Textos com a tag iof
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Carro com juro zero é propaganda enganosa
Publicado em 04.10.2011 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Certamente você já deve ter visto alguma propaganda divulgando um carro com juro zero. As condições são as melhores possÃveis: 50% de entrada mais saldo em 12 meses ou 55% de entrada mais saldo em 24 meses. Parece excelente, não é?O problema é que essas propagandas são enganosas. Para um financiamento ser considerado isento de taxa de juros, ele precisaria ter duas caracterÃsticas bem simples: (1) o valor do financiamento ser igual ao valor à vista e (2) o valor das parcelas ser exatamente a divisão do valor à vista pela quantidade de meses. Não é nem uma coisa nem outra.
O intuito deste artigo é mostrar que não existe carro com juro zero e explicar como as concessionárias embutem os juros para que o consumidor pague sem perceber.
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Compras com cartão de crédito mais caras no exterior
Publicado em 28.03.2011 por Rafael Seabra em Economia
Fui surpreendido (e assustado) pela notÃcia de que o governo aumentou o IOF para compras com cartões de crédito no exterior. E para quem acha que o aumento foi pequeno, é melhor se segurar na cadeira: passou de 2,38% para 6,38%.Para ter uma ideia do impacto desse aumento, se a fatura do seu cartão fechasse com o dólar valendo R$ 1,70, após a incidência do IOF (imposto sobre operações financeiras) corresponderia a R$ 1,81.
O intuito deste artigo é explicar sucintamente o que é o IOF, por que o governo elevou a esse patamar e discutir alternativas para efetuar compras no exterior, levando em consideração a situação atual.
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Regras de compra e venda de tÃtulos públicos
Publicado em 20.01.2011 por Rafael Seabra em Tesouro Direto
Tenho recebido muitas dúvidas relacionadas a como comprar, como vender, mudanças nos preços dos tÃtulos, taxas cobradas, entre muitas outras sobre o Tesouro Direto. Vários questionamentos, entretanto, são recorrentes e percebi que seria mais prudente escrever um artigo respondendo à s principais questões sobre compra e venda dos tÃtulos.O crescimento da demanda por informações sobre o investimento em tÃtulos públicos me deixa muito satisfeito, pois se trata de uma ótima opção de investimento, com baixo custo, boa rentabilidade e garantido pelo Tesouro Nacional.
O intuito deste artigo, portanto, é organizar vários questionamentos em tópicos e tentar explicar cada um deles separadamente, permitindo um melhor entendimento e complementando a leitura com links para outros artigos do Quero Ficar Rico e páginas do site do Tesouro Direto.
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PORTABILIDADE DE CRÉDITO
Publicado em 19.04.2010 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Seguindo a sugestão do leitor e amigo Igor Mesquita, vamos apresentar hoje (para quem ainda não conhece) a portabilidade de crédito. Isso mesmo! A grande maioria já ouviu falar sobre a portabilidade nas telefonias fixa e móvel, onde podemos mudar de operadora sem perder nosso número de telefone atual. O que pouca gente sabe é que pode usar a portabilidade, também, nas dÃvidas.Como já falei algumas vezes aqui no blog, o principal objetivo financeiro de qualquer pessoa deve ser, em primeiro lugar, o pagamento das dÃvidas. O motivo é muito simples: os juros que pagamos em dÃvidas com cartão de crédito, cheque especial ou financiamento é bem maior que os juros que conseguimos como rendimento na maioria das aplicações existentes.
Portanto, devemos estar atentos sobre quanto pagamos de juros nas dÃvidas que já possuÃmos e sempre buscar taxas menores para, se for o caso, fazer um novo empréstimo – com juros menores – para quitar um empréstimo já existente, que possui taxas maiores. É aà onde entra a portabilidade do crédito.
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INCIDÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA NOS INVESTIMENTOS
Publicado em 13.05.2009 por Rafael Seabra em Imposto de Renda
Escrevi no artigo anterior (“Evite erros ao escolher onde investir“) que um dos principais erros que as pessoas cometem é desconsiderar o fator tributário na hora de escolher um fundo de investimento ou mesmo um prazo para deixar o dinheiro investido.Muita gente não sabe, mas a “culpa” da poupança render mais que muitos fundos no curto prazo é do imposto de renda. Enquanto não há incidência de imposto de renda sobre os rendimentos da poupança, o imposto sobre alguns fundos pode ser de até 35% (!) sobre a rentabilidade. Esse é apenas mais um dos motivos para não considerar apenas a rentabilidade dos fundos.
A seguir, mostrarei os principais tipos de fundos de investimento, com os prazos de investimento e as respectivas alÃquotas:




















