Categoria: Economia
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Entenda o risco ao investir em CDB de bancos menores
Publicado em 05.12.2011 por Rafael Seabra em Economia
Uma das coisas mais importantes que um investidor deve saber é que não existe retorno sem risco, ou seja, quanto maior (menor) o risco de um determinado investimento, maior (menor) o retorno esperado.O problema é que, apesar de muitos entenderem a relação risco e retorno, boa parte desses investidores não levam em consideração o risco do investimento no momento de decidir onde aplicar seu dinheiro.
O objetivo deste artigo é explicar o risco existente ao investir em CDB de bancos pequenos, mostrar casos recentes de intervenção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para salvar alguns bancos e explicar como funciona a garantia do FGC para pequenos investidores.
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Entenda a crise mundial de 2011
Publicado em 23.09.2011 por Diogo Velho Barreto em Economia
Será mesmo que vivemos uma nova crise? Ou é apenas uma crise continuada de 2008? A verdade é que não importa se é ou não a mesma, mas sim qual a magnitude que os atuais problemas irão trazer.Grécia é a bola da vez não apenas pela magnitude de seu problema, mas porque está na iminência de dizer: “devo, não nego e não pago nem quando puder”. Em resumo, um calote. Resta saber o tamanho dele. Fala-se em metade da dívida. Algo como 175 bilhões de EUROS. Nos próximos dias saberemos na verdade como será feito.
Para entendermos melhor, voltemos no tempo. A crise financeira de 2008 foi gerada por uma bolha imobiliária americana. Ok, mas como funcionou exatamente?
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Proteja seus investimentos da inflação
Publicado em 22.09.2011 por Rafael Seabra em Economia
Apesar de alguns investidores equivocadamente não levarem em consideração o impacto da inflação em seus investimentos, este não pode ser desprezado de forma alguma. Afinal um investimento só é realmente rentável se alcançar um ganho real (acima da inflação).Expliquei no artigo “Saiba como calcular o impacto da inflação nos investimentos” como fazer essas contas e descobrir a taxa de juros real do seu investimento. Para mostrar o importante é o ganho real (e não o nominal), faço a seguinte pergunta: nos últimos 12 meses (agosto/2010 a julho/2011), você preferiria ter investido a uma taxa de 10% a.a. no Brasil ou 7% a.a. nos EUA?
Para responder a essa pergunta, precisamos saber quanto foi a inflação no Brasil e nos EUA nesse período. A inflação americana nos últimos 12 meses foi 3,60% (julho/2011) e a inflação brasileira nos últimos 12 meses foi 6,87% (julho/2011). Com esses dados, fica fácil: enquanto na aplicação nacional você teria um ganho real de 2,93%, ao investir na aplicação americana teria ganho 3,28%. Apesar da taxa nominal americana ser inferior à taxa brasileira (7% a.a. contra 10% a.a.), a taxa de juros real (que é a mais importante) seria maior.
Entendido como se calcula o impacto da inflação nos investimentos, a próxima missão e proteger seus investimentos da inflação. O objetivo deste artigo é mostrar algumas alternativas de investimento que garantem um ganho real para o investidor.
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Por que o Brasil tem o carro mais caro do mundo?
Publicado em 30.06.2011 por Rafael Seabra em Economia
Quando pensamos sobre os altíssimos preços dos carros no Brasil, o principal culpado que vem em mente são os tributos. Todo mundo sabe que a carga tributária brasileira é muito elevada e, sem dúvida alguma, compromete o preço dos automóveis.Entretanto existem alguns indícios sugerindo que a culpa por esse valor ser tão alto é do lucro das montadoras no Brasil. Em nenhum lugar do mundo, que possua um PIB relevante, as montadoras lucram tanto quanto em nosso país.
O intuito deste artigo é mostrar porque o Brasil tem o carro mais caro do mundo e que a culpa não é apenas da carga tributária, e comparar preços de carros no Brasil e nos países vizinhos (Argentina e Chile).
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Cadastro Positivo: o que é e como funciona
Publicado em 20.05.2011 por Rafael Seabra em Economia
Nos últimos dias, foi largamente noticiado que a Câmara e o Senado aprovaram a criação do cadastro positivo, no intuito de disponibilizar um banco de dados com bons pagadores para instituições privadas. Apesar de ainda faltar a sanção da presidente Dilma e só então começar a valer, já é de conhecimento geral o funcionamento desse cadastro e também os benefícios (e críticas) quanto a ele.No entanto, apesar do cadastro positivo, à primeira vista, parecer ser um aliado do consumidor, já há algumas entidades (como o Procon, por exemplo) que vêm pontos negativos. O principal temor é quanto ao uso indevido das informações sobre o consumidor.
O intuito deste artigo, portanto, é explicar o que é o cadastro positivo, como ele deve funcionar e quais as principais vantagens e desvantagens que devem ser analisadas antes de autorizar a inclusão dos seus dados nesse banco de dados.
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