Categoria: Ações
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Melhores corretoras 2010
Publicado em 26.08.2010 por Rafael Seabra em Ações
Com o aumento do número de investidores – especialmente pessoa fÃsica – no mercado acionário brasileiro,  a corrida pela melhora nos serviços das corretoras é generalizada. Atualmente não se busca apenas o melhor preço, mas também outros fatores, como ferramentas de home broker, atendimento de qualidade e material para aprendizado.Por esses motivos, a Infomoney promoveu, assim como em 2008 e em 2009, o 3º Ranking Infomoney de corretoras. A pesquisa leva em consideração cinco categorias: Home Broker, Atendimento, Operacional, Conteúdo & Ferramentas e Custo-beneficio.
Confira abaixo a tabela com as melhores no desempenho geral e em cada categoria:
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Por que devo fazer aportes regularmente em fundos de investimentos?
Publicado em 16.08.2010 por Rafael Seabra em Ações
Quem investe em ações através de fundos de investimentos provavelmente já deve ter recebido a seguinte recomendação do analista de investimentos da corretora: faça aportes regulares no fundo de investimento.Ao mesmo tempo, também sabemos que a estratégia correta para investir em ações (ou mesmo fazer qualquer operação de compra e venda) é comprar barato e vender caro.
Num primeiro momento, essas duas informações parecem conflitantes. Se eu devo comprar barato, por que tenho que investir todo mês no fundo, correndo o risco de estar comprando caro? Esse foi o questionamento da leitora Rosana Aippe e certamente é de muitos outros leitores. Vamos tentar entender o motivo dessa recomendação das corretoras neste artigo.
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Uso do FGTS na compra de ações da Petrobras
Publicado em 01.07.2010 por Rafael Seabra em Ações, Educação Financeira
A capitalização da Petrobras (oferta de novas ações para investimento no pré-sal) e a permissão para o uso do FGTS na compra de ações da estatal vem sendo noticiada desde 2008, mas apenas ontem a lei da capitalização foi aprovada e não houve veto ao ponto mais polêmico, justamente a utilização do fundo de garantia para compra de ações.O que, à primeira vista, parece ser uma excepcional notÃcia, já que recomendamos o investimento do FGTS no artigo “Saiba (quase) tudo sobre o FGTS“, quando paramos para ler o conteúdo da lei percebemos que não é tão boa assim, pelo menos para a grande maioria da população.
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ALUGUEL DE AÇÕES: RENDA FIXA NA BOLSA
Publicado em 01.06.2010 por Rafael Seabra em Ações
Investidores de longo prazo têm um grande aliado para melhorar a remuneração de suas ações, além dos dividendos e perspectivas de valorização do papel: o aluguel de ações. Apesar de ter atingido uma cifra recorde em abril passado, a operação de aluguel (ou empréstimo) de ações ainda é pouco utilizada pelos investidores.Para se ter uma ideia do potencial dessa operação, é possÃvel alugar ações com taxas que variam, em média, entre 1,0% e 5,0% ao ano. Se considerarmos que existem boas ações que pagam até 10% ao ano como dividendos, podemos alcançar anualmente remuneração similar à taxa SELIC com ações, proporcionando aos investidores de longo prazo uma espécie de “renda fixa na bolsa“, como Mauro Halfeld costuma falar.
Mas o que seria o aluguel de ações, quais as estratégias e como funciona essa operação? É exatamente sobre isso que discutiremos ao longo deste artigo.
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COMO INVESTIR CINCO MIL REAIS
Publicado em 18.01.2010 por Rafael Seabra em Ações, Educação Financeira, Renda Fixa
O leitor Geremias Gomes nos enviou duas dúvidas, que responderei logo em seguida: “1) Para investir cerca de 5 mil em renda fixa há uma infinidade de opções e os sites de comparação requerem que se coloque o nome do fundo. Não dá pra indicar uns 2 ou 3 com melhor rentabilidade e menor taxa de administração? Ou ao menos indicar um critério para que a busca não seja tão difusa? 2) Referente a ações: para um valor de cerca de 5 mil o melhor seria investir por meio de uma corretora ou as ligadas a Bancos são melhores/mais seguras?”Em relação a fundos de renda fixa e/ou DI, não recomendaria fundos de bancos. Para esse valor inicial, eles cobram taxas de administração altÃssimas! Sugiro que leia o artigo sobre fundos com as menores taxas de administração. Outra opção é a poupança, que não cobra taxa nem desconta imposto de renda.




















