Textos com a tag mercado de ações
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Invista em ações sem custos operacionais
Publicado em 17.11.2010 por Rafael Seabra em Ações
Para quem está começando a investir em ações e não dispõe de muito dinheiro (principalmente os mais jovens), um dos maiores problemas é o valor cobrado pela taxa de corretagem, que consome boa parte do valor investido e você já começaria perdendo.Além disso, iniciar no mercado de ações exige um bom conhecimento prévio, através da leitura de livros e/ou participação em cursos, para aprender a investir com segurança, ter disciplina tanto para poupar quanto para investir e ficar ciente do conceito de independência financeira, pois é isso que todos devem buscar.
O propósito deste artigo é apresentar uma solução bem legal para abertura desse mercado para jovens investidores, oferecida pela corretora de valores Título, através de seu home broker Easynvest.
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Qual o melhor investimento?
Publicado em 14.07.2010 por Rafael Seabra em Empreendedorismo
Diariamente é noticiado que o Brasil passa por uma das melhores fases econômicas de toda sua história. Encerrada a Copa da África do Sul, todos já voltam os olhos para a Copa no Brasil em 2014. Enquanto boa parte das pessoas só visualizam os problemas, tais como obras atrasadas, falta de infraestrutura, falta de mão-de-obra qualificada, eu só consigo enxergar oportunidades nisso tudo.Para ter uma ideia do impacto desse crescimento, vou citar o exemplo do estado de Pernambuco, uma das sedes da Copa. O PIB em 2007 ficou em torno dos R$ 62 bilhões. Em 2009, já foi de R$ 72 bilhões. Entretanto a previsão para os próximos cinco anos é que supere o patamar dos R$ 100 bilhões, um aumento de quase 50% no período.
Além da Copa, várias empresas de grande porte têm se instalado no estado, como a Refinaria da Petrobras, Estaleiro Atlântico Sul, Hemobras, Novartis, CSN, Gerdau, entre muitas outras. Não deve ser difícil imaginar que a projeção para os demais estados também seja de crescimento bem acelerado.
Com todas essas informações, muita gente ainda me procura para fazer o seguinte questionamento: qual o melhor investimento? Seria em fundos de renda fixa, títulos públicos, ações, imóveis, abrir minha própria empresa?
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ENTENDA A RELAÇÃO ENTRE RISCO E RETORNO
Publicado em 23.04.2010 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Para quem está começando a investir agora, o claro entendimento da relação entre risco e retorno é muito importante para evitar frustrações nos investimentos. Uma das perguntas mais comuns que recebo por e-mail é “como posso obter a maior rentabilidade sem enfrentar riscos?”. Infelizmente não é possível esperar grandes rentabilidades sem se arriscar.O intuito deste artigo é mostrar exatamente como funciona essa relação e como é possível diminuir os riscos de certos investimentos ou, pelo menos, saber como controlá-los. Sugiro a leitura do texto completo para todos que querem começar a investir, mas não sabem por onde começar e, ao mesmo tempo, querem obter o maior retorno no menor espaço de tempo possível.
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MARCAÇÃO A MERCADO
Publicado em 18.06.2008 por César França em Economia
Um dos conceitos mais importantes da gestão de recursos, com especial relevância para quem aplica em fundos de investimentos, é o de marcação a mercado (MaM). Afinal de contas, o valor dos recursos que o investidor aplicou varia de acordo com a cota do fundo, e é neste ponto que o conceito de marcação a mercado ganha importância.
Na MaM, os preços dos papéis que compõem a carteira do fundo e que, portanto, irão definir o valor da cota, são estipulados com base no valor a mercado desses títulos a cada instante. Essa avaliação diária é importante mesmo para os títulos de renda fixa pré-fixada, ou seja, aqueles que têm a taxa pré-determinada no momento da aplicação, pois esses títulos também sofrem oscilações de preço até a sua data de vencimento.
Suponha que você tenha aplicado R$ 1.000,00 no início de um mês, quando a taxa de juro foi de 1% ao mês em um fundo de investimentos que não contabiliza seus ativos de acordo com o real valor de mercado. Na metade do mês, uma grave crise econômica ocorre e o Banco Central eleva os juros, que passam a 2% ao mês. Nesse dia, um investidor, aproveitando a alta dos juros, também aplica R$ 1.000,00 no mesmo fundo.
No seu caso, que aplicou no início do mês, seu dinheiro rendeu 1% ao mês até a metade daquele mês, ou seja, 0,5% e você passa a ter R$ 1.005. Na segunda metade do mês, seu dinheiro renderá 1%, já que os juros chegam a 2% ao mês. Logo, ao final de 30 dias, você terá R$ 1.015,05, o que representa rentabilidade no mês de 1,51%.
Por outro lado, o segundo investidor, que aplicou na metade do mês, também obterá 1% na segunda metade do mês, e o montante do investimento atingirá R$ 1.010. Porém, houve uma transferência de riquezas, já que se fosse calculada a rentabilidade mensal equivalente para o mês desse investidor ela seria de 2,01%, acima dos 1,51% que seu dinheiro rendeu.
Com a MaM, isso não ocorreria e todos os cotistas teriam a mesma rentabilidade, independentemente do momento em que o dinheiro for aplicado ou de qualquer alteração na Selic.
Por causa desta diferença, quando a MaM foi estabelecida em 2002, gerou-se um saque em massa dessas aplicações. Porém, os cotistas desses fundos que sacaram seus recursos na época estão conseguindo no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) decisões favoráveis que determinam que os bancos os indenizem pelos prejuízos que sofreram no período. As ações judiciais contra os bancos multiplicaram-se país afora e o teor das decisões varia desde a responsabilização dos bancos até dos próprios cotistas. Os casos serão resolvidos definitivamente pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) – que fatalmente analisará a questão, pois muitas apelações já chegaram à corte.
Os investidores que não têm processos na Justiça também poderão beneficiar-se dos resultados, se positivos, das ações coletivas propostas em 2002 por entidades de defesa do consumidor – caso do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e do Ministério Público Federal.
Com a contribuição de Bruno Suassuna.
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ENTENDA O MERCADO DE AÇÕES
Publicado em 19.03.2008 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Finalizamos mais uma série de postagens, dessa vez para explicar os principais fundamentos e definições sobre o mercado de ações. O objetivo dessa série foi passar para vocês alguns conceitos básicos sobre o mercado de ações e os termos mais comuns utilizados em relação a ele.Para quem não acompanhou todas as postagens ou para quem quiser lê-las novamente, de uma forma organizada, listarei abaixo todas as postagens dessa série. Boa leitura!- Introdução
- O que é uma companhia aberta?
- O que são ações?
- Mercados primário e secundário
- Bolsas e corretoras de valores
- Mercados a vista e derivativos
- Como escolher uma ação
- A dinâmica das operações em bolsa
Fonte: Bovespa





















