Textos com a tag petrobras
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FUSÃO ENTRE SADIA E PERDIGÃO CRIA A BRASIL FOODS
Publicado em 20.05.2009 por Rafael Seabra em Economia
Depois de, pelo menos, cinco tentativas de fusão, a Sadia e Perdigão anunciaram ontem (19) a fusão das duas empresas, originando a Brasil Foods, que segundo o atual presidente da Perdigão, Nildemar Secches, será “a grande multinacional brasileira de alimentos processados”. Um dos primeiros compromissos assumidos pelas companhias é a de não demitir funcionários em razão da fusão.Fundada pelas famÃlias Brandalise e Ponzoni em 1934, em Santa Catarina, a Perdigão produz atualmente mais de 2.500 itens, como frangos (inteiros e cortes), suÃnos e bovinos congelados, presuntos, mortadelas, salsichas, hambúrgueres, empanados, lasanhas, pizzas, sucos, iogurtes e leite.
Já a Sadia foi fundada em 1944 por Attilio Fontana, com aquisição do frigorÃfico Concórdia, na cidade de Concórdia, no oeste catarinense. Atualmente, tem 17 unidades de produção em nove Estados brasileiros (Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, Rio, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Goiás e Pernambuco), mais o Distrito Federal. Ao todo, emprega 60 mil profissionais –além de ter parcerias com aproximadamente 10 mil granjas de criação de aves e suÃnos.
O atual presidente da Sadia, Luiz Fernando Furlan, afirmou que a nova empresa será o maior empregador privado do PaÃs. Além disso, segundo ele, a Brasil Foods ocupará o posto de terceiro exportador brasileiro, perdendo apenas para Vale e Petrobras, que são exportadoras de commodities.
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O LADO BOM DA CRISE ECONÔMICA
Publicado em 07.04.2009 por Rafael Seabra em Economia
Uma crise da magnitude da atual sempre machuca muita gente. Riquezas são destruÃdas, empregos são perdidos e a dinâmica econômica fica prejudicada. Mas há ao menos um lado positivo: a perda de poder relativo de alguns lÃderes autoritários. O motivo é a redução do preço do petróleo.O petróleo atua como uma espécie de imposto, transferindo renda dos indivÃduos para os governos, particularmente os piores governos. Afinal, a maioria dos paÃses exportadores de petróleo é controlada por governos autoritários. Entre os maiores exportadores de petróleo estão paÃses como Arábia Saudita, Rússia, Irã, Venezuela e Nigéria. Dificilmente podemos utilizar algum desses paÃses como grande exemplo a ser seguido. E quando o preço do petróleo entra em tendência de alta, são os governos desses paÃses que mais se beneficiam.
Foi justamente o que ocorreu desde 2003, quando o preço do petróleo iniciou forte tendência de alta. O barril, que custava cerca de US$ 30 no começo de 2004, chegou a quase US$ 150 em 2008. Isso significa centenas de bilhões de dólares saindo dos bolsos dos consumidores do mundo todo para encher os cofres de polÃticos corruptos e ambiciosos. Essa montanha de recursos transferidos para governos ideologicamente retrógrados representa um risco. Basta verificar as atitudes de governos como o venezuelano e o russo, causando enorme tensão geopolÃtica. A Rússia chegou a partir para a guerra, e Hugo Chávez vem investindo pesado em armamentos, além de financiar movimentos revolucionários na região. Sem falar do Irã, cujo lÃder Ahmadinejad representa um constante perigo para Israel. Em resumo, a bolha do petróleo serviu para financiar as atrocidades de vários governos populistas e autoritários.
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INVESTIMENTOS DO FGTS NA PETROBRAS
Publicado em 29.09.2008 por Rafael Seabra em Ações
Na semana passada, o presidente Lula decidiu permitir o uso dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na capitalização que o Governo pretende realizar na Petrobras (PETR3, PETR4). A informação já foi confirmada pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que disse ainda não ter preparado o desenho da operação. Segundo ele, os detalhes serão discutidos com o Conselho Curador do FGTS no inÃcio de outubro deste ano. Lupi preside o conselho.
Assim como foi em 2000, essa opção de investimento aparece como uma excelente oportunidade para o trabalhador. Como o rendimento do FGTS é TR mais 3% ao ano [menor que o rendimento da poupança], arriscar uma parte desse patrimônio nas ações da Petrobras pode trazer retornos consideráveis no longo prazo.






















