Categoria: Economia
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O QUE É ATUALIZAÇÃO MONETÃRIA?
Publicado em 21.06.2010 por Rafael Seabra em Economia, Educação Financeira
Quem nunca ouviu (ou disse) a expressão “você vai me pagar com juros e correção monetária”? O termo “atualização monetária”, também conhecida como correção monetária, é muito utilizado no pagamento de dÃvidas. Muitas vezes até em dÃvidas não financeiras (metaforicamente falando).Entretanto muitos o utilizam sem, ao menos, compreender o significado. O intuito, portanto, desse artigo é justamente explicar o que se entende por atualização (ou correção) monetária, como é aplicado e o que perdemos por não termos nossos salários, investimentos e FGTS corrigidos monetariamente.
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REAJUSTE DOS APOSENTADOS: QUEM VAI PAGAR A CONTA?
Publicado em 17.06.2010 por Rafael Seabra em Aposentadoria, Economia
Foi largamente noticiado durante essa semana a aprovação do aumento de 7,7% a aposentados que recebem acima do salário mÃnimo. Apesar da concessão do reajuste, Lula chiou bastante por ter ficado nas mãos dele a decisão pelo veto e, muito provavelmente por questões eleitorais, ele aprovou o reajuste, mesmo sendo contrário.A insatisfação de Lula pela aprovação desse reajuste faz total sentido. O déficit previdenciário só faz crescer e a expectativa para 2010 já está na casa dos R$ 50 bilhões. O grande problema é que o INSS já está deficitário a um bom tempo e qualquer reajuste implica diretamente em tirar mais dinheiro dos impostos para cobrir o rombo previdenciário.
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POR QUE O GOVERNO ELEVA A TAXA DE JUROS?
Publicado em 15.06.2010 por Rafael Seabra em Economia, Tesouro Direto
Vimos, na semana passada, o governo elevar novamente a taxa de juros (SELIC) para 10,25% ao ano. Se, por um lado, é uma boa notÃcia para os investidores em tÃtulos públicos, pois a rentabilidade está atrelada à SELIC, por outro lado causa um esfriamento na economia.Entretanto como é que o “simples” aumento da taxa de juros consegue esfriar a economia? Qual a intenção do governo em fazer isso? E como nós, investidores, podemos tirar proveito desses aumentos? O objetivo desse artigo é responder todas essas perguntas de uma forma simples, dismistificando um assunto tão comentado nos noticiários, mas que pouca gente compreende, dada a complexidade dos jargões econômicos utilizados. Vamos lá!
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O QUE É CÂMBIO FLUTUANTE?
Publicado em 10.06.2010 por Rafael Seabra em Câmbio, Economia
Adotado no Brasil desde 1999, o regime cambial flutuante é considerado o mais adequado para mercados econômicos desenvolvidos e estáveis. Não é a toa que os maiores paÃses do mundo utilizam esse sistema, como os EUA, Grã-Bretanha e Canadá. Até a poderosa China divulgou que adotará gradualmente uma taxa de câmbio flutuante administrada.Mas o que seria o câmbio flutuante? Quais as vantagens e desvantagens de adotar esse regime cambial? O propósito desse artigo é justamente responder essas perguntas e discutir um pouco sobre esse assunto, explicando a importância desse regime para o paÃs.
Definição de câmbio flutuante
Começamos então por definir o conceito de câmbio flutuante. Uma moeda vale o quanto os compradores estão dispostos a pagar por ela. Isso é determinado pela oferta e demanda, que, por sua vez, são determinadas pelo investimento estrangeiro, taxas de importação/exportação, inflação e um conjunto de outros fatores econômicos.
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CARGA TRIBUTÃRIA BRASILEIRA: ALTA OU MAL UTILIZADA?
Publicado em 28.05.2010 por Rafael Seabra em Economia
Muito se discute e se critica a carga tributária existente aqui no Brasil. A reforma tributária é defendida por muitos, e até mesmo a presidenciável Dilma Rousseff se mostrou favorável, essa semana, a essa reforma, chamando-a inclusive de “reforma das reformas”.O que poucos sabem, no entanto, é que essa reforma não virá para nos fazer pagar menos impostos. A partir do momento que os tributos forem estruturados e a cadeia produtiva for desonerada, é óbvio que essa perda será compensada em outros setores ou com outros tributos.
Li também uma notÃcia interessante que comerciantes paulistanos venderam gasolina sem impostos em prol da redução da carga tributária. Para se ter uma ideia do impacto, o preço do litro foi reduzido de R$ 2,49 para R$ 1,18. Essa diferença foi custeada pelos organizadores da manifestação.
Entretanto, a pergunta que fica é a seguinte: a carga tributária é realmente muito alta ou o dinheiro arrecadado é mal gasto? É sobre isso que vamos discutir nesse artigo.





















