Textos com a tag Ações
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Entenda os riscos em não declarar suas compras de ações
Publicado em 07.11.2011 por Rafael Seabra em Imposto de Renda
A maioria das pessoas começa a investir em ações de maneira bastante conservadora. Poucas ações e só de empresas enormes e estáveis, como a Petrobras e a Vale. R$1.000, R$3.000, não muito mais que isso. Na hora da declaração anual de IRPF, muitas delas pensam da seguinte forma. “Não sei declarar as ações. Tenho de aprender. Mas são tão poucas! Vale investir o meu tempo pessoal para entender as regras. Afinal, se eu vendesse hoje, eu seria isento de IR. Pensando bem: nem devo precisar declarar.”É verdade que as vendas mensais abaixo de R$20.000 são isentas de IR. Mas a declaração é obrigatória. Mais que isso, uma pessoa que não teve rendimento o ano todo, mas que comprou ações, já fica obrigada a declarar só por este motivo. Além disso, a Receita Federal geralmente não penaliza os pequenos erros de declaração que não impactam o pagamento de IR. Ou seja, ela geralmente não multa quem omite a compra de poucas ações. Mas pode. E pode por 5 anos. A gente nunca sabe se ela pode mudar as suas práticas nos próximos anos.
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Incidência do imposto de renda sobre ações
Publicado em 25.10.2011 por Rafael Seabra em Ações
Qualquer investidor que se preze deve se preocupar com a incidência do imposto de renda sobre seus investimentos. Entretanto alguns “esquecem” do impacto do IR e fazem projeções equivocadas ou até tomam decisões erradas, por escolher um investimento observando apenas a rentabilidade bruta.Para investir por um prazo de 360 dias, é melhor uma LCI que rende 10% ao ano ou um título público que rende 12% ao ano? E no caso de um fundo de ações que rende 20% ao ano e uma carteira de ações própria, que rende 18% ao ano, qual seria a melhor opção?
Nos dois exemplos apresentados, os melhores investimentos são os que possuem – teoricamente – a menor taxa. No caso da LCI e do título público, a LCI é isenta de IR e o título público, para períodos de até 360 dias, paga 20% de IR. Nesse caso, a rentabilidade líquida da LCI seria 10% ao ano e a rentabilidade do título público seria apenas 9,6% ao ano.
Mas e no caso das ações, por que o “pior” investimento seria melhor? É isso que descobriremos neste artigo.
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O que é investir?
Publicado em 26.09.2011 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Muito simples: investir significa colocar seu dinheiro para trabalhar para você. É uma forma diferente de pensar sobre como fazer dinheiro. A maioria das pessoas pensa que só podemos ganhar mais dinheiro através do trabalho. E é exatamente o que a maioria faz. Há um grande problema nisso: se você quer mais dinheiro, tem que trabalhar mais.Entretanto há um limite para a quantidade de horas por dia para trabalhar, sem mencionar o fato que ter um monte de dinheiro não é divertido se não tiver tempo livre para aproveitá-lo.
Como não é possível criar uma cópia de si mesmo para aumentar seu tempo de trabalho, você precisa enviar uma extensão de si mesmo – seu dinheiro – para trabalhar. Dessa forma, enquanto você estiver trabalhando, viajando, dormindo ou se divertindo, também está ganhando dinheiro.
Colocar o dinheiro para trabalhar para você potencializa seus ganhos independente de receber um aumento, decidir trabalhar mais horas ou procurar por um emprego com melhor salário.
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Quais os melhores investimentos para você?
Publicado em 14.09.2011 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Já respondendo à pergunta do título, os melhores investimentos são aqueles que que você possui maiores conhecimentos sobre a dinâmica deles. Faço questão de responder essa pergunta logo no início do artigo porque muitas pessoas querem começar a investir sem ter o conhecimento mínimo necessário para aplicar em determinado ativo.Antes de perguntar se é melhor investir num negócio próprio, em imóveis ou em ativos financeiros, primeiro você deveria responder a essa pergunta: “qual desses investimentos você conhece melhor ou, pelo menos, tem mais afinidade?”.
O objetivo deste artigo é discutir sobre três tipos de investimento (negócio próprio, imóveis e ativos financeiros), mostrar as vantagens e desvantagens, e dar algumas dicas sobre como investir em cada um deles.
As vantagens e desvantagens foram retiradas do excelente livro “O Segredo dos Ricos“, de Robert Kiyosaki.
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Como ganhar com a bolsa em queda
Publicado em 18.08.2011 por André Massaro em Ações
O “mundo encantado” da bolsa de valores está cheio de mitos, como aquele que diz que toda ação sobe no seu lançamento (IPO), aquele que diz que ações de primeira linha (blue chips) são mais seguras e aquele que diz que, no longo prazo, todas as ações se valorizam.Vamos nos ater um pouco a esse último mito. Muitos dirão que não é um mito, que é algo real e que pode ser comprovado. De fato, o “caminho de menor resistência” para uma ação é, via de regra, para cima (até mesmo pelo efeito inflacionário), mas isso nem sempre é verdade.
Ações caem e, às vezes, caem por muito tempo. Defensores da idéia de que ações “sempre” se valorizam no longo prazo muitas vezes apóiam suas conclusões baseados nos índices de ações. No longo prazo, todos os índices de ações sobem, mas isso não é por si só algo conclusivo, por causa de uma “coisinha” que, no jargão financeiro, é conhecida como survivorship bias (isso será assunto para um outro artigo no futuro…).
Mas ainda assim a idéia de índices subindo no longo prazo pode ser questionada. Afinal de contas, o que é longo prazo? Cada indivíduo tem uma noção própria do que é “longo prazo”. Para uma pulga, que vive em média seis semanas, duas semanas pode ser um prazo muito longo. Para uma tartaruga, cem anos pode ser um prazo altamente razoável. Mas o que é longo prazo para você?
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