Categoria: Aposentadoria
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Saiba quando o PGBL é a melhor opção
Publicado em 23.09.2010 por Rafael Seabra em Aposentadoria, Educação Financeira
A necessidade em investir para a aposentadoria tem ganhado cada vez mais importância nos últimos anos, até pela preocupação em não depender exclusivamente do INSS. Existem várias maneiras em fazer esse tipo de investimento, podendo ser através de tÃtulos públicos, fundo de investimento em ações ou a tão falada previdência privada.Escrevi ainda em 2008 o artigo “PGBL ou VGBL?“, onde expliquei o que é cada um, quais as diferenças entre eles e as situações onde é mais vantajoso investir num em detrimento do outro. Ao ler novamente o artigo ontem (muito bom, por sinal) por conta do comentário do Marcelo Scopel no artigo “Por que investir no Tesouro Direto?“, resolvi escrever um novo artigo para explicar como investir em PGBL pode ser um dos melhores negócios do mercado!
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Entenda o cálculo para aposentadoria pelo INSS
Publicado em 23.08.2010 por Rafael Seabra em Aposentadoria
Recebemos mensalmente centenas de dúvidas sobre aposentadoria pelo INSS, principalmente sobre como é feito o cálculo para aposentadoria. A grande preocupação para quem vai se aposentar por tempo de contribuição é o fator previdenciário.O fator previdenciário é utilizado no cálculo da aposentadoria por tempo de contribuição para evitar que as pessoas se aposentem muito cedo. A explicação para isso é simples: quanto mais cedo você se aposentar, mais tempo receberá a aposentadoria. Como os cofres do INSS já não andam muito bem, essa foi uma alternativa criada pelo governo para diminuir os gastos de uma maneira até certo ponto justa, apesar de muitos discordarem.
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TÃtulos públicos indexados à inflação
Publicado em 06.07.2010 por Rafael Seabra em Aposentadoria, Tesouro Direto
Recebemos diariamente muitas dúvidas sobre os tÃtulos públicos, questionando qual o mais vantajoso, como funciona cada um deles, qual a rentabilidade, entre outras perguntas. Resolvi então escrever sobre os três tipos de tÃtulos ofertados e vou começar pelo NTN-B e NTN-B Principal, tÃtulos indexados ao IPCA (um dos Ãndices que medem a inflação).O propósito desse artigo é apresentar os tÃtulos indexados ao IPCA, mostrando as diferenças entre o NTN-B e o NTN-B Principal, explicar como se dá a formação dos preços e pagamento dos tÃtulos, mostrar a rentabilidade e, por fim, definir a quem se destinaria esses tÃtulos.
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REAJUSTE DOS APOSENTADOS: QUEM VAI PAGAR A CONTA?
Publicado em 17.06.2010 por Rafael Seabra em Aposentadoria, Economia
Foi largamente noticiado durante essa semana a aprovação do aumento de 7,7% a aposentados que recebem acima do salário mÃnimo. Apesar da concessão do reajuste, Lula chiou bastante por ter ficado nas mãos dele a decisão pelo veto e, muito provavelmente por questões eleitorais, ele aprovou o reajuste, mesmo sendo contrário.A insatisfação de Lula pela aprovação desse reajuste faz total sentido. O déficit previdenciário só faz crescer e a expectativa para 2010 já está na casa dos R$ 50 bilhões. O grande problema é que o INSS já está deficitário a um bom tempo e qualquer reajuste implica diretamente em tirar mais dinheiro dos impostos para cobrir o rombo previdenciário.
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COMO INVESTIR UM MILHÃO DE REAIS
Publicado em 11.05.2010 por Rafael Seabra em Aposentadoria, Educação Financeira, Renda Fixa, Tesouro Direto
Um leitor (que pediu para não ser identificado), nos enviou a seguinte pergunta: “Em breve receberei uma quantia de herança maior que R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais). Pretendo fazer deste dinheiro uma renda mensal e pergunto qual a melhor opção de investimento. Pensei em renda fixa mas a retirada mensal dos rendimentos é possÃvel? Encontro um banco que pague pelo menos 1% ao mês?”Como teu caso é bem especÃfico, onde você pretende fazer retiradas mensais, pode ser que tÃtulos públicos não sejam a melhor opção, justamente por conta da liquidez (o que é liquidez?).
A retirada mensal de fundos de renda fixa e fundos DI é possÃvel, mas dificilmente algum banco pagará 1% ao mês. Sugiro que você procure um fundo DI com taxa de administração menor que 1% ao ano (fundos com menores taxas de administração).






















