Textos com a tag Imóveis
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Como calcular juros de financiamento no Excel
Publicado em 17.02.2010 por César França em Curiosidades

Financiamentos são coisas bastante úteis quando utilizadas com inteligência. Geralmente só ouvimos falar de financiamentos quando o assunto é compra de carros ou imóveis.
No entanto eles estão muito mais presentes do que imaginamos. Por exemplo, ao comprar coisas e dividir no cartão de crédito, estamos adquirindo uma espécie de financiamento, mas com crédito pré-aprovado e – normalmente – sem juros!
Mas quando entram os juros… você sabe calcular o valor das parcelas?
Veja neste post algumas dicas para calcular o valor de parcelas e valor dos juros envolvidos em um financiamento.
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NOVA LEI DO INQUILINATO
Publicado em 25.01.2010 por Rafael Seabra em Imóveis
Aprovada em dezembro de 2009, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei do Inquilinato entrou em vigor hoje, segunda-feira (25). Algumas das alterações beneficiam locadores e locatários.A lei que rege o aluguel estava mesmo precisando de mudanças. Ela era muito antiga e deixava de fora situações importantes que foram surgindo na sociedade ao longo dos anos. Por exemplo, um casal em união estável, quando se separava, tinha muita dificuldade em saber definir como ficaria a situação do imóvel alugado. Sem falar que muitas vezes o fiador estava relacionado ao integrante que deixava o imóvel. Agora a lei contempla esses casais e esses fiadores.
Inquilinos x locadores
Para quem acredita que a nova lei beneficiará mais os proprietários do que os locadores, já que prevê – entre outras coisas – um despejo mais rápido para quem atrasa o aluguel, por exemplo, não é bem assim.
Ninguém será prejudicado. É bom lembrar que nenhum direito foi alterado. A nova lei apenas dá um basta em contratos que eram assinados, mas não eram cumpridos. Infelizmente, chegou um momento em que a pessoa se comprometia a pagar um aluguel, não pagava, e o proprietário não conseguia tirá-la do imóvel e amargava um prejuÃzo. Resumindo, a lei diz que você vai ter que cumprir o que prometeu. A mesma coisa cabe ao proprietário, que precisa manter o imóvel em ordem, respeitar os prazos de contrato, entre outras coisas.
BenefÃcios
A lei será muito benéfica para os brasileiros que põem para alugar e alugam imóvel. Para quem vai alugar, a lei traz grandes facilidades. Antes, conseguir um inquilino era um grande problema para quem queria alugar. Agora é possÃvel firmar contrato sem a presença de um fiador. Isso facilita a vida de milhares de pessoas.
Já para quem tem um imóvel para alugar, a facilidade acontece porque essa nova lei traz garantias de que o proprietário não vai amargar prejuÃzos. Não há números estatÃsticos, mas no Brasil há muitos imóveis que poderiam ser alugados, mas que o dono prefere deixar fechado a alugar e enfrentar problemas, como destruição do patrimônio, não recebimento da renda com que contava, entre outros. Além do mais, se existir mais imóveis no mercado e menos medo de prejuÃzo por parte dos proprietários, há grande chances do aluguel ficar mais barato.
Confira abaixo algumas das principais mudanças na lei, relacionadas aos aluguéis residenciais:
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O QUE É LIQUIDEZ?
Publicado em 05.06.2009 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Recebi alguns e-mails com dúvidas sobre o que seria liquidez, qual a vantagem de um fundo (ou investimento) ser mais lÃquido que o outro e, até mesmo, confundindo o termo com outras coisas, como rentabilidade, por exemplo.Por conta disso, resolvi escrever este artigo, não apenas para definir o termo, mas também para mostrar sua importância e dar alguns exemplos. Citarei vários tipos de investimentos, informando a liquidez de cada um e explicando o motivo dele ser muito ou pouco lÃquido.
Segundo o Wikipedia:
Liquidez é um conceito econômico que considera a facilidade com que um ativo pode ser convertido no meio de troca da economia, ou seja, é a facilidade com que ele pode ser convertido em dinheiro. O grau de agilidade de conversão de um investimento sem perda significativa de seu valor mede sua liquidez.
Em outras palavras, é a capacidade de transformar um ativo (bens ou investimentos) em dinheiro. Quanto mais rápido for essa conversão, mais lÃquido esse bem será.
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EMPRÉSTIMO CORRIGIDO PELA POUPANÇA
Publicado em 18.05.2009 por Rafael Seabra em Educação Financeira, Poupança
O leitor Batista, através do artigo “Entenda o cálculo da poupança“, enviou a seguinte pergunta: “Emprestei a um parente R$ 40 mil em outubro de 2007 e ele ficou de me devolver como se o dinheiro estivesse investido na poupança. Em julho de 2008, emprestei mais R$ 27 mil nos mesmos moldes do empréstimo anterior. Quanto ele deve me pagar, já que prometeu o pagamento para o final desse mês?”Como não é a primeira vez que nos fizeram esse tipo de pergunta, achei interessante criar um artigo sobre o assunto, já que deve ser uma dúvida de muitas pessoas. Na teoria, a resposta é bem simples. Basta aplicar o Ãndice de correção da poupança durante todos os meses entre a data do empréstimo e a data do pagamento.
Entretanto, ao contrário do que a maioria de vocês pensa, na prática também é simples (!). Existe um excelente site (Cálculo Exato) que permite atualizar valores por diversos Ãndices financeiros, tais como IGP-M (utilizado para correção de aluguéis), INCC (usado para correção de prestações de imóveis), além da rentabilidade da caderneta de poupança.
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DISCIPLINA É O SEGREDO DO SUCESSO
Publicado em 23.04.2009 por Rafael Seabra em Ações, Educação Financeira, Imóveis
Estava refletindo, depois de tantos anos gerindo recursos de terceiros, que tipo de atitude é a mais importante em termos de aplicações. Assim como dizem que para escolher um imóvel três coisas são importantes – localização, localização e localização -, ficou muito claro para mim que, no caso de gestão de recursos, é preciso disciplina, disciplina e disciplina. Mas o que significa ter disciplina de investimento?Acho que dá para escrever um livro sobre esta definição… Mas, por hoje, vamos assumir que significa cumprir aquilo que foi planejado para o investimento. Não cair em modismo, não ficar mudando de estratégia a cada sinal contrário, não se “apaixonar” pelo investimento e, entre outras tantas coisas, não correr riscos inadequados. Não estou falando aqui de longo ou curto prazo nem de ser conservador ou agressivo, mas apenas de ter consistência de objetivos e estratégias de investimento ao longo do tempo.
Para tentar tornar o conceito menos árido, vamos a um exemplo com fundos de ações. É muito comum ver gestores que em determinados momentos correm para ações que pagam bons dividendos, em outros buscam setores com alto potencial de crescimento, em outros empresas cÃclicas e assim por diante. Este tipo de gestão acaba sendo apreciado porque mostra dinamismo e boas histórias de investimento. O problema é que geralmente cria pouco valor no longo prazo, pois a inconsistência de estratégia gera a necessidade de brilhantismo para estar sempre acertando qual a melhor estratégia do momento.





















