Textos com a tag cheque especial
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Como negociar suas dÃvidas
Publicado em 13.03.2012 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Quem já passou por apertos financeiros, sabe que não existe nada melhor que a tranquilidade financeira. O problema de estar endividado é que esta situação não traz problemas apenas para o bolso: afeta também a saúde e os relacionamentos.Por conta disso, muitas pessoas se desesperam e tomam atitudes inconsequentes (“estouram” o limite de vários cartões de crédito, entram no cheque especial, entre outros), por vezes agravando ainda mais o problema.
O objetivo deste artigo é apresentar diversas alternativas para montar um planejamento para negociar suas dÃvidas e ações que podem ser tomadas de forma a acelerar o processo do pagamento dos débitos.
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Quitar dÃvidas ou investir?
Publicado em 30.05.2011 por Rafael Seabra em Educação Financeira
A descoberta da Educação Financeira mexe muito com as pessoas. Recebemos diversos e-mails e comentários agradecendo pelas dicas e até se lamentando por não ter tomado conhecimento sobre como lidar com o dinheiro a mais tempo.Além das sugestões sobre como controlar as dÃvidas ou como poupar dinheiro, as pessoas têm se interessado cada vez mais por aprender a investir seu dinheiro. Às vezes, mesmo ainda tendo algumas dÃvidas a pagar, elas já começam a poupar parte do salário para colocar na poupança ou destinar a outros investimentos. O que alguns não sabem, entretanto, é que o pagamento das dÃvidas deve ser prioridade, em 99,9% dos casos.
O propósito deste artigo é deixar claro porque devemos quitar dÃvidas antes de começar a investir. Para tanto, é primordial saber o que é uma “dÃvida cara”, priorizar o pagamento dessas dÃvidas e só então se preocupar com investimentos.
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Juros abusivos: até onde o endividamento é culpa nossa?
Publicado em 13.07.2010 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Li um excelente artigo sobre os juros abusivos, escrito pelo consultor financeiro Reinaldo Domingos, e resolvi compartilhar não apenas o conteúdo, mas também minhas opiniões sobre os juros cobrados no Brasil sem nenhuma regulação por parte do governo federal, seja através do Banco Central ou por uma agência reguladora.De cara, faço alguns questionamentos que acho pertinentes: se o FGTS paga apenas 3% ao ano; a poupança, 6,5% ao ano; a SELIC, por volta de 10,25% ao ano; por que o governo permite que um cartão de crédito cobre 12% ao mês (!), que dá bem mais de 100% ao ano? Por que não existe uma agência reguladora para os bancos, assim como existe a Anatel para telefonia, a Aneel para energia elétrica, entre tantas outras agências reguladoras?
O propósito desse artigo é responder essas perguntas e discutir um pouco sobre os juros abusivos cobrados pelas instituições financeiras, o endividamento da população e, por fim, a importância da educação financeira para o consumidor saber como evitar essas armadilhas.
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PORTABILIDADE DE CRÉDITO
Publicado em 19.04.2010 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Seguindo a sugestão do leitor e amigo Igor Mesquita, vamos apresentar hoje (para quem ainda não conhece) a portabilidade de crédito. Isso mesmo! A grande maioria já ouviu falar sobre a portabilidade nas telefonias fixa e móvel, onde podemos mudar de operadora sem perder nosso número de telefone atual. O que pouca gente sabe é que pode usar a portabilidade, também, nas dÃvidas.Como já falei algumas vezes aqui no blog, o principal objetivo financeiro de qualquer pessoa deve ser, em primeiro lugar, o pagamento das dÃvidas. O motivo é muito simples: os juros que pagamos em dÃvidas com cartão de crédito, cheque especial ou financiamento é bem maior que os juros que conseguimos como rendimento na maioria das aplicações existentes.
Portanto, devemos estar atentos sobre quanto pagamos de juros nas dÃvidas que já possuÃmos e sempre buscar taxas menores para, se for o caso, fazer um novo empréstimo – com juros menores – para quitar um empréstimo já existente, que possui taxas maiores. É aà onde entra a portabilidade do crédito.
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CUIDADOS AO TOMAR UM EMPRÉSTIMO
Publicado em 02.02.2010 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Com os juros da economia em nÃveis tão altos quanto os que observamos atualmente, fazer uso de empréstimos pessoais e financiamentos acaba sendo uma péssima prática para a saúde financeira de qualquer leitor. A palavra de ordem hoje é investir.Porém, ao mesmo tempo em que observamos taxas de juros para investimentos tão interessantes, sofremos uma forte pressão no orçamento doméstico decorrente do constante aumento de preços, enquanto nossos ganhos mantêm-se estáveis. A conseqüência disso é que muitos leitores, sem conseguir reduzir seus gastos no mesmo ritmo em que os preços sobem, acabam tendo que recorrer a empréstimos. Nessas horas, é preciso planejar bem o compromisso que será assumido, para que o problema de hoje não se torne um tormento amanhã.
Veja como funciona cada modalidade de empréstimo:





















