Categoria: Economia
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Cadastro Positivo: o que é e como funciona
Publicado em 20.05.2011 por Rafael Seabra em Economia
Nos últimos dias, foi largamente noticiado que a Câmara e o Senado aprovaram a criação do cadastro positivo, no intuito de disponibilizar um banco de dados com bons pagadores para instituições privadas. Apesar de ainda faltar a sanção da presidente Dilma e só então começar a valer, já é de conhecimento geral o funcionamento desse cadastro e também os benefÃcios (e crÃticas) quanto a ele.No entanto, apesar do cadastro positivo, à primeira vista, parecer ser um aliado do consumidor, já há algumas entidades (como o Procon, por exemplo) que vêm pontos negativos. O principal temor é quanto ao uso indevido das informações sobre o consumidor.
O intuito deste artigo, portanto, é explicar o que é o cadastro positivo, como ele deve funcionar e quais as principais vantagens e desvantagens que devem ser analisadas antes de autorizar a inclusão dos seus dados nesse banco de dados.
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Inflação: “imposto†mais caro que pagamos
Publicado em 18.05.2011 por Rafael Seabra em Economia
Milton Friedman, economista americano ganhador do prêmio Nobel, disse certa vez que a “inflação é taxação sem legislação“. Ele não poderia estar mais correto. E o maior problema é que a inflação atinge diretamente as classes mais baixas da sociedade, pessoas essas que deveriam ser as menos taxadas.Todos que vivem exclusivamente dos salários, sem outras fontes de renda ou investimentos, sofrem ano após ano dos efeitos da inflação. Dificilmente o empregador – seja ele da iniciativa pública ou privada – oferece um reajuste anual que sequer iguale a inflação. Isso significa que o poder de compra dessas pessoas diminue ano a ano, “tributando” desmedidamente a classe assalariada.
O intuito deste artigo é explicar o que é e porque a inflação é o “imposto” mais caro e injusto que pagamos e promover uma discussão sobre o tema.
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Crise econômica: de quem é a culpa?
Publicado em 16.05.2011 por Rafael Seabra em Economia
Muito se discute sobre as causas da crise econômica que se iniciou em 2008 e ainda não tem data para acabar. Vemos diariamente notÃcias sobre o aumento de desemprego nos EUA, crises na Grécia, Portugal e Espanha, dentre outros.O que pouco se discute, entretanto, é sobre as causas dessa crise econômica e também quem tem a maior parte da culpa em relação a tudo que tem acontecido. Existem alguns meios de saber um pouco mais sobre o assunto sem necessariamente ser expert em economia ou finanças.
O objetivo deste artigo, portanto, é apresentar três opções para que você saiba mais sobre a crise econômica que assola o mundo desde 2008, organizadas por nÃveis de dificuldade. A primeira – e mais simples – é o livro “O Segredo dos Ricos“, que já abordamos no artigo “Livro: O Segredo dos Ricos“. A segunda opção (um pouco mais complexa) é o excelente documentário Inside Job, ganhador do Oscar 2011. Por fim, mostro uns trechos de um artigo do Paul Krugmann, prêmio Nobel de Economia.
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Compras com cartão de crédito mais caras no exterior
Publicado em 28.03.2011 por Rafael Seabra em Economia
Fui surpreendido (e assustado) pela notÃcia de que o governo aumentou o IOF para compras com cartões de crédito no exterior. E para quem acha que o aumento foi pequeno, é melhor se segurar na cadeira: passou de 2,38% para 6,38%.Para ter uma ideia do impacto desse aumento, se a fatura do seu cartão fechasse com o dólar valendo R$ 1,70, após a incidência do IOF (imposto sobre operações financeiras) corresponderia a R$ 1,81.
O intuito deste artigo é explicar sucintamente o que é o IOF, por que o governo elevou a esse patamar e discutir alternativas para efetuar compras no exterior, levando em consideração a situação atual.
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O Brasil realmente precisa da CPMF? (parte final)
Publicado em 18.11.2010 por Luiz Edmundo Borba em Economia
Para finalizar a série de artigos sobre a CPMF, onde apresentamos, na primeira parte, uma contextualização dessa contribuição social no cenário tributário brasileiro e, na segunda parte, motivos fortes e aptos a inviabilizar a volta da CPMF, traremos neste artigo as considerações finais sobre o assunto.A intenção oculta para a maioria da população é louvável, no sentido de instrumentar o Estado a tentar descobrir todas as falhas dos contribuintes, em especial dos sonegadores, facilitando a fiscalização, mas a intenção não basta para um Estado de Direito, que precisa agir com base na lei e não ao largo dela, até porque nem sempre as intenções são boas, basta ver o uso polÃtico de informações sigilosas, fiscais, em campanhas polÃticas, colocando-se em cheque a atuação e guarda de dados pela Receita, basta relembrar o caso da quebra de sigilo da filha de Serra.





















