Categoria: Poupança
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ESCOLHA A ESTRATÉGIA CERTA PARA INVESTIR NA CRISE
Publicado em 01.04.2008 por Rafael Seabra em Ações, Educação Financeira, Poupança, Renda Fixa
Até recentemente, investir em ações era voar em céu de brigadeiro. Nada mais certo do que ganhar algum no fim do mês. Há algum tempo, porém, a Bolsa não deixa que os investidores tenham um só minuto de sossego. A crise nos Estados Unidos, que começou com um problema no mercado de subprime, se estendeu para uma crise de crédito e hoje ganha contornos de crise bancária. E agora, o que fazer com seus investimentos diante desta situação?Mantenha a estratégia
Em primeiro lugar, ponha a cabeça no lugar. Se você fez a lição de casa e parou para definir uma estratégia de investimentos antes de alocar seu dinheiro em fundos ou ações, fique firme. Com crise ou sem crise, não dá para ficar mudando de estratégia toda hora. Senão, a chance de perder dinheiro é muito grande. Mantenha o foco no longo prazo e nos seus objetivos. Se a pessoa decidir que tem que ter x% em Bolsa, mantenha essa decisão”, aconselha Mário Alves Barbosa Filho, da Argumento Consultoria de Investimentos.Objetivos
Só reavalie os investimentos se os seus objetivos mudaram. Por exemplo: você iria comprar um apartamento daqui a 5 anos e agora vai comprar daqui a dois anos. Claro que tem que correr menos risco. E aà é hora de tirar o dinheiro da renda variável para um investimento mais conservador. O certo é que quem precisa de recursos investidos em Bolsa em um ano, um ano e meio, toma esses tombos e dificilmente se recupera. “Quanto maior o horizonte de investimento, maior o fôlego para agüentar estas chacoalhadas”, diz Barbosa Filho.Hora de comprar
Na visão dos analistas, o momento em que as ações caem de preço é a hora de comprar, e não de vender. Fernando Camargo Luiz, da Orbe Investimentos, avisa que com as quedas da Bolsa existem no mercado papéis muito baratos, verdadeiras pechinchas. Mas ele não aconselha ninguém a operar sozinho. “Se quiser investir em ações, procure um bom fundo. Com o cenário de muita volatilidade, a chance de perder dinheiro é grande. Deixe isso nas mãos de quem é experiente”, arremata.Sem band-aid
Quem não suporta nem pensar em perder um centavo sequer, mantenha os olhos – e o bolso – fixos nos fundos DI. “Esse é para quem não quer ter nenhuma ferida, nenhum band-aid”, brinca Thiago de Castro, sócio da Tag Investimentos.Ao lado da poupança, o DI é considerado o investimento mais conservador de todos. Isso porque está lastreado em tÃtulos do governo com rendimento pós-fixado; ou seja, acompanha os movimentos da taxa de juros. A poupança é mais indicada para pequenos investimentos que não conseguem obter taxas de administração competitivas, abaixo de 2% ao ano.
Thiago lembra, porém, que é bom que as pessoas se acostumem com a volatilidade. No longo prazo, o cenário é de queda da taxa de juros. E para conseguir uma rentabilidade maior, terão de arriscar mais.
E o ouro?
O ouro tem batido recordes sobre recordes, mas deve ser visto como uma reserva de valor, não como um investimento propriamente dito. Quem compra ouro não tem nenhum tipo de rendimento, como juros ou dividendos. Tem ouro. Se, ao vender, o preço estiver menor do que quando você comprou, você perdeu dinheiro. Não obteve nada durante o perÃodo em que teve a propriedade do metal. Além disso, a compra do ouro envolve taxas elevadas com custódia. E o investimento, por si só, é bastante elevado. Como diversificação, é aconselhável apenas para quem tem muito dinheiro para investir.Fonte: UOL
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IMÓVEIS: COMPRAR PARA ALUGAR
Publicado em 29.02.2008 por Rafael Seabra em Ações, Imóveis, Poupança, Renda Fixa

Um tema que aos poucos voltou a ser comentado foi investimentos em imóveis. Lá atrás, muitos diziam para investir em imóveis, comprando e alugando. Por um bom tempo isso deu certo, mas com as altas taxas de juros para financiamento do imóvel e com o bom retorno da renda fixa, os imóveis deixaram de ser uma boa opção de investimento. Mas parece que isso vem mudando…Com a queda dos juros dos programas de habitação, aliado também à queda dos rendimentos das aplicações em poupança e renda fixa, além da alta dos valores imobiliários, investir em imóveis volta a ser uma boa opção.
Especialistas já dizem que o retorno com o aluguel de imóveis já supera a renda fixa. Mauro Halfeld, na seu programa CBN Dinheiro, é um dos que apostam nesse investimento. Tanto na coluna de hoje (29) quanto na de ontem (28), ele fala sobre esse assunto.
Já a revista Exame (Comprar para alugar é um bom negócio, 07 de fevereiro) fala sobre o mercado de escritórios e salas comerciais. Um trecho da reportagem fala o seguinte: “Para o investidor, porém, também vale prestar atenção em mudanças menos barulhentas que vêm ocorrendo no segmento de escritórios e salas comerciais. Esse setor se recuperou de uma crise vivida entre 2001 e 2004 e, hoje, comprar um imóvel comercial e alugá-lo para receber um rendimento mensal voltou a ser uma boa alternativa de aplicação. Em São Paulo, o valor do aluguel dessas unidades subiu 45%, em média, nos últimos três anos, de acordo com uma pesquisa recém-concluÃda pela consultoria americana Cushman & Wakefield Semco. No Rio de Janeiro, a alta foi ainda mais expressiva: chegou a 70% no mesmo perÃodo.“
Para os investidores que preferem investimentos mais conservadores, vale a pena ficar de olho. Imóveis têm a grande vantagem de ser uma aplicação palpável, algo que muitas pessoas sentem falta quando investem em tÃtulos públicos ou em ações.
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INVESTIR POUCO: GANHAR POUCO E APRENDER MUITO
Publicado em 20.02.2008 por César França em Ações, Educação Financeira, Poupança
Resposta à pergunta da leitora Eliane, enviada por e-mail.
“Gostaria de saber quanto se tem de retorno na compra de fundos com R$ 100,00 (…), fiquei balançada com isso mas não vi nada sobre quanto se ganha investindo esse valor”Eliane, diversas corretoras e bancos disponibilizam fundos de investimentos nos quais os investidores podem entrar com R$100,00 ou até menos, como por exemplo do AZUL FIC RF LONGO PRAZO, da Caixa, cujo valor mÃnimo é de R$50,00.De fato, investir pouco necessariamente significa ganhar pouco – em absoluto. Mas o que você deve obervar pra julgar a qualidade do seu investimento é a porcentagem da rentabilidade. Se você consultar a rentabilidade dos fundos de baixo risco do ano passado vai ver que os fundos populares não deixam a desejar, superando bastante a poupança.Mas o mais importante é ter em mente que a aplicação de R$100,00 ou menos deve fazer parte de um plano. Se couber no orçamento, por exemplo, que tal depositar R$100,00 mensalmente? Muitas pessoas dizem que não começaram a investir por que não tem dinheiro “suficiente pra render bem”, quando na verdade podem começar a investir com pouco e ver o dinheiro crescer aos poucos. Para isso, manter a disciplina e focar no longo prazo é fundamental.Seguindo essa estratégia, é importante observar também que os fundos populares são os que apresentam as maiores taxas de administração (que é a fatia do seu rendimento que vai pro banco/corretora). Portanto, é mais vantajoso, à medida que você vai acumulando dinheiro, ir migrando para os fundos de maior lastro. E, à medida que o seu capital for crescendo, considere também partir pra opções mais arriscadas, que é normalmente de onde vem as maiores rentabilidades.Lembre-se sempre: a informação é a base pra construir qualquer plano. Por isso, consulte outras recomendações para quem quer começar a investir e mantenha-se conectada!E boa sorte!Mande sua dúvida também para blog.queroficarrico@gmail.com -
ENTENDA O CÃLCULO DA POUPANÇA
Publicado em 11.02.2008 por Rafael Seabra em Poupança
Lendo uma reportagem sobre a remuneração mÃnima da poupança, entendi como se calcula o rendimento mensal da poupança. É muito simples. O cálculo da poupança é dado pela TR [taxa referencial, para entendê-la, clique aqui] mais 0,5%. Assim fica fácil saber quanto rende a poupança: basta adicionar a TR de cada mês a 0,5% e sabe-se então o rendimento da poupança.Existia a possibilidade da TR ficar negativa em fevereiro. Por isso, o CMN (Conselho Monetário Nacional) definiu que, caso ela fique negativa, seu valor deve ser zero, impedindo que o rendimento da poupança fique menor que 0,5%.
Porém esse medida foi apenas de cautela, já que a poupança sempre rendeu acima de 0,5%. Apesar disso, os ganhos da poupança têm diminuido ano após ano, obtendo no ano passado o menor retorno em 10 anos.
Para saber o Ãndice diário da poupança em 2010, clique aqui.
Para aprender a calcular empréstimos com juros da poupança, leiam o artigo “Empréstimo corrigido pela poupança“, clicando AQUI. O texto explica como fazê-lo nos mÃnimos detalhes. Leitura mais que recomendada.
Quer aprender a investir, mas não sabe por onde começar? Aprenda a lidar com o dinheiro e investir com segurança. Conheça o livro ‘Como Investir Dinheiro‘, recomendado pelos maiores especialistas em educação financeira do Brasil. Para saber mais, clique AQUI.
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FIM DA CPMF ELEVARà APLICAÇÕES
Publicado em 17.12.2007 por Rafael Seabra em Ações, Economia, Poupança, Renda Fixa

Se por um lado os investidores estão apreensivos com o mercado, por conta da queda da CPMF, por outro todos já têm um motivo para comemorar: com o fim da cobrança da CPMF, os investidores brasileiros ganharão a partir de janeiro um estÃmulo extra para aplicar e movimentar com mais liberdade seus recursos. Mesmo que o 0,38% cobrado de CPMF não pareça muita coisa, a alÃquota engolia uma parcela da rentabilidade oferecida pelas diferentes aplicações, especialmente se o investidor fizesse saques no curto prazo, e chegava a levar 20 dias do rendimento mensal da caderneta de poupança e mais da metade do retorno dos fundos DI e dos CDBs em 30 dias.Sinceramente não acredito que seria a queda da CPMF a abalar o mercado financeiro brasileiro. Se isso acontecer, será por fatores externos, como esperam alguns economistas para 2008. Tanto que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, espera que a economia continue crescendo de forma sustentada. No final das contas, o fim da CPMF foi bom para – quase – todo mundo.





















