Categoria: Renda Fixa
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TÃTULOS PRIVADOS: O QUE SÃO E COMO INVESTIR
Publicado em 27.04.2009 por Rafael Seabra em Ações, Renda Fixa
Já falamos (e recomendamos o investimento) várias vezes sobre tÃtulos públicos. Emitidos pelos governo federal (mas também podem ser emitidos pelos governos estadual e municipal), esses tÃtulos são uma ótima opção de rentabilidade e baixo risco. Boa parte das carteiras dos fundos de renda fixa são formadas por esses papéis.Entretanto, pouca gente conhece os tÃtutos privados. Antes de falar deles, vale a pena definÃ-los. TÃtulos privados são tÃtulos de renda fixa, emitidos por bancos ou empresas. CDB e debêntures são, respectivamente, exemplos de tÃtulos privados. Já escrevemos sobre os CDBs mas ainda não discutimos aqui no blog sobre debêntures, que são os tÃtulos emitidos por empresa.
As debêntures de grandes empresas – como Oi e Tractebel – têm se mostrado atrativas por dois motivos: possuem retornos bem superiores à média do mercado de renda fixa e risco razoavelmente baixo. Para se ter uma ideia, algumas chegam a pagar 125% do CDI (o juro de mercado) para aplicações com prazo de dois anos. Nada mal em se tratando de renda fixa.
Normalmente, as ofertas de debêntures ficam restritas a investidores qualificados (aqueles que dispõem acima de 300 000 reais para aplicações) e institucionais (fundos de pensão, gestores de recursos e seguradoras). Nos últimos dias, entretanto, duas companhias – a Oi e a Tractebel – decidiram estender suas ofertas também ao varejo.
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POUPANÇA Jà RENDE MAIS QUE ALGUNS FUNDOS
Publicado em 19.03.2009 por Rafael Seabra em Economia, Poupança, Renda Fixa
Após a redução da taxa básica de juros, a Selic, a rentabilidade da poupança já supera a de alguns fundos de investimento. As informações são do especialista em matemática financeira José Dutra Vieira Sobrinho, que analisou os efeitos da redução da Selic nos rendimentos dessas aplicações financeiras.No levantamento, Sobrinho mostra que fundos de investimento em renda fixa com taxa de administração acima de 2% rendem menos que a poupança. O matemático considerou investimentos com mais de seis meses e menos de um ano, cujos rendimentos pagam 20% de Imposto de Renda (IR).
Sobrinho acredita que o Banco Central deve mexer na fórmula de cálculo da poupança antes da próxima reunião do Comitê de PolÃtica Monetária (Copom), em 28 e 29 de abril.
“Se isso não mudar, na próxima redução da Selic a maioria dos fundos vão perder para a poupança.” Para Sobrinho, o governo teria de mudar a fórmula da Taxa Referencial (TR) usada na remuneração da poupança.
“O redutor empregado na fórmula da TR faz com que os rendimentos da poupança subam conforme cai a taxa Selic”, disse.
Para o administrador de investimentos Fabio Colombo, os fundos de investimento com taxa de administração entre 0,5% e 1,5% ainda são mais rentáveis que a poupança, considerando a Selic atual de 11,25%.
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PREVIDÊNCIA PRIVADA OU FUNDO DE RENDA FIXA?
Publicado em 02.03.2009 por Rafael Seabra em Ações, Educação Financeira, Renda Fixa
O leitor André Luiz nos enviou a seguinte pergunta: “A pouco nasceu minha linda filha e estou querendo guardar dinheiro para ela no futuro. Queria saber de vocês o que seria melhor: uma previdência privada ou um fundo de renda fixa de longo prazo?”Agradeço primeiramente o contato e te parabenizo pelo nascimento da tua filha e pela iniciativa de investir no futuro dela, independente do produto financeiro que você escolher.
Quanto a sua pergunta, tanto a previdência privada quanto fundos de renda fixa podem ser boas opções, mas ambos possuem vantagens e desvantagens. Cabe a você decidir o que seria melhor. Detalho a seguir quais seriam essas vantagens.
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DIFERENÇA ENTRE FUNDO DI E RENDA FIXA
Publicado em 11.11.2008 por Rafael Seabra em Renda Fixa
Falamos no artigo anterior sobre as diferenças entre fundos com carteiras de curto e longo prazo. Mas existe uma outra dúvida relacionada aos fundos de baixo risco existentes no mercado: qual a diferença entre fundos DI e fundos de renda fixa? E em qual devo investir?O que é fundo DI?
Os fundos DI tendem a acompanhar o CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Esses certificados são tÃtulos emitidos pelos bancos como forma de captação ou aplicação de recursos excedentes. O CDI representa a taxa de juros aplicada nos empréstimos interbancários.
Portanto, para tentar acompanhar esse rendimento, já que o CDI não é negociado para pessoas fÃsicas (ao contrário do CDB), os fundos DI investem em tÃtulos pós-fixados, como os tÃtulos indexados pela SELIC. Assim eles acompanham a taxa de juros do mercado, refletindo proporcionalmente o CDI.
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FUNDOS REFERENCIADO DI: LONGO PRAZO, CURTO PRAZO, OU NENHUM DOS DOIS?
Publicado em 07.11.2008 por César França em Educação Financeira, Poupança, Renda Fixa
Neste post, respondemos a pergunta do leitor Erick sobre fundos DI.Tenho 21 anos e comecei recentemente a investir num fundo de renda referenciado DI longo prazo. No entanto, após algumas contas, reparei que o desconto semestral de IR faz com que o rendimento seja inferior ao da poupança. Devo logo retirar o dinheiro para aplicá-lo em algo mais rentável (como fundo renda fixa Parceria ou mesmo poupança) ou vale a pena esperar?
E qual é a diferença entre um fundo longo e curto prazo? A meu ver, ambos dão mais ou menos no mesmo, exceto que o IR para curto prazo é menos reduzÃvel.
Obrigado pela atenção!!Olá Erick,
Muito obrigado pela sua participação. Sua pergunta é bastante pertinente e certamente servirá para tirar a mesma dúvida de vários outros leitores.
Para respondê-lo, primeiro precisamos esclarecer exatamente o que é um fundo referenciado DI.





















