Textos com a tag cdb
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Como declarar seus investimentos no Imposto de Renda
Publicado em 27.04.2011 por Rafael Seabra em Imposto de Renda
O prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda 2011 termina na próxima sexta-feira e mais de 9 milhões de contribuintes ainda não fizeram a declaração. Muita gente deixa para última hora, mas existem também as pessoas que ainda estão com dúvidas sobre alguns itens do formulário.Um dos pontos que deve deixar mais dúvidas é como declarar os investimentos. Com a diversidade de opções que existem atualmente, fica difícil saber como declarar as ações, títulos públicos, CDBs, debêntures, fundos de investimentos, entre tantos outros.
Pensando nisso, resolvi escrever esse artigo para mostrar como deve ser feita a declaração dos principais ativos, bem como os rendimentos obtidos através dessas aplicações. Para tanto, vou dividir da seguinte forma: ações, fundos de investimento em renda fixa, fundos de investimento em ações e aplicações em renda fixa (debêntures, CDB, títulos públicos).
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O que é CDB (Certificado de Depósito Bancário)?
Publicado em 06.04.2011 por Rafael Seabra em Renda Fixa
Quem tem conta em banco certamente já deve ter ouvido falar dos CDBs e até que eles são uma boa opção de investimento. O que poucos sabem, no entanto, é o que são esses certificados de depósito bancário.Os CDBs são uma espécie de títulos privados, assim como as debêntures. A principal diferença é que os CDBs são emitidos exclusivamente pelos bancos, enquanto as debêntures podem ser emitidas pelas demais empresas. Além disso, o investimento em CDB é garantido pelo FGC até R$ 70 mil.
O objetivo deste artigo é explicar melhor essa aplicação, entender as vantagens para você e para o banco, explicar a diferença entre CDB pré ou pós-fixado, como funciona a negociação, falar sobre os riscos e tributação e dar algumas dicas sobre este investimento.
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O que é rentabilidade?
Publicado em 09.07.2010 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Outro dia recebi um e-mail onde o leitor confundia os conceitos “rentabilidade” e “liquidez”. Na verdade, onde ele falava sobre a rentabilidade do investimento, se referia ao tema com a palavra “liquidez”. Por esse motivo, achei interessante escrever sobre o assunto (mesmo sendo até óbvio para vários leitores), pois se ele comete esse equívoco, certamente muitos outros também o devem cometer.Por sinal, escrevi ainda no ano passado um artigo sobre o que é liquidez. Na época, um leitor também enviou um e-mail confundindo liquidez com rentabilidade. Como eu já expliquei nesse artigo o que é liquidez, vamos agora entender o que é rentabilidade.
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ALUGUEL DE AÇÕES: RENDA FIXA NA BOLSA
Publicado em 01.06.2010 por Rafael Seabra em Ações
Investidores de longo prazo têm um grande aliado para melhorar a remuneração de suas ações, além dos dividendos e perspectivas de valorização do papel: o aluguel de ações. Apesar de ter atingido uma cifra recorde em abril passado, a operação de aluguel (ou empréstimo) de ações ainda é pouco utilizada pelos investidores.Para se ter uma ideia do potencial dessa operação, é possível alugar ações com taxas que variam, em média, entre 1,0% e 5,0% ao ano. Se considerarmos que existem boas ações que pagam até 10% ao ano como dividendos, podemos alcançar anualmente remuneração similar à taxa SELIC com ações, proporcionando aos investidores de longo prazo uma espécie de “renda fixa na bolsa“, como Mauro Halfeld costuma falar.
Mas o que seria o aluguel de ações, quais as estratégias e como funciona essa operação? É exatamente sobre isso que discutiremos ao longo deste artigo.
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LCI: LETRAS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO
Publicado em 26.05.2010 por Rafael Seabra em Renda Fixa
Tomei conhecimento, através de e-mail enviado pelo leitor Afonso, das LCIs – Letras de Crédito Imobiliário. Ele pediu informações sobre essa modalidade de investimento e questionou se valia a pena investir nela. Fui então atrás dessas informações e resolvi escrever um artigo sobre o assunto, pois certamente interessará (como me interessou) a muitos leitores do blog.As LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) têm atraído os investidores, por conta de seu caráter conservador e de baixo risco, mas com uma rentabilidade maior do que muitas alternativas mais tradicionais, principalmente por conta da isenção do Imposto de Renda, na fonte e na declaração, para os investidores pessoa física.





















