Categoria: Aposentadoria
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PGBL OU VGBL?
Publicado em 09.09.2008 por Rafael Seabra em Aposentadoria
Uma modalidade do planejamento financeiro pessoal que vem crescendo seguidamente, ano após ano, são os planos de previdência privada. Apenas no 1o semestre, esses planos captaram mais de R$ 15,3 bi, com alta de 23% em relação ao mesmo perÃodo no ano passado. Portanto, é cada vez maior o número de pessoas preocupadas com a aposentadoria, seja porque não confiam tanto no INSS, seja porque querem ter uma outra fonte de renda quando se aposentarem.Eu particularmente nunca me interessei muito por esses planos (ou quaisquer outros produtos de banco), pois acredito que, com um pouco de conhecimento, podemos alcançar os mesmos objetivos pagando menos por isso. Em todo caso, achei importante entender sobre PGBL e VGBL.
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PLANILHA DE PROJEÇÃO FINANCEIRA ATUALIZADA
Publicado em 10.07.2008 por César França em Aposentadoria, Educação Financeira
Aos leitores de plantão, avisamos que já está no ar a nova versão da nossa Planilha de Projeção Financeira.
Para quem ainda não a conhece, é uma planilha bem simples que é capaz de ajudá-lo a decidir quanto – e por quanto tempo – poupar até atingir os seus objetivos financeiros
de longo prazo.
Do ano passado pra cá, a Planilha de Projeção Financeira manteve-se como a campeã de audiência do blog e, por causa disto, estamos preparando muitas outras novidades para os próximos dias!
Baixem a nova versão na barra ao lado, e fiquem ligados!
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O QUE É ESTRESSE FINANCEIRO?
Publicado em 08.07.2008 por Rafael Seabra em Aposentadoria, Educação Financeira
Segundo relatórios médicos, o estresse – seja qual for sua designação – não é em si um diagnóstico, mas um processo. Por isso, a intensidade com que ocorre depende da forma como as pessoas reagem diante de diferentes situações que provocam sentimentos como ansiedade, raiva ou medo, por exemplo.
Muitos são os fatores estressantes (ou estressores) que disparam a produção do hormônio cortisol, que por sua vez provoca o estresse.
O perigo iminente é certamente o principal deles (e a principal razão pela qual produzimos cortisol). Além do perigo, outros estressores são: preocupação com trabalho, dinheiro e famÃlia.
Estresse de mercado
As variações da Bolsa de Valores, ultimamente, têm sido associadas com a palavra estresse nos noticiários dos jornais, quase que adjetivando o mercado financeiro. Algumas pessoas, que compreendem que esse nervosismo faz parte dos movimentos do mercado de renda variável, não chegam a se abalar com o sobe-e-desce da bolsa. Outras, no entanto, reagem com preocupação excessiva e acabam danificando a saúde e as relações sociais.O estresse financeiro resulta de um sentimento de medo ou de incapacidade de lidar com situações financeiras futuras: incapacidade de pagar contas, de realizar planos, de aposentar-se com dignidade, de dar estudo aos filhos, de manter o padrão de vida anterior.
Dada a importância que o poder, o sucesso e a segurança financeira assumiram na sociedade moderna, o estresse financeiro acaba resvalando em muitos outros aspectos de nossas vidas, prejudicando além da saúde fÃsica, os relacionamentos sociais. O estresse financeiro destrói a saúde, diminui a produtividade do empregado, abala os casamentos, as amizades e os contatos familiares.
Os sete agentes estressores
- As dÃvidas certamente ocupam o primeiro lugar: o medo das contas que chegam, a ansiedade com a possibilidade de inadimplência, o nome que pode ir para as associações de cobrança são, sem dúvida, estressores poderosos.
- O segundo estressor é a busca incessante pelo sucesso, pela habilidade de ser capaz de comprar não apenas as coisas que necessitamos, mas principalmente aquelas que desejamos. É o way of life que as sociedades capitalistas nos impõem.
- O que nos leva ao terceiro estressor importante: o medo de perder o emprego ou a fonte de renda e com ele a habilidade de prosseguir com os próximos passos da escada do sucesso.
- Um quarto fator que dispara o estresse financeiro é o medo do envelhecimento sem qualidade. Isso explica, por exemplo, o enorme avanço da previdência privada no Brasil. Esse medo ainda que resida em algum momento de um futuro distante para muitos de nós, é uma ameaça permanente diante de tanta instabilidade econômica e polÃtica.
- É possÃvel que um quinto estressor importante seja o medo de retroceder na posição social. Ou seja, não ser capaz de manter o status quo ou o estilo de vida a que se está acostumado: o envelhecimento do carro que não se consegue substituir, o bairro onde se vive que começa a ficar decadente, o casamento que parece estar ruindo (Como será viver divorciado, com recursos menores?); a empresa que vai demitir (será que consigo emprego com o mesmo salário?).
- Um sexto estressor financeiro decorre do lugar em que vivemos. Sim, claro, se hoje você mora nos EUA, certamente acorda todos os dias pensando na crise que urge no horizonte há tantos meses. Foi assim em 2002, no Brasil, por exemplo, especialmente para quem era investidor em bolsa de valores. Além disso, quem mora em diferentes lugares, independente de crise ou não, sente o estresse financeiro de maneira diferenciada: no campo, na cidade, em São Paulo, em Fortaleza.
- Um sétimo estressor financeiro está relacionado a caracterÃsticas individuais: gênero, idade, formação acadêmica, quantidade de pessoas na famÃlia, renda, entre outras. Também se somam a essas caracterÃsticas a amplitude das zonas de conforto de cada um e suas crenças e valores pessoais.
Fonte: InfoMoney -
DÚVIDA SOBRE PREVIDÊNCIA PRIVADA
Publicado em 20.05.2008 por Rafael Seabra em Ações, Aposentadoria, Renda Fixa
Recebemos e-mail do leitor Fernando, através do blog.queroficarrico@gmail.com, com o seguinte questionamento:
“Leio com freqüencia os posts do blog e hoje assinei o RSS pra não perder mais nenhum. O que faço com a minha previdência privada? Ela rendeu menos que 7% no ano passado e no último mês não chegou a 0,5%.”
Primeiramente, fico feliz por você ter gostado do blog. Além do RSS, oferecemos também o cadastro do e-mail, onde as novas postagens chegam diretamente no seu e-mail.
Apesar de eu não gostar de produtos de bancos, muito menos dessas previdências privadas, elas oferecem algo muito valioso para você: disciplina. Dependendo do seu contrato, ela retira mensalmente um valor previamente acordado, quer você queira, quer não. Ela te “força” a investir todos os meses. Reflita sobre se/como você conseguirá manter essa disciplina.
Caso você queira realmente administrar sua própria previdência privada, sugiro montar seu próprio mix de investimentos, para um retorno maior. Entenda que, se o propósito é aposentadoria, consequentemente longo prazo, você pode correr alguns riscos maiores, me busca de um melhor retorno.
Portanto, uma parte do seus investimentos poderia ficar em renda fixa (produtos de renda fixa do seu próprio banco ou tÃtulos públicos) e outra parte em renda variável (fundos de investimentos em ações ou compra de ações diretamente). O balanceamento entre renda fixa e renda variável ficaria a seu critério. Mas isso te daria certamente um retorno bem maior que os 0,5% [rendimento menor que a poupança] atuais.
Porém volto a lembrar: isso só funcionará se você tiver a mesma disciplina que seu banco te “oferecia”. Para fazer simulações, acesse a nossa Planilha de Projeção Financeira, na seção de downloads do blog.
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O HOMEM E O TEMPO
Publicado em 27.12.2007 por César França em Aposentadoria, Educação Financeira
InÃcio do ano sempre é tempo de replanejamento pessoal. E final do ano é sempre tempo de reflexão e também das previsões…Abaixo segue um presente de final de ano do blog QueroFicarRico. Esta é a nossa visão do como é o desenvolvimento da educação financeira de uma pessoa.
Ao ler este post, tente se enquadrar e veja como a nossa previsão pode ajudá-lo a planejar a sua trajetória financeira. É importante dizer que este modelo é um extrato da experiência pessoal individal do escritor somada ao contato de diversas conversas e aconselhamentos profissionais e financeiros realizados antes e durante a existência deste blog.
A percepção que tenho é que estas fases tem marcos claros e importantes na fundamentação da educação financeira de uma pessoa e, por isso, pular alguma destas fases pode trazer distúrbios irrecuperáveis. No entanto, conheço pessoas que passaram por elas não necessariamente na ordem como estão desenhadas abaixo e isso trouxe os mesmos benefÃcios, porém com um caminho um tanto mais árduo. Este modelo é um primeiro rascunho que pretendemos evoluir para deixá-lo o mais próximo possÃvel da realidade. Assim, esperamos as suas opiniões e sugestões para participar da evolução desta discussão!
Bem, tudo começa na…
Infância
A criança tem muito pouco contato com o dinheiro. Geralmente, após seis ou sete anos, só tem em mãos o dinheiro do lanche da escola, ou uma pequena mesada. Entende que o dinheiro serve pra comprar coisas, e só. Também não sabe como ou quanto o dinheiro chega à sua casa. Não tem necessidade de comprar absolutamente nada. Sente desejo por possuir brinquedos ou coisas que o chamem a atenção. Mas certamente não tem noção de valor ou preço destas coisas. Por isso, tudo aqui é decidido pelos seus pais.
Quando a criança já sente necessidade de comprar coisas para si, já está entrando na…
Adolescência
Geralmente tem contato com mesadas, presentes em dinheiro, premiações ou pequenos negócios com seus amigos (compra/venda/troca de uma coisa qualquer). Poucas vezes tem contato com quantidades maiores de dinheiro, que seus pais lhe confiam para pagar contas. Mas só entende que o dinheiro serve para comprar coisas
Sente muita desejo pelo dinheiro, principalmente para comprar coisas e se manter na moda de acordo com a sua rede social – principalmente de amigos mais próximos. Já tem noção do que é classe social, e (à s vezes) de qual é a sua.Quando o adolescente começa a trabalhar e gerar o seu próprio dinheiro, ele está entrando na…
Juventude Recente
Nesta fase o jovem tem o primeiro contato com a cadeia produtiva que gera o dinheiro. Clientes, trabalho, chefe… e salário no final do mês. Dependendo da sua orientação profissional, o jovem pode traçar diferentes caminhos nesta fase.
Aqui começa agora a sua trajetória profissional. Alguns vivem esta fase com o seu primeiro emprego experimental (como estagiários), outros como emprego ou empreendimento por necessidade, para ajudar na renda familiar. Como fala o dito popular, a pessoa tem tempo e disposição, mas não tem dinheiro para fazer tudo o que quer.
“Opa! O primeiro salário é pra bancar a grade de cerveja na comemoração com os amigos!” Agora, os desejos presentes na adolescência evoluem para artefatos mais caros e valiosos. Os que ajudam com dinheiro em casa, tem poucas oportunidades de comprar coisas supérfluas para si e a diferenciação de classe social é completamente clara agora.Todo o planejamento financeiro do jovem, neste momento, gira em torno da paquera, do namoro e do sexo. Nesta fase o jovem vive a sua primeira experiência do que pode vir a ser a independência financeira. Porém, ainda não vê conexão entre o dinheiro que ganha e a sua condição futura de vida. Para este pessoal, ganhar dinheiro significa “tudo”, mas não se sabe, na maioria dos casos, o que fazer com ele.
Quando o jovem aprende como lidar com o dinheiro é poque já está passando para outra fase. A forma como desenvolveu a sua educação financeira é que vai definir como a viverá a próxima fase.
Juventude madura
Esta é uma fase que pode ser bastante diversificada aqui no Brasil, exatamente porque não temos nenhum tipo de educação formal que fale sobre dinheiro nas grades de ensino público ou privado.
A forma como as pessoas transpassam pelas experiências da “juventude recente” é que vai definir como será a “juventude madura” da pessoa. Nesta fase o contato com o dinheiro já é mais comum do que na juventude recente, espalhando-se agora por diversas contas correntes em diferentes bancos. A atenção do jovem se volta agora vai para cartões de crédito, taxas de juros, fundos de investimento, planos de previdência, consórcios, tÃtulos de capitalização e quem sabe até o mercado financeiro e as temidas ações. É nesta fase que se define se a pessoa viverá ou não dentro da corrida dos ratos ou se desenhará o caminho da sua independência financeira.
Não existe mais o “glamour” que se sentia ao receber o salário ou prolabores.Por isso podemos chamá-la também de “fase das decisões”: onde os empreendedores decidem-se entre erguer o seu império ou manter-se na inércia, para os autônomos é a hora de especializar-se num ramo especÃfico, ou manter a diversidade superficial dos seus serviços para os trabalhadores, a hora é de buscar melhores empregos, posições, formação e traçar o seu plano de carreira E para os investidores é hora de arriscar! Pois sem filhos, esposa, dependentes ou famÃlia, o pior prejuÃzo que se pode ter é ter que começar tudo novamente!
A cultura e a educação a qual estas pessoas tiveram acesso até aqui é o fator que mais pesará para a tomada destas decisões. Mas neste momento apenas as decisões são tomadas. As ações são apenas ensaios. Os planos envolvem geralmente longos prazos e por isso seus efeitos práticos permearão todas as fases seguintes.
Emancipação familiar
Esta é uma fase comum também, que é identificada quando o jovem começa a se responsabilizar pelas suas próprias contas. Telefone, luz, feira, água, gás, prestações, planos de saúde, seguros, etc. Esta é uma fase bem marcante para as pessoas que por algum motivo precisam morar fora da casa dos pais, ou por causa dos estudos ou por trabalho. Mas quem decide por ficar na casa dos pais também vive esta fase, com um pouco menos de ênfase.
Aqui, a sensação que se tem é que sempre há muito mês no final do dinheiro. E aà as contas começam a entrar em conflito com os desejos materiais herdados da juventude recente e travam uma verdadeira guerra pelos últimos centavos da franquia do cartão de crédito!
O mais frequente de se ver, são pessoas que encaram esta fase em paralelo com o…
Casamento
Agora a situação não é mais tão simples! As contas são conjuntas, as rendas são diversificadas, as contas são praticamente dobradas, os desejos de compras e necessidades pessoais tem que ser aglutinadas, e as decisões financeiras da famÃlia agora não pode mais ser feito por uma única pessoa. O gerenciamento disso tudo pode levar qualquer um à loucura… ou ao divórcio!
Segundo Cerbasi, no seu livro “Casais inteligentes enriquecem juntos”, praticamente todos os problemas conjugais tem origem no dinheiro. Porém, se o dinheiro não for um assunto presente e distutido no dia-a-dia da casa,
estes problemas acabam gerando culpa sobre diversos aspectos da vida a dois como a toalha molhada em cima da cama, a casa mal varrida e até o desempenho sexual de qualquer um dos dois! Para Cerbasi, o sucesso desta fase nasce com o simples alinhamento dos objetivos financeiros e de vida do casal.A situação fica um tanto mais complicada quando enfrenta-se um (ou mais) divórcios. Ex-mulheres ou ex-maridos se encaixam na categoria de “contas dificÃlimas de se gerenciar, e impossÃveis de se livrar”. Sem contar que o divórcio pode mandar a pessoa de volta lá pra fase de “juventude recente”, se não tomar os devidos cuidados.
Mas tudo isso acontece porque o principal foco de atenção do casal é um ao outro. Porém isso muda um pouco com a fase seguinte…
Paternidade/maternidade recente
Com a chegada do primogênito(a), as atenções agora mudam. O planejamento financeiro familiar agora prioriza fraldas, mamadeiras e as melhores escolasEmbaralhando um pouco as coisas podemos ver que é possÃvel chegar aqui sem passar por nenhuma das três fases anteriores. E é impressionante como isso é frequente no Brasil.
A questão mais desafiadora desta fase é como observar as necessidades e tomar as decisões corretas para uma criaturinha que ainda não pode fazer isso por si só. Pensar em como oferecer para a criança tudo aquilo que os pais não tiveram acesso em seu tempo também é uma questão que pode gerar muita bagunça no orçamento familiar.
O mais interessante é que toda a noção de valor, poupança, economia e investimento é adquirido pela criança nesta fase. Por isso, os pais agora tem uma influência definitiva sobre a educação financeira dos seus filhos… que estão apenas na “infância” ainda. Lembra dela? Dinheiro agora tornou-se questão de educação.
Aqui também começam a se estabelecer as poupanças para o futuro dos filhos, para a faculdade, para o primeiro carro, etc.Esta fase dura enquanto este primogênito não atinge a sua “adolescência”. DaÃ, os pais agora passam para a…
Paternidade/maternidade madura
Bom, o contato com as finanças nesta fase também é um pouco diferente das fases anteriores. Agora o foco de atenções deve ser retomado ao casal (caso ainda esteja junto…). Então, apesar de ter um grande responsabilidade sobre o futuro dos filhos, o seu futuro também deve ser priorizado afinal… ele ainda não chegou!
Por vezes, existe a percepção de que tudo dentro de casa é medido em termos de dinheiro. Por isso, nesta fase, a administração financeira da famÃlia deve estar completamente resolvida. Aqui, a pessoa terá disposição e dinheiro, mas não terá tempo suficiente para curtir as coisas que não aproveitou na sua juventude.
O emprego dos pais ou o negócio da famÃlia também terão uma importância fundamental nesta fase. Uma perda de renda pode alterar significativamente não só o seu futuro como também o dos seus filhos, que agora terão que trabalhar para ajudar com as contas da casa. O ideal é que a sua independência financeira seja conquistada, antes de chegar aqui. Caso contrário, será muito difÃcil alcançá-las através dos métodos tradicionais (emprego ou trabalho autônomo). E largar tudo, nesta fase, para entrar num novo negócio representa um grande risco que ninguém está disposto a correr!
Neste momento, a percepção que se tem do dinheiro é que ele não é tão importante. O mais importante são os momentos felizes e inesquecÃveis proporcionados pela união da famÃlia. Mas dependendo da situação financeira da famÃlia, o jovem filho pode ser visto como um custo, ou como um investimento. Essa diferença de visão será fundamental na fase seguinte, quando os seus filhos atingem a sua emancipação familiar e você chega na…
Aposentadoria
Bom, em algum momento deverÃamos ser capazes de ver todo o benefÃcio ou malefÃcio da carreira financeira que optamos por fazer. O momento é exatamente este.
Algumas pessoas associam a aposentadoria a uma imagem de velhinhos, sem disposição para curtirem o seu tempo e o seu… dinheiro? Que não é suficiente nem para comprar remédios. E acabam sendo sustentados pelos filhos e se sentindo como pesos nas suas vidas. Outras pessoas associam a uma vida de viagens e farturas jamais possÃveis durante o perÃodo de sua formação ou da formação dos seus filhos, que agora são completamente independentes.
Alguns associam a aposentadoria ao ócio completo. Outros associam à liberdade de se trabalhar com o que se gosta, no momento em que se tem vontade.
Mas independentemente da imagem que se faz da aposentadoria, a percepção que se tem do dinheiro nesta fase é a mesma em todos os casos: que saber administrá-lo é fundamental para criar todas as condições de se viver uma vida feliz. Que o dinheiro não é o que faz uma pessoa feliz, mas saber gerenciar as suas finanças diminui imensamente a sua probabilidade de ser infeliz.
E que no final das contas, ser feliz só depende de você mesmo!





















