Textos com a tag falência
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PROPAGANDA FURADA
Publicado em 30.12.2008 por Rafael Seabra em Curiosidades
Não é novidade para ninguém que a crise financeira trouxe problemas de grandes proporções para investidores, bancos e empresas. Já escrevi um artigo que explica como toda essa crise começou. A Organização Mundial de Saúde já fez um alerta para o aumento de suicídios durante a crise. Também por conta da crise, as demissões nos EUA (e em todo o mundo) têm atingido níveis que a algum tempo não se via.Existem também muitas críticas quanto aos pacotes de ajuda ao setor financeiro, que privilegia os bancos em detrimento à economia em geral. Uma charge no excelente blog Outro Lado da Moeda retrata perfeitamente como funcionam esses planos de resgate.
Pegando o gancho dessa charge e deixando a parte séria da crise de lado, a revista Exame dessa quinzena fez uma reportagem bem legal sobre os slogans de algumas instituições financeiras que quebraram ou passaram por graves problemas recentemente.
A seguir, as empresas com seus respectivos slogans, além do que aconteceu com cada uma delas:
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ENTENDA A CRISE FINANCEIRA
Publicado em 08.10.2008 por Rafael Seabra em Economia
Segunda-feira, 6 de outubro de 2008, foi um dia de pânico para os mercados financeiros em todo o mundo. A Bovespa suspendeu o pregão por duas vezes, através de um mecanismo de segurança chamado “circuit breaker“. Bolsas do mundo inteiro também sofreram grandes quedas. As bolsas de valores da Ásia e Europa viveram um dia de quedas abruptas. Na primeira sessão após a aprovação do pacote de resgate norte-americano, Tóquio perdeu 4,2% e Hong Kong, 3,4%. Quedas entre 7% e 9% ocorreram também em Londres, Paris e Frankfurt. Em Moscou, a bolsa despencou 19%. Em todos estes casos, as quedas foram puxadas pelo desabamento das ações de bancos importantes. Em São Paulo, os negócios foram interrompidos duas vezes, quando quedas drásticas acionaram as regras que mandam suspender os negócios em caso de instabilidade extrema. Apesar da intervenção do Banco Central, o dólar chegou a R$ 2,20.A crise iniciada há pouco mais de um ano, no setor de empréstimos hipotecários dos Estados Unidos, teve dois fatos importantes nos últimos dias. Entre 15 e 16 de setembro, a falência de grandes instituições financeiras norte-americanas deixou claro que a devastação não iria ficar restrita ao setor imobiliário. Em 12/9, o banco de investimentos Lehman Brothers quebrou, depois que as autoridades monetárias recusaram-se a resgatá-lo. No mesmo dia, o Merrill Lynch anunciou sua venda para o Bank of America. Em 15/9, a mega-seguradora AIG (a maior do mundo, até há alguns meses) anunciou que estava insolvente, sendo nacionalizada no dia seguinte com aporte estatal de US$ 85 bilhões. No início de outubro, começou a disseminar-se a sensação de que o pacote de 700 bilhões de dólares montado pela Casa Branca para tentar o resgate produziria efeitos muito limitados. Como veremos a seguir, o pacote é um conjunto de medidas que socorre com dinheiro público as instituições financeiras mais afetadas, mas não assegura que os recursos irriguem a economia, muito menos protege as famílias endividadas.




















