Categoria: Aposentadoria
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DÚVIDAS SOBRE APOSENTADORIA PELO INSS (PARTE 1)
Publicado em 04.12.2008 por Rafael Seabra em Aposentadoria
Devido à grande repercussão do artigo sobre como se aposentar pelo INSS, recebemos muitos comentários e e-mails com dúvidas sobre o assunto. Respondemos alguns comentários, outros foram respondidos pelos leitores do blog. Os comentários com as perguntas e respostas estão disponÃveis para vocês lerem. Porém, as dúvidas que recebemos por e-mail também foram muito interessantes e pertinentes. Diante disso, resolvi fazer uma seleção das dúvidas que ainda não foram tiradas pelos comentários e reproduzir para vocês. Algumas delas não terão os leitores identificados, para manter a privacidade por conta do problema em questão.Léa pergunta: “Como saber o cálculo de aposentadoria se contribuimos 26 anos como autônomos e estamos a dois anos recolhendo pelo teto máximo como empregado. Antes entrávamos com os valores pagos através de carnê, com o recolhimento pelo empregador como proceder. Temos 64 anos de idade.”
O cálculo da aposentadoria é resultado da média dos 80% maiores salários de contribuição desde julho de 1994. Sobre este resultado aplica-se o fator previdenciário, que na prática aumenta a renda de quem se aposenta com mais idade e diminui a renda daquele que se aposenta mais cedo, seguindo a lógica de que o mais jovem irá receber a aposentadoria por um tempo maior.
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COMO SE APOSENTAR PELO INSS
Publicado em 26.11.2008 por Rafael Seabra em Aposentadoria
Depois do artigo sobre o INSS (INSS ou Previdência Privada?), muitas crÃticas e dúvidas surgiram sobre os tipos de aposentadoria e até mesmo como requerer a aposentadoria. O propósito desse artigo é apresentar os principais tipos de aposentadoria, explicar como dar entrada no pedido de aposentadoria e mostrar como simular o cálculo da aposentadoria. Grande parte das informações desse artigo foram retiradas do site do Ministério da Previdência Social.Se aposentar pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pode ser uma verdadeira maratona para os brasileiros. O processo entre o pedido e o recebimento do primeiro benefÃcio pode demorar até 6 meses.
A falta de informação sobre os requisitos necessários e as constantes greves da instituição são os principais motivos dessa demora, mas não os únicos, os conflitos de informações sobre o tempo de contribuição entre o banco de dados do instituto e as informações do contribuinte também podem prorrogar a aposentadoria de milhares de brasileiros.
A lei determina o tempo de 45 dias entre o inÃcio do atendimento do INSS e a resolução sobre o pedido de benefÃcio ou outro serviço solicitado ao órgão.
Os tipos de aposentadoria são:
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INSS OU PREVIDÊNCIA PRIVADA?
Publicado em 21.11.2008 por Rafael Seabra em Aposentadoria
Em outubro, eu respondi essa mesma pergunta de uma leitora, através do artigo sobre previdência pública ou privada. Na situação dela (havia contribuÃdo com o INSS por mais de 20 anos), não valia a pena reduzir a contribuição do INSS para aumentar a contribuição em previdência privada. Mas para um autônomo que está começando agora a contribuir, eu já penso diferente.Muitas pessoas acreditam que, por mais que não seja financeiramente vantajoso, contribuir para o INSS é seguro, não sofre com as turbulências de perÃodos de crise ou não está exposto a quebra do banco no qual sua previdência privada está mantida. Entendo perfeitamente, mas discordo veementemente desses argumentos. E explico o porquê.
O retorno da previdência privada, ao longo do tempo, é bem melhor que o retorno do INSS. Além disso, a exposição do capital investido à renda variável não é tão alto assim. Consequentemente, o risco também não é. Quanto à quebra do banco, essa possibilidade existe, mas pode ser bem administrada, com a escolha de um grande banco ou até mesmo um banco estatal, como o Banco do Brasil, por exemplo.
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PREVIDÊNCIA PÚBLICA OU PRIVADA?
Publicado em 06.10.2008 por Rafael Seabra em Aposentadoria
Uma leitora (omitiremos o nome por conta da exposição dos valores) enviou a seguinte pergunta: “Sou odontóloga, tenho 41 anos, sou contribuinte do INSS desde out/87 e há alguns anos que faço o recolhimento ao INSS pelo teto máximo que corresponde hoje a R$ 607,79. Em out/2017 completarei 30 anos de contribuições e receberei, pelos valores de hoje, um benefÃcio de no máximo R$ 3.038,99. Também fiz opção por um plano de previdência privada (Flexprev PGBL Renda Fixa Itau) e contribuo atualmente com o valor de R$ 589,54 por mês. Quando eu completar 65 anos de idade, pela projeção atual do Itau, poderei fazer a escolha entre as seguintes opções: renda vitalÃcia no valor de R$ 2.882,81; ou renda temporária de 15 anos no valor de R$ 6.000,00. Qual seria o melhor planejamento previdenciário: 1) mantenho tudo como está? ou 2) reduzo a contribuição do INSS e aumento o da previdência privada?”A pergunta é muito interessante e certamente muitas pessoas devem fazer esse mesmo questionamento. Pelos dados que você nos passou, não terei como te dizer exatamente os valores dessas para essas duas opções, mas acredito que posso responder teu questionamento.
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DICAS PARA ENFRENTAR A CRISE
Publicado em 22.09.2008 por Rafael Seabra em Ações, Aposentadoria, Educação Financeira
Desde que a crise americana começou a afetar fortemente o desempenho da Bovespa, muita gente deve ter se perguntado: “E agora, o que eu faço?”. O mais importante é manter a tranquilidade e tentar avaliar friamente o que de fato está acontecendo. Mudanças bruscas em suas estratégias de investimento exigem uma análise apurada dos acontecimentos. A revista Exame dessa quinzena trouxe, na seção Seu Dinheiro, três conselhos sobre como enfrentar essa crise. Confiram:- Mantenha a calma: fazer mudanças bruscas em sua estratégia de investimento no meio da atual crise financeira pode comprometer suas aplicações. Se você não precisa do dinheiro no curto prazo, não mexa em seus investimentos na bolsa.
- Invista aos poucos: não esqueça que o mercado deve continuar instável. Se você é um investidor de longo prazo, compre o que achar realmente promissor, mas não tenha pressa. Ainda pode haver muitas reviravoltas.
- Não mude seu plano de previdência: apesar das perdas apresentadas por alguns fundos de previdência focados em renda variável, não é hora de sacar o dinheiro. Profissionais que ainda têm longos anos de contribuição pela frente devem lembrar que as crises são cÃclicas.






















