Textos com a tag investimentos
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OPÇÕES DE INVESTIMENTO – FUNDOS DE INVESTIMENTO
Publicado em 17.07.2008 por Rafael Seabra em Ações, Educação Financeira
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OPÇÕES DE INVESTIMENTO – AÇÕES
Publicado em 16.07.2008 por Rafael Seabra em Ações, Educação Financeira
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QUAL O MELHOR INVESTIMENTO?
Publicado em 08.05.2008 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Essa é uma das perguntas mais aparecem quando alguém vai começar a investir e que aplicar suas economias. O pior é que a resposta sempre é a mesma: depende. Lendo a reportagem “O que considerar antes de investir?“, na UOL, descobri que a maior preocupação das pessoas é o risco. Faz até sentido, mas me intrigou por um motivo: o risco advém da falta de conhecimento. Entendendo realmente cada tipo de investimento, você consegue manter o risco sob controle.Mas, voltando à pergunta do tÃtulo, acredito também que a resposta é personalizada. Depende de cada um, mas não é tão difÃcil de decidir. Basta considerar os quatro fatores abaixo:- Valor: quanto você pode investir? Planeje metas confortáveis e de acordo com seu orçamento. Não adianta investir todo o seu 13º salário hoje, se amanhã terá de resgatá-lo. É melhor investir uma pequena parte do valor, e deixá-lo aplicado por bastante tempo, do que colocar uma grande quantia e precisar dela depois. Definido o valor, verifique as aplicações que permitem o aporte de acordo com o seu planejamento.
- Prazo: por quanto tempo você quer e pode manter o dinheiro investido? Quando “expira” sua meta? A melhor aplicação para você vai depender do tempo que tiver para investir. Avalie o tempo mÃnimo de investimento de cada aplicação e escolha aquela que condiz com seus objetivos.
- Risco: que tipo de risco está disposto a correr? O seu perfil de risco vai indicar o melhor investimento para você. Além disso, o tempo que tiver para investir também pode ajudá-lo a decidir. Por exemplo: quanto mais jovem for, mais risco poderá correr, pois, em caso de eventuais perdas, terá tempo suficiente para recuperar o patrimônio. Agora, se tiver um tempo mais “apertado”, é melhor buscar aplicações mais conservadoras, que lhe garantam um ganho menor, porém mais seguro.
- Retorno: qual retorno quer alcançar? Essa questão está diretamente ligada à anterior. Quanto maior o risco que quiser, e puder, correr, maior será o retorno do seu investimento.
Levando esses fatores em consideração, qual o melhor investimento para você?
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ESCOLHA A ESTRATÉGIA CERTA PARA INVESTIR NA CRISE
Publicado em 01.04.2008 por Rafael Seabra em Ações, Educação Financeira, Poupança, Renda Fixa
Até recentemente, investir em ações era voar em céu de brigadeiro. Nada mais certo do que ganhar algum no fim do mês. Há algum tempo, porém, a Bolsa não deixa que os investidores tenham um só minuto de sossego. A crise nos Estados Unidos, que começou com um problema no mercado de subprime, se estendeu para uma crise de crédito e hoje ganha contornos de crise bancária. E agora, o que fazer com seus investimentos diante desta situação?Mantenha a estratégia
Em primeiro lugar, ponha a cabeça no lugar. Se você fez a lição de casa e parou para definir uma estratégia de investimentos antes de alocar seu dinheiro em fundos ou ações, fique firme. Com crise ou sem crise, não dá para ficar mudando de estratégia toda hora. Senão, a chance de perder dinheiro é muito grande. Mantenha o foco no longo prazo e nos seus objetivos. Se a pessoa decidir que tem que ter x% em Bolsa, mantenha essa decisão”, aconselha Mário Alves Barbosa Filho, da Argumento Consultoria de Investimentos.Objetivos
Só reavalie os investimentos se os seus objetivos mudaram. Por exemplo: você iria comprar um apartamento daqui a 5 anos e agora vai comprar daqui a dois anos. Claro que tem que correr menos risco. E aà é hora de tirar o dinheiro da renda variável para um investimento mais conservador. O certo é que quem precisa de recursos investidos em Bolsa em um ano, um ano e meio, toma esses tombos e dificilmente se recupera. “Quanto maior o horizonte de investimento, maior o fôlego para agüentar estas chacoalhadas”, diz Barbosa Filho.Hora de comprar
Na visão dos analistas, o momento em que as ações caem de preço é a hora de comprar, e não de vender. Fernando Camargo Luiz, da Orbe Investimentos, avisa que com as quedas da Bolsa existem no mercado papéis muito baratos, verdadeiras pechinchas. Mas ele não aconselha ninguém a operar sozinho. “Se quiser investir em ações, procure um bom fundo. Com o cenário de muita volatilidade, a chance de perder dinheiro é grande. Deixe isso nas mãos de quem é experiente”, arremata.Sem band-aid
Quem não suporta nem pensar em perder um centavo sequer, mantenha os olhos – e o bolso – fixos nos fundos DI. “Esse é para quem não quer ter nenhuma ferida, nenhum band-aid”, brinca Thiago de Castro, sócio da Tag Investimentos.Ao lado da poupança, o DI é considerado o investimento mais conservador de todos. Isso porque está lastreado em tÃtulos do governo com rendimento pós-fixado; ou seja, acompanha os movimentos da taxa de juros. A poupança é mais indicada para pequenos investimentos que não conseguem obter taxas de administração competitivas, abaixo de 2% ao ano.
Thiago lembra, porém, que é bom que as pessoas se acostumem com a volatilidade. No longo prazo, o cenário é de queda da taxa de juros. E para conseguir uma rentabilidade maior, terão de arriscar mais.
E o ouro?
O ouro tem batido recordes sobre recordes, mas deve ser visto como uma reserva de valor, não como um investimento propriamente dito. Quem compra ouro não tem nenhum tipo de rendimento, como juros ou dividendos. Tem ouro. Se, ao vender, o preço estiver menor do que quando você comprou, você perdeu dinheiro. Não obteve nada durante o perÃodo em que teve a propriedade do metal. Além disso, a compra do ouro envolve taxas elevadas com custódia. E o investimento, por si só, é bastante elevado. Como diversificação, é aconselhável apenas para quem tem muito dinheiro para investir.Fonte: UOL
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13 DICAS PARA SUA INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA
Publicado em 13.03.2008 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Material escolar, viagens, festas, férias e contas adquiridas no fim de ano. Esses são apenas alguns dos gastos a mais que ainda são sentidos nesses primeiros meses de 2008. Isso sem contar as contas mensais, como vestuário, habitação, alimentação, saúde, etc.Esse acúmulo de compromissos faz com que os primeiros meses do ano tenham cor vermelha no extrato bancário, o que terá reflexo durante todo o restante de 2008.
Entretanto, existem meios de minimizar o impacto dessas contas em seu orçamento, sem deixar de se divertir, mas para isso é necessário que se tome algumas atitudes. Recentemente, Reinaldo Domingos, consultor e terapeuta financeiro, autor do livro Terapia Financeira, criou a metodologia DiSOP (Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar), onde descreve importantes passos para que você alcance sua independência financeira e gerencie melhor suas finanças pessoais. Veja alguns desses passos:
- Realizar uma planilha com todos os gastos, onde devem constar até mesmo baladas, lanchinhos, gorjetas, etc;
- Coloque em seu orçamento mensal as parcelas das despesas de fim de 2007 (caso haja), assim você verá que o dinheiro disponÃvel para o mês será menor e você se controlará melhor;
- Estabelecer os sonhos (objetivos) para o ano e colocá-los em seu orçamento de 2008 deve ser sua prioridade no ano que se inicia. Pode ser um curso de pós-graduação, uma viagem para o exterior, uma casa ou até mesmo uma reserva para sua aposentadoria;
- Tomar cuidado na hora de parcelar viagens. Sempre pense: Será que vale a pena passar dificuldades durante todo o ano por alguns dias de diversão? Será que uma viagem mais barata e dentro do meu orçamento não irá me satisfazer?;
- Ter controle na hora de ir às festas. Não é porque está de férias que tem que participar de festas todos os dias. Existem outras programações, gratuitas, que podem proporcionar a mesma diversão, como um passeio num parque, uma reunião de amigos para assistir um filme, entre outras;
- Destinar parte de seus rendimentos (de 10 à 20%) para começar a poupar, sempre atrelando essa poupança a um sonho ou objetivo;
- Realizar pesquisas e comprar materiais escolares em grupo. Isso pode ser com seus colegas de classe e quanto maior o volume de compras, maior seu poder de negociação e menor será o custo dos materiais adquiridos;
- Seja o mais objetivo possÃvel na hora de comprar. Focar simplesmente os materiais que são necessários e não as modas que poderão aumentar em muito suas despesas;
- Evitar a todo custo entrar no limite do cheque especial e(ou) pagar a parcela mÃnima do cartão de crédito. Essas são armadilhas para o desequilÃbrio financeiro, em função dos altos juros;
- Em caso de já estar devedor no cheque especial, procure seu gerente bancário e negocie essa linha de crédito de um juros de aproximadamente 10% ao mês para uma linha com juros de no máximo 2,5% ao mês. Com parcelas que caibam em seu orçamento, se necessário, alongue o prazo;
- Uma boa alternativa quando estiver endividado é ter uma conversa franca com os seus pais. Eles têm uma experiência maior e podem auxiliar na busca de alternativas;
- Se você tiver uma aplicação, como dinheiro guardado estrategicamente para imprevistos ou objetivos, não resgate na primeira dificuldade financeira. Procure combater a causa do seu endividamento e não o efeito;
- Aproveite a vida da melhor maneira possÃvel, isso é o direito de todos os jovens, mas um pouco de responsabilidade fará com que isso não prejudique seus próximos anos e alcance sua saúde financeira.





















