Textos com a tag ibovespa
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Investir em ações é diferente de investir no Ibovespa
Publicado em 04.11.2011 por Rafael Seabra em Ações
Quando queremos comparar o desempenho do mercado de ações com outros mercados, a principal ferramenta de comparação é o desempenho do Ibovespa, principal índice da BM&FBovespa. Já quando falamos em renda fixa, utiliza-se a variação do CDI em determinado período.Partindo deste princípio, é possível chegar a conclusões como “nos últimos 17 anos, a renda fixa ganhou da bolsa de valores“. No entanto, a conclusão correta por trás dessa afirmação é que a performance do CDI foi melhor que o Ibovespa nos últimos 17 anos. E não que investir em ativos de renda fixa é melhor que investir em ações.
O objetivo deste artigo é mostrar que existe uma grande diferença entre investir em ações e investir no Ibovespa. Para tanto, vou explicar o que significa investir em cada um deles e dar exemplos reais para mostrar essa distinção.
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Mercados futuros: o encanto dos contratos futuros
Publicado em 31.05.2011 por André Massaro em Ações
Você já ouviu falar em “mercados futuros”? Tem alguma idéia do que seja? Vamos começar com uma breve e superficial explicação: Um “contrato futuro” (é assim que se refere a um derivativo negociado nos “mercados futuros”) é um acordo entre um comprador e um vendedor, no qual o vendedor se compromete a comprar determinado item (geralmente uma commodity ou um ativo financeiro) por um preço pré-estabelecido, em uma data definida no futuro (daí o nome).Teoricamente, qualquer um pode fazer uma compra ou venda “futura”. Eu poderia lhe vender hoje o meu carro, por um preço definido entre nós, para entrega daqui a um mês. Em 30 dias lhe entregarei o carro e você me dará a quantia que combinamos. Seria um contrato futuro, tecnicamente falando.
Mas quando se fala em “contratos futuros” em um contexto de mercado financeiro, estamos falando de instrumentos que são, necessariamente, negociados em bolsas de valores de forma padronizada. Ou seja, existem alguns tipos de contratos futuros que variam conforme o valor, o vencimento e o tipo de mercadoria (ou ativo financeiro) a que ele se refere, ma não há qualquer variação entre esses contratos pré-determinados.
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Melhores Fundos Imobiliários em 2010
Publicado em 31.01.2011 por Rafael Seabra em Imóveis
O ano que passou foi um divisor de águas para os fundos imobiliários. De desconhecidos a um dos melhores investimentos em 2010, esses fundos apresentaram cresceram em todos os aspectos, desde número de negociações e liquidez até ótimas rentabilidades e dividendos distribuídos.De acordo com o ótimo Relatório Anual dos Fundos Imobiliários, elaborado por Sérgio Belleza com a colaboração do parceiro Henrique Carvalho, os principais fatores que contribuiram para esse grande crescimento foram: crescimento no volume de emissões aprovadas pela CVM, entrada dos grandes bancos de investimento no setor, a rentabilidade expressiva e aumento da liquidez no mercado secundário.
O intuito deste artigo é apresentar os resultados dos principais fundos imobiliários no ano passado, em termos de rentabilidade e dividend yield. Se ainda não conhece os fundos imobiliários, recomendo a prévia leitura do artigo “FII: Fundo de Investimento Imobiliário“.
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O que é um fundo de índice (ETF)?
Publicado em 24.12.2010 por Rafael Seabra em Ações
Os fundos de investimento em índice com cotas negociadas em bolsa ou mercado de balcão organizado – conhecidos internacionalmente como Exchange Traded Funds (ETFs) – permitem que os aplicadores adotem novas estratégias de investimento.Os ETFs são exemplo de uma história de rápido sucesso internacional. Desde que o primeiro fundo autorizado surgiu no Canadá, em 1990, esse produto foi se desenvolvendo consideravelmente, em especial, nos Estados Unidos, onde o primeiro fundo foi autorizado a operar pela SEC, em 1993. Por volta do ano 2000, a idéia se internacionalizou definitivamente e surgiram ETFs em Hong Kong e na Alemanha. Hoje, são uma realidade nos principais mercados bursáteis do mundo, como Japão, Espanha, Cingapura e mercados emergentes, como o México.
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RANKING DAS PRINCIPAIS APLICAÇÕES FINANCEIRAS
Publicado em 11.08.2009 por César França em Economia
Ao longo deste ano, tivemos alguns eventos bastante significativos para o dia-a-dia dos investidores domésticos.
O primeiro deles, é lógico, a crise econômica – que fez os mercados de valores desabarem e instalou o medo na concessão de crédito no mundo inteiro.
Daí, para forçar uma recuperação ágil, o BC vem fazendo cortes na taxa básica de juros brasileira – o que mexe na rentabilidade de todos os fundos de investimento, e até mesmo dos planos de previdência privada.
Depois, o governo mexe nas regras da poupança, anuncia que vai cobrar imposto e causa uma baita confusão na cabeça dos cidadãos sobre a segurança e a rentabilidade do investimento mais popular do país.
Na semana passada acompanhamos mais um importante capítulo sobre a crise econômica mundial: Obama anuncia que “o pior já passou” nos EUA. Imediatamente o bom humor global é restaurado e as bolsas voltam a subir pelo mundo. No Brasil, o efeito não foi diferente.
Diante de todos estes acontecimentos, o que sobra pro investidor é a pergunta: E agora, o que eu faço com o meu dinheiro?























