Categoria: Entrevistas
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CONHEÇA SEUS DIREITOS AO FAZER COMPRAS PELA INTERNET (PARTE 3)
Publicado em 22.04.2009 por César França em Curiosidades, Entrevistas
Frequentemente, quando estamos navegando na internet, nos deparamos com os preços atrativos daqueles produtos que tanto desejamos. Mas só depois que já fechamos o negócio é que nos damos conta dos cuidados que deveríamos ter tomado ao realizar esta compra online.
Estes cuidados a serem tomados, inclusive, já foram assunto aqui no blog, mas ainda assim é importante saber que – se algo deu errado – o consumidor online também tem os seus direitos!
Complementando o post publicado ontem, o advogado Bruno Suassuna responde abaixo a mais algumas questões sobre os direitos do consumidor ao fazer compras pela internet.
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CONHEÇA SEUS DIREITOS AO FAZER COMPRAS PELA INTERNET (PARTE 2)
Publicado em 20.04.2009 por César França em Curiosidades, Entrevistas
O que pode ser feito caso o seu produto comprado pela internet sofra algum problema na entrega?
Há algum tempo, publicamos um artigo no qual discutíamos os direitos do consumidor ao fazer compras pela internet.
O tema levantou muitas dúvidas dos nossos leitores, e resolvemos consultar novamente o advogado especialista Bruno Suassuna – que por diversas vezes já colaborou com o blog - para ajudar novamente nossos leitores.
Se o produto que você comprou não chegou na sua casa, chegou atrasado, ou com algum problema, você pode simplesmente optar por desfazer o negócio. Em alguns casos, pode até ter direito a receber indenizações.
Como foram muitas perguntas, as respostas foram divididas em 3 partes. A primeira parte segue abaixo, as outras serão publicadas ao longo desta semana. Confiram!
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CONSELHOS DE WARREN BUFFET
Publicado em 22.08.2008 por César França em Entrevistas
Numa entrevista de uma hora, na NBC, Warren Buffet, um dos homens mais ricos do mundo contou alguns aspectos interessantes de sua vida. Recentemente, Buffet fez uma doação de 31 bilhões de dólares para a caridade, por considerar que não precisa de tanto dinheiro…
1. Comprou a sua primeira ação aos 11 anos, e hoje lamenta tê-lo feito tardiamente! As coisas eram baratas naquele tempo…
- Incentive seus filhos a investirem.
2. Comprou uma pequena fazenda aos 14 anos, com as economias oriundas da entrega de jornais. Pode-se comprar muitas coisas com pequenas economias.
- Incentive seus filhos a iniciarem algum tipo de negócio.
3. Ainda vive na mesma casa modesta, de 3 quartos , no distrito de Omaha, a qual comprou após se casar, 50 anos atrás. Diz ele que tem tudo o que precisa naquela casa. Sua casa não possui muros nem cercas.
- Não compre mais do que você ‘realmente precisa’, e incentive seus filhos a fazerem e pensarem o mesmo.
4. Dirige seu próprio carro para todo lugar, e não tem motorista particular, nem equipe de segurança à sua volta.
- Você é o que é…
5. Nunca viaja em jato particular, embora seja proprietário da maior companhia aérea privada do mundo.
- Pense sempre num jeito de realizar as coisas de maneira econômica.
6. Sua empresa, Berkshire Hathaway, possui 63 companhias. Escreve apenas uma carta anual aos principais executivos destas companhias, dando-lhe as metas para o ano. Nunca promove encontros nem os convoca habitualmente.
- Nomeie as pessoas certas para as missões certas.
7. Transmitiu aos seus executivos somente duas regras:
Regra nº 1: não perca nenhum centavo do dinheiro de seu acionista.
Regra nº 2: não se esqueça da regra nº 1.- Estabeleça metas e certifique-se de que as pessoas nelas se concentrem.
8. Não costuma freqüentar a alta-sociedade. Seu passatempo, após chegar em casa, é fazer ele mesmo um pouco de pipoca e assistir a televisão.
- Não tente se mostrar, simplesmente seja você mesmo e faça aquilo que gosta de fazer.
9. Warren Buffet não usa telefone celular, nem tem computador sobre sua mesa.
10. Bill Gates, o homem mais rico do mundo, encontrou-se com ele, da primeira vez, cinco anos atrás. Bill Gates achava que nada tinha em comum com Warren Buffet. Portanto, programara seu encontro apenas por meia hora. No entanto, quando Gates o encontrou, este encontro perdurou por dez horas, e hoje em dia, Bill Gates o considera o seu guru.
Seus conselhos aos jovens:
‘Fique longe de cartões de crédito e empréstimos bancários, invista o seu dinheiro em você mesmo, e lembre-se:
A. O dinheiro não cria o homem, mas é o homem quem criou o dinheiro.
B. Viva a sua vida da maneira mais simples possível.
C. Não faça o que os outros dizem – ouça-os, mas faça aquilo que você se sente bem ao fazer.
D. Não se apegue às grifes famosas; use apenas aquelas coisas em que você se sinta confortável.
E. Não desperdice o seu dinheiro em coisas desnecessárias; ao invés disto, gaste nas coisas que realmente precisa.
F. Afinal de contas, a vida é sua ! Então, por que permitir que os outros estabeleçam leis em sua vida ?’
‘As pessoas MAIS FELIZES NÃO TEM, necessariamente, as ‘MELHORES’ COISAS. Elas simplesmente APRECIAM aquilo que tem’.
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PLANEJAMENTO FINANCEIRO PESSOAL
Publicado em 19.06.2008 por Rafael Seabra em Entrevistas
Entrevistamos o consultor financeiro Augusto Sabóia (foto), MBA em Personal Finance, com especialização em Logística e Distribuição, Marketing de Serviços, Previdência Privada, Seguros para a proteção da Vida e do Patrimônio no Brasil e no Exterior. Cursou Economia e Engenharia de Pesca com formação, desde a Escola Secundária no Brasil e USA.Empresário desde muito jovem contando com mais de 30 anos de experiência. Personal Adviser há treze anos tendo realizado mais de 2000 reuniões personalizadas. Seu Inventário de Clientes conta com executivos, Empresários, Profissionais Liberais, Atletas, Artistas, Viúvas, Fundações e Espólios. Pesquisador dos temas relacionados ao planejamento Financeiro Pessoal e Familiar Preparação para Aposentadoria, Seguros de Vida, Preparação para o Divorcio e Rematrimônio, Sucessão Familiar e Empresarial. Além disso, Sabóia é membro Fundador da ABRAFIP – Associação Brasileira dos Planejadores Financeiros Pessoais.
O blog QueroFicarRico conversou com o Augusto, para esclarecer algumas questões relacionadas a planejamento financeiro, previdência privada e seguros. Agradecemos a disposição do Augusto. Confiram abaixo a entrevista:
QueroFicarRico: Quais são as principais dicas para elaborar um bom planejamento financeiro?
Augusto Sabóia: Seus Sonhos! Depois segurança da sua família e de sua velhice. Realizado esses “pequenos detalhes”pode gastar o resto… Se sobrar!
QFR: Como uma pessoa com dívidas pode pensar em investir?
AS: O maior investimento dela é pagar essas dívidas o mais rapidamente possível. No nosso país as pessoas pagam conta de celular e não possuem plano de saúde?! Pagam uma empregada doméstica e não possuem uma previdência privada… Esse pensamento é uma de nossas missões. Mudar este pensamento incoerente que muitas pessoas ainda possuem, e que simplesmente as empobrece a cada dia… É uma coisa meio telenovela das oito!
QFR: O brasileiro é bem-educado financeiramente?
AS: Olha as pessoas no nosso país possuem uma certa educação por puro instinto (aprendeu observando) ou aprendeu “apanhando” muito. Somos um povo até pouco endividado, proporcionalmente a por exemplo americanos, mas não conhecemos quase nada de planejamento financeiro pessoal e até de matemática. Muitas pessoas ainda vivem como nos tempos da inflação: gastam tudo que ganham, como se seu dinheiro fosse se desvalorizar. Temos como alguns padrões de consumo, seguir padrões totalmente irresponsáveis, que foram feitos por exemplo por Imelda Marcos (no caso de sua coleção de sapatos) . Precisamos pensar em nossa velhice e nas próximas gerações de nossas famílias.
QFR: Além dos produtos que os bancos oferecem, que outros produtos você indicaria para previdência privada?
AS: Você pode contratar previdências privadas no exterior ou, se você for uma pessoa extremamente disciplinada, pode fazer sua própria previdência privada, mas aí você corre o risco “você”… É muito arriscado. Para 98% dos mortais, podem usar seguradoras como ICATU / Mongeral, Porto Seguro, Met Life ou Sul América, até prefiro que você tenha sua previdência privada em uma seguradora e não em um banco em que você possua conta corrente. EVITE!!!
QFR: Qual a importância do seguro de vida para o planejamento financeiro?
AS: Toda! Sem um Seguro de vida forte, como pode haver planejamento? Imagine “um planejamento” que daqui a dez minutos tudo pode ir por água a baixo… Isso não seria um Planejamento!
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SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL: COM BRUNO SUASSUNA
Publicado em 15.05.2008 por César França em Entrevistas
Bruno Suassuna é advogado, especializado em Direito Empresarial pela FGV, especializado em Direito Civil e Empresarial pela UFPE, e Sócio do Suassuna, Guedes & Costa e Silva Advogados Associados com atuação nas áreas do Direito Civil, Comercial, Consumidor, Empresarial, Tributário e Trabalhista.
O blog QueroFicarRico conversou com o Bruno, para esclarecer algumas questões relacionadas a impostos, reforma tributária e leis brasileiras, frequentemente levantadas e essenciais para entendermos a evolução do sistema tributário nacional. Agradecemos a disposição do Bruno. Confiram abaixo a entrevista.
QueroFicarRico: Quais as principais mudanças que o governo efetivou para suprir a queda da CPMF? Quais delas realmente surtiram efeito?
Bruno Suassuna: O pacote fiscal do governo teve como meta compensar a perda de R$40 bilhões decorrente da extinção da CPMF, e assim foi estabelecido basicamente sob 2 aspectos: o primeiro o corte de gastos públicos na ordem de R$20 bilhões; o segundo o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para pessoas físicas e jurídicas e majoração da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) para o sistema financeiro. No tocante ao primeiro aspecto, entendemos bastante positiva a preocupação com a redução dos gastos públicos, otimizando os recursos existentes de modo a não comprometer os recursos destinados aos investimentos econômicos e sociais imprescindíveis ao crescimento sustentável do País. Já quanto ao aumento da carga tributária, tendo em vista que sua incidência recai basicamente na oferta de crédito, sua repercussão atingiu diretamente os consumidores, seja diretamente quando da contratação de financiamentos de carros, seguros, compra de imóveis, empréstimos, cheque especial e carnês de lojas de varejo, seja indiretamente com o repasse dos custos pelas empresas aos preços finais dos produtos e serviços, razão pela qual se imaginava uma retração do consumo devido ao custo maior do dinheiro. No entanto, mesmo com esse aumento da carga tributária na demanda por crédito e financiamento, o atual momento de aquecimento da economia tem evitado a retração do consumo. Ocorre que a pressão inflacionária tem levado o Banco Central a aumentar a taxa de juros SELIC o que terá repercussão ainda maior sobre o consumo. Por fim, vale ressaltar que quanto à arrecadação dos tributos federais, segundo estimativas oficiais, a previsão para o ano de 2008 é de que seja arrecadado um valor 7% maior do que em 2007, mesmo sem a CPMF, o que demonstra que a perda de arrecadação decorrente da extinção da CPMF, ao que parece, já está superada.
QFR: Muito se fala em reforma tributária, mas em que ponto estamos atualmente quanto a este assunto?
BS: Ao se falar em reforma tributária muitos imaginam se tratar da redução imediata da carga tributária. Porém, não se trata de redução da carga tributária, mas da mudança do atual sistema de tributação adotado pelo Brasil com vistas a simplificação e unificação dos procedimentos fiscais. Caso ocorra redução da carga tributária não será decorrência direta da reforma. Sinceramente não acreditamos que a reforma trará redução da carga tributária, pois toda vez que o Governo realizou reformas pontuais, foi assim no caso da não cumulatividade do PIS e da COFINS e até mesmo na adoção do Simples Nacional, o que se viu foi o contrário, um aumento da carga tributária, uma vez que enquanto houve desoneração de um lado, houve aumento ainda maior do outro lado com vistas à compensação da perda de arrecadação. A reforma tributária altera normas e regras existentes na Constituição Federal, assim, sua tramitação obedece a uma tramitação mais rígida com quórum e votação qualificados. Atualmente, o projeto se encontra na Câmara dos Deputados aguardando o término do prazo para a apresentação das emendas para em seguida ser submetida à votação e enviada posteriormente ao Senado. A discussão mais acirrada se dá na disputa entre os Estados acerca da mudança da tributação do ICMS – se na origem ou no destino da mercadoria, uma vez que ninguém quer perder arrecadação. Por outro lado, estamos em ano eleitoral, o que sem sombra de dúvidas atrasará o processo de votação. Creio que ou o projeto é dividido para ser aprovado em partes ou só no ano que vem.
QFR: Enquanto a reforma não sai por completo, existe a previsão de criação, ou algum imposto recém criado, de alguma tributação que afetará direta ou indiretamente o consumidor? Ou, por outro lado, da unificação de alguns impostos, pelo menos?
Para o futuro pelo menos por enquanto não. A não ser que ocorra algum evento econômico que possa impactar na arrecadação do governo ou estimular a pressão inflacionária superando a meta anual. Há pouco houve o pacote fiscal para compensação da perda da arrecadação da CPMF o qual incidiu, sobretudo, sobre o crédito vindo a afetar diretamente o consumidor final. Houve ainda a redução da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre os combustíveis com a finalidade de anular o aumento do preço do combustível aos consumidores finais. No mais, as atenções estão voltadas para a reforma tributária.
QFR: Este ano foi estipulada também a obrigação de bancos e instituições financeiras divulgarem o CET (Custo Efetivo Total) de operações de crédito e financiamento. Quais as taxas e tributos que serão expostos, além da taxa de juros?
O CET foi instituido pelo Conselho Monetário Nacional através da Resolução 3.517 de 6 de Dezembro de 2007, com vigência a partir do dia 3 de Março de 2008. O CET representa o custo total de uma operação de empréstimo ou de financiamento, o qual a partir de agora deve ser informado pelas instituições financeiras e pelas sociedades de arrendamento mercantil (leasing) previamente à contratação de operações de crédito e de arrendamento mercantil ou a qualquer tempo desde que seja solicitado pelo cliente. O CET deve ser expresso na forma de taxa percentual anual, incluindo todos os encargos e despesas das operações, isto é, o CET deve englobar não apenas a
taxa de juros, mas também tarifas, tributos, seguros e outras despesas cobradas do cliente. A Resolução 3.517/2007 não especifica expressamente os tributos que devem ser relacionados no CET, contudo, deve-se interpretar como sendo os tributos envolvidos diretamente na operação como IOF e ISS. Vale ressaltar ainda que no cálculo do CET não entram as taxas flutuantes, índice de preços e outros referenciais de remuneração cujo o valor seja alterado no decorrer do prazo da operação. Mas essas informações devem ser divulgadas juntamente com o CET. Conhecendo o custo total da operação de crédito, fica mais fácil para o cliente comparar os custos da operação em cada instituição e escolher a melhor opção disponível no mercado.Faremos uma articulação para que as dúvidas eventualmente enviadas como comentários para este post sejam respondidas com a participação do Bruno Suassuna. Portanto, fiquem à vontade para interagir!
Para obter o contato do advogado Bruno Suassuna, contate-nos através do blog.queroficarrico@gmail.com.























