jan
26
2008
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TÓPICO 06: EXPERIÊNCIA É FUNDAMENTAL, MAS A DOS OUTROS TAMBÉM ENSINA

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Dicas, Livros |

Acredito que essa afirmação é indiscutível: por mais que você estude bastante sobre um determinado assunto, só aprenderá realmente quando colocar os ensinamentos em prática, errando e aprendendo com os erros. A experiência é o melhor professor. Mas podemos aprender também com os erros dos outros.

Provavelmente cada um de nós conhece alguém que já investe a algum tempo. Conversar com essas pessoas é uma fonte de informação excelente. Tanto para saber o que fazer quanto para [principalmente] saber o que não fazer.

Existem também vários livros que contam histórias sobre grandes investidores, onde eles falam de seus acertos e erros. Posso citar dois ótimos exemplos: Axiomas de Zurique e Investimentos: os Segredos de George Soros e Warren Buffett.

Aprenda com a experiência de outras pessoas, mas saiba que o maior aprendizado certamente será com a sua própria experiência. Leia bastante e depois coloque a mão na massa!


jan
26
2008
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COMO COMEÇAR A INVESTIR?

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Ações, Dicas |

Um leitor do blog nos enviou uma pergunta bem interessante e que pode ser uma dúvida de muitos outros leitores. Portanto, respoderei através deste post. A seguir, a pergunta:

Estive lendo o seu blog, e achei bem interessante a simplicidade com que vocês passam as informações. Eu não entendo nada de ações, nem de mercado financeiro. Sou Analista de Sistemas e desenvolver de aplicações web e celulares. No entanto, queria dar uma apalpada nesse ramo, não para ficar rico, mas apenas para conhecer um pouco. Não tenho, e nem quero, investir muito dinheiro, aliás, bem pouco. O que preciso fazer para comprar uma ação? Qual empresa escolher para comprar uma ação? Eu pensei logo no Google, que está sempre crescendo, mas não faço a mínima idéia de como começar e o que fazer. É possível comprar uma ação por R$100,00 por exemplo? Não gostaria de gastar mais que isso nessa primeira apalpada, pois há forte chance de eu perder, pois não conheço nada… Poderia me dar uma luz?

Caro leitor, primeiramente gostaria de dizer que a primeira coisa a fazer quando se quer investir é exatamente esta: buscar informações. Mesmo com pouco dinheiro, é possível investir sim. Você até poderia comprar ações com apenas R$ 100, mas não recomendo por conta dos custos de manutenção dessa ação. Para entender sobre esses custos, recomendo a leitura de um post sobre como investir em ações, clicando aqui.

Existem alguns fundos de investimento em ações onde é possível iniciar com apenas R$ 100. Um bom exemplo é o fundo da corretora Geração Futuro. Dá uma olhada.

Investindo num fundo, você diminui consideravelmente sua “forte chance de perder”, como afirmou em seu e-mail. Com isso, você transferiria a responsabilidade do seu investimento para pessoas capacitadas, enquanto se familiariza mais com o mercado. A partir do momento que você adquirir mais confiança, poderia resgatar uma parte de suas aplicações e investir diretamente.

Por fim, recomendo também que você continue estudando sobre o assunto e busque cada vez mais informações. Continue acompanhando o blog e fique à vontade para enviar mais dúvidas. Isso vale para todo os leitores :)


jan
26
2008
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TÓPICO 05: INVESTIR É SIMPLES

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Dicas, Livros |

Antes de entender razoavelmente sobre o assunto, pensava que fazer investimentos era algo muito complicado. Mercado de ações, bolsa de valores, ibovespa, corretoras… eram termos muito que não fazia idéia do que se tratava. Depois que estudei um pouco, vi que, na verdade, as pessoas é que complicam. Aqui mesmo no blog já fizemos dois posts sobre como investir. Um deles foi sobre como investir em ações. O outro, sobre como começar a investir.Obviamente, não acertaremos sempre. Muito menos logo no início. Mesmo assim, existe várias formas de investir e a maioria é bem simples. Investir em poupança, renda fixa, fundos multi-mercados, entre outros, está a alguns cliques no mouse. Você consegue fazer isso através do internet banking do seu banco. Até mesmo investir em ações é simples. Após enviar toda a papelada para a corretora, você pode emitir ordens de compra e venda pelo computador também, através de um sistema de Home Broker.

As informações também estão acessíveis com certa facilidade. O balanço das empresas é público e pode se conseguir através dos sites delas. Existem vários livros sobre investimentos e já citamos vários aqui mesmo, tais como Pai Rico, Pai Pobre e Os Segredos da Mente Milionária.

Portanto, atingir bons rendimentos durante um longo tempo depende de vários fatores, mas começar a investir é muito simples.


jan
25
2008
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60 MIL NOVOS MILIONÁRIOS

Publicado por César França na(s) Seção(ões) Ações, Economia |

Em um ano, o Brasil elevou o número de milionários em 60 mil, segundo levantamento do BCG (The Boston Consulting Group) publicado em reportagem da edição dominical da Folha (íntegra do texto para assinantes do jornal e do UOL). No ano passado, havia 190 mil milionários no país. Em 2006, eles eram 130 mil –expansão de 46,1%.

A fortuna desses milionários está estimada em aproximadamente US$ 675 bilhões, o que equivale a praticamente metade do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Para o BCG, milionários são aqueles que têm mais de US$ 1 milhão aplicado no mercado financeiro.

André Xavier, sócio-diretor do BCG no Brasil, diz que, para identificá-los, os especialistas entrevistaram gestores de fortunas de 111 instituições financeiras em 60 países. Foi a primeira vez que uma equipe veio pessoalmente ao Brasil para fazer o levantamento.

Entre os fatores que explicam a explosão do grupo dos milionários no Brasil estão a expansão de empresas negociadas na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) em 2007, a valorização do real e os investimentos estrangeiros diretos.

O bom momento da construção civil, o fortalecimento do agronegócio no Centro-Oeste e os negócios relacionados à produção de álcool, na região Sudeste, também fizeram novos milionários, segundo os bancos de investimentos consultados.

Além disso, cresceu o time de executivos brasileiros em companhias estrangeiras recebendo parte dos salários em ações da empresa.

Ranking

Além de ser um dos países em que o número de milionários mais cresce no mundo, o Brasil é o segundo na lista dos países onde as fortunas se multiplicam mais rapidamente.

De acordo com o levantamento do BCG, nos últimos seis anos, os investimentos dos brasileiros com mais de US$ 1 milhão aumentaram a um ritmo anual médio de 22,4%, índice que só perdeu para o da China, onde as riquezas inflaram 23,4% no mesmo período.

Os especialistas do BCG detectaram ainda uma mudança de comportamento dos milionários brasileiros. Boa parte deles já prefere investir no próprio país a procurar aplicações no exterior, como fundos “off- shore” e títulos do governo norte-americano.

da Folha Online

Uma sugestão do leitor Edeílson Milhomem!
Envie também a sua sugestão para blog.queroficarrico@gmail.com


jan
24
2008
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QUANTO MAIS FED, MAIS CHEIRA…

Publicado por César França na(s) Seção(ões) Economia |

Nos últimos dias, o temor da “recessão” nos Estados Unidos tem causado uma enorme instabilidade nos mercados internacionais. Não se discute outra coisa por aqui, nem na Europa e nem na Ásia.

“A recessão é um período em que ocorre um grande declínio na taxa de crescimento econômico de uma determinada região ou país. Do ponto de vista dos empresários, recessão significa restringir as importações, produzir menos e aumentar a capacidade ociosa. Para o consumidor, significa restrição de crédito, juros altos e desestímulo para compras. Para o trabalhador, baixos salários e desemprego. Tecnicamente, para que a economia de um país entre em recessão, são necessários dois trimestres consecutivos de queda no PIB. Se o PIB crescer pouco, pode-se falar até de estagnação econômica, mas não de recessão. A recessão é formada por uma redução expressiva das atividades comerciais e industriais.
Wikipédia - Recessão

Os Estados Unidos atualmente é um grande consumidor de muitos produtos do mundo inteiro. De petróleo, por exemplo, é o maior. Por isso, o medo da recessão nos EUA vem empurrando o preço do petróleo para baixo pois, diminuindo o consumo, sobra mais e o preço cai. Então, o medo do desaquecimento da economia de lá provoca uma insegurança nos países fornecedores, principalmente naqueles em Desenvolvimento nos quais o PIB depende muito do comércio com os EUA, como o Brasil, por exemplo, causando recessão em cadeia.

Todo esse estardalhaço ainda é resultante da crise do crédito imobiliário, que estourou no ano passado e parecia ter se calado no final do ano. Buscando combater a diminuição brusca do consumo causado pelo endividamento dos americanos, esta semana o banco central de lá - chamado Federal Reserve, vulgo FED - baixou novamente a taxa de juros. Do início da crise pra cá, a taxa de juros já baixou de 5,25% pra 3,5%. A notícia fez algumas bolsas no mundo se recuperarem, mas o medo ainda não passou. No Fórum Econômico Mundial, que está rolando essa semana, a recessão nos EUA tem sido citada não mais como um risco, mas já como uma certeza.

Enquanto isso, do outro lado do mundo, a China concorre com os EUA pelo posto de maior consumidor do mundo. Desde 2005 tomou o posto dos EUA de maior mundial de grãos, como trigo e arroz, além de carne, carvão, aço, fertilizantes, televisores, geladeiras, celulares, PCs. Inclusive espera-se que até 2010 o posto de maior consumidor de energia também seja assumido pela potência asiática. Se a recessão for proclamada, esse processo pode ser ainda mais acelerado.

No Brasil, o alto escalão do Banco Central e do Governo tem defendido a tese de que estamos com a economia tão aquecida que não corremos o risco de entrar numa recessão por aqui. Anotem isso, quem falou foi o próprio Henrique Meirelles. As empresas por aqui continuam apresentando bons resultados (e descobrindo novas jazidas de gás por aí), o que deverá suportar o mercado de trabalho e a despesa em bens de investimento. Porém, alguns mercados, principalmente de produção rural, deverão sofrer um impacto significativo.


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