Textos com a tag SELIC
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Entenda o rendimento da nova poupança
Publicado em 04.05.2012 por Rafael Seabra em Poupança
Como (quase) todo mundo já deve saber, o governo promoveu mudanças no rendimento da poupança. E com essas mudanças, foi retirada a maior qualidade da poupança: sua simplicidade.Enquanto praticamente todos os investidores tomaram conhecimento das alterações, pouquÃssimos realmente entenderam as mudanças e – principalmente – como será o rendimento da nova poupança.
O objetivo deste artigo é apresentar as novas regras da caderneta de poupança, explicar como ficará o rendimento a partir de agora e fazer algumas simulações para comparar a rentabilidade atual com a futura rentabilidade, a depender da Selic.
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Ainda vale a pena investir em tÃtulos públicos?
Publicado em 29.04.2012 por Rafael Seabra em Tesouro Direto
Tenho recebido muitos e-mails de leitores questionando se ainda vale a pena investir em tÃtulos públicos, diante das recentes baixas na taxa Selic e nas taxas de juros ofertadas nos tÃtulos.Minha resposta é: SIM!
Mesmo com a promessa de rentabilidade menor, ainda assim é muito vantajoso investir no Tesouro Direto, pois os juros pagos no Brasil em ativos de baixo risco ainda estão entre os maiores do mundo.
O objetivo deste artigo é discutir um pouco sobre quais em tÃtulos ainda valem a pena investir e quais alternativas para obter rentabilidades maiores no mercado.
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Como estimar a rentabilidade de investimentos pós-fixados
Publicado em 08.12.2011 por Rafael Seabra em Renda Fixa
Uma das vantagens de investir em aplicações prefixadas (rentabilidade definida no momento da compra) é que você já sabe desde o inÃcio quanto esse investimento vai render até o final do prazo.Alguns exemplos de aplicações dessa modalidade são CDBs prefixados, caderneta de poupança (apesar do pequeno acréscimo da TR) ou tÃtulos públicos prefixados (LTN e NTN-F).
O problema é que existem também opções de investimento que são pós-fixados, ou seja, a rentabilidade é definida (total ou parcialmente) pela variação de Ãndices. São os casos dos tÃtulos públicos indexados ao IPCA (NTN-B e NTN-B Principal), CDBs pós-fixados (atrelados ao CDI) ou até mesmo o aluguel de imóveis (corrigidos pelo IGP-M).
O objetivo deste artigo é apresentar uma fonte confiável para consultar estimativas do mercado para diversos Ãndices e assim projetar a rentabilidade dos seus investimentos.
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Entenda o preço dos tÃtulos públicos
Publicado em 07.10.2011 por Rafael Seabra em Tesouro Direto
Quem já investe em tÃtulos públicos, pensa em investir ou simplesmente teve a curiosidade de consultar a página de preços e taxas dos tÃtulos disponÃveis para compra, deve ter tomado um susto quando se deparou com os preços dos tÃtulos.Falo em susto porque aparentemente é complicado entender o preço dos tÃtulos públicos. Por que uma NTN-B que vence em 2035 custa R$ 2.215,92 e uma NTN-B Principal, com vencimento no mesmo ano, custa apenas R$ 559,72? Ou por que a LTN fica mais barata à medida que a data de vencimento aumenta? Ou ainda por que a LFT tem o mesmo preço, independente do vencimento?
O propósito deste artigo é responder essas perguntas, explicando cada componente do preço dos tÃtulos públicos e como o preço é formado.
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Dividendos: ótimo retorno com risco moderado
Publicado em 02.09.2011 por Rafael Seabra em Ações
O Comitê de PolÃtica Monetária (Copom) surpreendeu muita gente ao reduzir a Selic em 0,5%, passando para 12% ao ano. Por conta dessa redução, os tÃtulos públicos estão com taxas bem menores que há dois meses. Apenas como exemplo, a NTN-B Principal 150515, que tinha uma taxa de 6,5% a.a. em julho, está agora em 4,86% a.a. (consultado em 01/09/2011).Essa redução da Selic impacta diretamente nas taxas de todos os tÃtulos públicos, como expliquei no artigo “Entenda a queda das taxas de juros dos tÃtulos públicos“. E muita gente tem questionado se ainda vale a pena investir em tÃtulos públicos ou se deve esperar as taxas retornarem ao patamar anterior.
É importante entender que investir em tÃtulos públicos é uma ótima opção, pois a rentabilidade é excelente em relação a outras aplicações de renda fixa, e o risco é muito baixo. Entretanto se o investidor quiser correr algum risco, investir em empresas que pagam bons dividendos também pode ser uma alternativa, como veremos neste artigo.
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