa remuneração?

No entanto, desde cedo sempre fui apaixonado por finanças. Até porque meus pais sempre foram muito comedidos e sabiam valorizar o dinheiro que recebiam.

Apesar de pouco saberem sobre investimentos, sempre foram muito poupadores, gastavam apenas com o necessário e simplesmente não utilizavam cartões de crédito. Compravam tudo à vista.

Aprendi muito com eles.

Mal podia esperar a hora de receber meu primeiro salário. E quando recebi, a primeira coisa que fiz foi determinar que ⅓ dele seria investido.

Então conversei com o gerente do meu banco, e ele me recomendou um fundo de investimento em renda fixa e também um plano de previdência privada.

Não tive dúvidas! Já que meu “consultor financeiro” recomendou, fechei meus olhos e comecei a aplicar mensalmente aquela parte do salário nestes dois produtos financeiros.

Nada me dava mais prazer que receber os extratos mensais dos meus investimentos e ver meu dinheiro crescendo.

Até que comecei a estudar mais sobre investimentos, comprei alguns livros e conheci realmente os melhores ativos financeiros para se investir.

Fiquei muito indignado ao saber que havia investido em algumas das piores aplicações financeiras!

Meu fundo de investimento de renda fixa tinha uma taxa de administração altíssima, e meu plano de previdência privada era muito conservador, sem falar nas taxas de administração e carregamento.

Me senti enganado pelo meu gerente. E comecei a entender, a partir dali, que gerente de banco não é consultor financeiro coisa alguma, mas vendedor dos produtos financeiros mais rentáveis (para o banco!).

Para completar, estava muito insatisfeito com meu trabalho. Contava as horas para largar e mal podia esperar a chegada da sexta-feira.

Pensei até em parar de estudar sobre finanças (minha verdadeira paixão) para estudar para outro concurso público, achando que o simples fato de ganhar mais dinheiro resolveria meu problema…

Entretanto, resolvi seguir minha paixão. Passei a me dedicar apenas a estudar sobre educação financeira e investimentos.

Sabia que os erros que havia cometido não eram minha culpa, mas comecei a entender que era minha responsabilidade mudar esse cenário.

Depois que você tem uma base sólida de conhecimento, fica muito mais fácil aprender a investir e lidar com o dinheiro.

A sensação de sair da ignorância e enxergar todo um caminho à sua frente é indescritível.

Sabia que dificilmente seria novamente enganado e persuadido a investir em produtos financeiros de qualidade duvidosa.

Apesar de toda essa empolgação com o mundo financeiro, continuava cada vez mais frustrado e desmotivado com o meu trabalho.

Ainda não sabia ao certo se o problema estava na minha área de atuação, naquele trabalho específico ou até se o problema era comigo, afinal quem seria louco de questionar um trabalho estável e bem remunerado?!

Sabia que alguma coisa precisava mudar, mas ainda não sabia o que. E isso era angustiante…

Passei a tentar de tudo. Até fui aprovado no Mestrado em Ciência da Computação e comecei a cursá-lo.

Então aconteceu algo que nunca me esqueci.

Lembro-me como se fosse ontem…

Eu estava na minha mesa, no trabalho, quando meu então chefe se aproximou e me entregou um presente inesperado…

Quando abri o presente, vi que era um livro sobre o assunto que mais sou apaixonado: Educação Financeira.

Eu não sabia naquele momento, mas esse simples presente iria transformar a minha vida para sempre.

A cada capítulo, levava um “tapa na cara”.

Quanto mais lia, mais me empolgava e via o quanto minha vida estava indo pelo caminho errado, que o autor chama de “corrida dos ratos”.

Eu estava vendendo meu tempo em troca de dinheiro. Estava buscando a segurança, ao invés de buscar a liberdade.

Aprendi também algo muito importante: eu tinha que colocar o dinheiro para trabalhar para mim, e não o contrário.

O livro Pai Rico, Pai Pobre me mostrou o caminho para a independência financeira, onde eu poderia viver de renda e então me dedicar exclusivamente ao que eu quisesse.

E, coincidentemente, minha paixão era justamente este mundo financeiro.

Decidi então começar a me dedicar profissionalmente a um certo blog que tinha apenas como hobby, um tal de Quero Ficar Rico. Acho que você deve conhecer :)

Assumi um compromisso comigo mesmo: investiria a maior quantidade possível de dinheiro do meu salário mensal e, ao mesmo tempo, começaria a tratar meu blog com um negócio de verdade.

Tomei também outra decisão significativa: teria que mudar minha área de atuação, para estar preparado quando pudesse deixar meu trabalho.

Para tanto, precisei abandonar meu mestrado, que ainda era na área de computação, e me matriculei no melhor MBA em Finanças do país, no Ibmec.

Não foi uma decisão fácil, muito menos barata. Afinal este MBA é um dos mais caros do Brasil. Mas eu estava decidido.

Ao mesmo tempo em que cursava meu MBA, continuava trabalhando no serviço público e progredindo com o Quero Ficar Rico.

Eu estava decidido: precisava alcançar minha independência financeira o quanto antes, ou encontrar formas de rentabilizar meu blog, para ter a renda suficiente para me manter, poder largar meu trabalho e me dedicar exclusivamente ao que me dava prazer.

Com o passar do tempo, as coisas foram melhorando.

O trabalho continuava desgastante, mas o MBA e o blog me motivavam de uma uma maneira tão positiva, que até conseguia suportar meu trabalho.

O blog e o MBA eram meus aliados, enquanto a carga horária do meu trabalho era minha maior inimiga.

Pelo menos era o que eu achava…

Pensando que meu maior problema era a carga horária do meu trabalho, já que eu precisava de mais tempo livre, decidi estudar para outro concurso público, mas que tivesse uma carga horária reduzida.

Descobri então um concurso do Tribunal de Justiça de Pernambuco, que também tinha um bom salário e só precisaria trabalhar um único turno de seis horas.

Assim teria metade do dia livre para me dedicar ao MBA em Finanças e ao Quero Ficar Rico.

Como minha formação era em Ciência da Computação, e concursos públicos exigem que você tenha formação superior na área para poder ser aprovado, só me restava tentar o concurso novamente para essa área.

Não era a melhor opção, pois continuaria trabalhando com algo que não mais gostava, mas pelo menos seriam apenas seis horas por dia.

E então, para minha total surpresa, fui aprovado!

Comecei a trabalhar e, no início, parecia que todos os meus problemas haviam sido resolvidos.

Continuava bem remunerado e agora com mais tempo para me dedicar ao que mais me dava prazer.

Durante um tempo, foram só flores.

Com esse tempo livre, consegui concluir meu MBA e coloquei o Quero Ficar Rico num patamar superior, sendo hoje conhecido com um dos melhores blogs de Educação Financeira do Brasil.

Além disso, fui escolhido, por duas vezes seguidas, um dos melhores educadores financeiros do Brasil, ao lado de gurus como Gustavo Cerbasi, Conrado Navarro e o próprio Henrique Carvalho.

Parecia tudo perfeito, não é?

Mas só parecia…

Mesmo com tudo isso, continuava frustrado.

Afinal, mesmo que por menos tempo, permanecia fazendo algo que não gostava, e que “teria” que fazer até me aposentar, já que o senso comum dizia que um concurso desses é “inlargável” (se é que essa palavra existe!).

Percebi que a decisão de mudar de concurso não havia resolvido o problema. Sem dúvidas, melhorou bastante, mas não resolveu.

Neste momento, eu já era muito bem remunerado através do Quero Ficar Rico, havia publicado meu livro digital, mas ainda assim o medo de largar o concurso me consumia.

Foi então que surgiu mais um livro (sempre eles!) que novamente mudou a minha vida: Trabalhe 4 Horas Por Semana.

O livro é interessante por diversos fatores, mas a parte decisiva para mim é a que o autor sugere que você coloque no papel o pior cenário possível para a tomada da decisão, para que você possa visualizar como seria sua vida se tudo desse errado após aquela decisão.

E então comecei a pensar…

Tinha, em minhas mãos, um negócio bastante promissor.

Mais do que isso: tinha acumulado tanto conhecimento, que mesmo que isso desse errado, certamente eu conseguiria me reerguer em pouco tempo, pelo reconhecimento que conquistei ao longo desses anos.

Para completar, tinha acumulado dinheiro suficiente para, mesmo que eu perdesse minha renda imediatamente, conseguir sobreviver por 5 anos e 3 meses (sim, eu fiz essa conta também!).

Resultado: absolutamente nada me impedia de deixar meu trabalho e me dedicar exclusivamente ao que mais me dá prazer.

Eu estava diante de uma grande oportunidade que eu sabia que mudaria bastante a minha vida, mas ainda assim sentia um pouco de medo com a decisão.

Normal, né?

É como a história do General que conduzia seu exército para invadir uma cidade, logo após cruzar um ponte.

Ele sabia que se o medo se instalasse nos seus guerreiros, e eles começassem a duvidar sobre suas forças, tudo estaria perdido.

Então, logo após cruzar essa ponte, o general tacou fogo na ponte, cortando qualquer tipo ligação para trás.

Agora, só existia uma única opção: vencer.

Ele colocou fogo na ponte porque era essa ponte que prendia seus guerreiros a sua zona de conforto e o que os impedia de atingir seu pleno potencial.

Era outubro de 2013 e decidi que era a hora de eu atravessar a minha ponte.

E para me livrar de todos os meus medos e inseguranças, segui os mesmos passos do General: eu queimei a minha ponte!

Então pedi demissão do meu trabalho.

O termo correto, na verdade, é exoneração. Mas isso não importa :)

E, como era de se esperar, tudo melhorou ainda mais desde então.

Novamente fui escolhido um dos maiores educadores financeiros do Brasil, o Quero Ficar Rico não para de crescer, minha renda também vai muito bem, obrigado.

E o mais importante! Conquistei algo que considero a melhor coisa do mundo: a liberdade.

rafael-ko-taoHoje posso fazer o que eu quiser, quando que eu quiser, de onde eu quiser.

Posso fazer viagens quando eu quero, seja a trabalho ou lazer.

Esta foto acima, por exemplo, foi tirada em Ko Nang Yuan, na Tailândia, onde morei por cinco meses (dezembro/2014 a abril/2015).

E até isso é excelente: meu trabalho, muitas vezes, também é meu lazer.

Depois que você entende como o dinheiro funciona, tudo fica mais fácil.

Tempo é seu maior bem. Não troque apenas seu tempo por dinheiro.

Ao invés de trocar seu tempo e esforço por dinheiro, aprenda a colocar seu dinheiro para trabalhar para você.

Sim, isso é possível.

Você não tem culpa alguma de não entender sobre dinheiro, mas é sua responsabilidade aprender sobre o dinheiro.

Eu já conquistei minha liberdade financeira. E quero ajudar você a alcançar o mesmo objetivo.

Parece interessante?

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