Textos com a tag títulos públicos
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FUNDOS DI COM MENORES TAXAS DE ADMINISTRAÇÃO
Publicado em 08.05.2009 por Rafael Seabra em Educação Financeira, Renda Fixa
Como prometido no artigo “Poupança ganha para fundos de renda fixa“, apresento hoje os Fundos DI com as menores taxas de administração e, consequentemente, ótimos desempenhos. Eles se diferenciam dos demais fundos por apresentarem rentabilidade interessante (entre 96% e 97% do CDI, que rendeu 0,97% em março) e taxa de administração abaixo de 1% ao ano.Antes de entrar em detalhes sobre os fundos, é importante explicar o que é a taxa de administração e qual a impacto dela na rentabilidade. A taxa de administração, como o próprio nome insinua, é um percentual retirado anualmente do total investido como pagamento à administradora dos seus recursos por conta dos serviços prestados. Afinal, é justo que você pague por ela fazer seu dinheiro render. Sendo assim, quanto menor a taxa de administração, mais dinheiro você terá e, consequentemente, melhor o desempenho do fundo. Se dois fundos tiverem a mesma rentabilidade, quem tiver a menor taxa de administração terá o melhor desempenho.
É válido também frisar que há alguns anos era difícil encontrar fundos com taxa de administração abaixo de 2% ao ano para quem tinha menos de R$ 10 mil para investir. Entretanto, com a recente queda da taxa de juros e, por consequência, da rentabilidade dos fundos que investem em títulos indexados à táxa básica de juros, foram lançados alguns fundos DI com taxas de administração abaixo de 1% ao ano. E a tendência é que essa concorrência aumente a oferta de produtos com essas características.
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POUPANÇA GANHA PARA FUNDOS DE RENDA FIXA
Publicado em 06.05.2009 por Rafael Seabra em Poupança, Renda Fixa
Como já havíamos antecipado no mês passado, se a SELIC continuasse caindo (o que já era esperado), a poupança renderia mais que a grande maioria dos fundos de renda fixa. Dito e feito.Como assim?
Os cortes promovidos na Selic têm diminuído cada vez mais a diferença de rentabilidade entre poupança e fundos de renda fixa. Depois da última redução realizada pelo Copom (Comitê de Política Monetária), de 11,25% ao ano para 10,25% ao ano, apenas os fundos com taxa de administração abaixo de 1% se tornaram mais atrativos que as cadernetas.
Os dados são de estudo realizado pelo professor e economista José Dutra Sobrinho. O cálculo levou em consideração as taxas de rendimento ao mês com média de 21 dias úteis. No caso dos fundos de investimento, foi considerada uma alíquota do Imposto de Renda na ordem de 20% (aplicações entre 6 a 12 meses).
Com a Selic a 10,25% ao ano, a rentabilidade da poupança fica a 0,5752%. Os fundos de renda fixa com taxa de administração de 0,5% rendem 0,6197%, enquanto aqueles com taxa de 1% rendem 0,5863%. Com taxa a 1,5%, o fundo perde para a poupança, já que fica a 0,5531%.
“Para taxas de administração superiores a 1%, já temos problemas para quem tem fundos”, explicou o professor, que ainda disse que essa cobrança é calculada diariamente pelas administradoras dos fundos.
E como faço para investir em fundos com essa taxa de administração?
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TÍTULOS PRIVADOS: O QUE SÃO E COMO INVESTIR
Publicado em 27.04.2009 por Rafael Seabra em Ações, Renda Fixa
Já falamos (e recomendamos o investimento) várias vezes sobre títulos públicos. Emitidos pelos governo federal (mas também podem ser emitidos pelos governos estadual e municipal), esses títulos são uma ótima opção de rentabilidade e baixo risco. Boa parte das carteiras dos fundos de renda fixa são formadas por esses papéis.Entretanto, pouca gente conhece os títutos privados. Antes de falar deles, vale a pena definí-los. Títulos privados são títulos de renda fixa, emitidos por bancos ou empresas. CDB e debêntures são, respectivamente, exemplos de títulos privados. Já escrevemos sobre os CDBs mas ainda não discutimos aqui no blog sobre debêntures, que são os títulos emitidos por empresa.
As debêntures de grandes empresas – como Oi e Tractebel – têm se mostrado atrativas por dois motivos: possuem retornos bem superiores à média do mercado de renda fixa e risco razoavelmente baixo. Para se ter uma ideia, algumas chegam a pagar 125% do CDI (o juro de mercado) para aplicações com prazo de dois anos. Nada mal em se tratando de renda fixa.
Normalmente, as ofertas de debêntures ficam restritas a investidores qualificados (aqueles que dispõem acima de 300 000 reais para aplicações) e institucionais (fundos de pensão, gestores de recursos e seguradoras). Nos últimos dias, entretanto, duas companhias – a Oi e a Tractebel – decidiram estender suas ofertas também ao varejo.
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INVESTIMENTO MÍNIMO PARA TESOURO DIRETO
Publicado em 06.04.2009 por Rafael Seabra em Educação Financeira, Tesouro Direto
O leitor João Felipe nos enviou a seguinte dúvida através de nossa página de Contato: “Qual o montante mínimo recomendado para investir no Tesouro Direto?”Não existe uma recomendação de quanto você deve investir do Tesouro Direto. O que existe é um valor mínimo a ser pago pelos títulos. Então é importante entender como é calculado o valor dos títulos públicos.
Os títulos são ofertados em frações de 0,2 título, sendo esta a quantidade mínima possível de ser comprada. Desta forma, para saber o valor mínimo que pode ser investido basta multiplicar o valor de um título por 0,2.
Quanto ao valor do título, depende da opção escolhida. Como exemplo, atualmente o título mais barato seria um NTNB Principal 150824 (indexado ao IPCA), que custa R$ 646,50. Sendo assim, o menor valor para esse título seria R$ 646,50 x 0,2 = R$ 129,30.
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POUPANÇA JÁ RENDE MAIS QUE ALGUNS FUNDOS
Publicado em 19.03.2009 por Rafael Seabra em Economia, Poupança, Renda Fixa
Após a redução da taxa básica de juros, a Selic, a rentabilidade da poupança já supera a de alguns fundos de investimento. As informações são do especialista em matemática financeira José Dutra Vieira Sobrinho, que analisou os efeitos da redução da Selic nos rendimentos dessas aplicações financeiras.No levantamento, Sobrinho mostra que fundos de investimento em renda fixa com taxa de administração acima de 2% rendem menos que a poupança. O matemático considerou investimentos com mais de seis meses e menos de um ano, cujos rendimentos pagam 20% de Imposto de Renda (IR).
Sobrinho acredita que o Banco Central deve mexer na fórmula de cálculo da poupança antes da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em 28 e 29 de abril.
“Se isso não mudar, na próxima redução da Selic a maioria dos fundos vão perder para a poupança.” Para Sobrinho, o governo teria de mudar a fórmula da Taxa Referencial (TR) usada na remuneração da poupança.
“O redutor empregado na fórmula da TR faz com que os rendimentos da poupança subam conforme cai a taxa Selic”, disse.
Para o administrador de investimentos Fabio Colombo, os fundos de investimento com taxa de administração entre 0,5% e 1,5% ainda são mais rentáveis que a poupança, considerando a Selic atual de 11,25%.





















