Categoria: Ações
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COMO GASTAR MENOS COM CARTÃO DE CRÉDITO
Publicado em 13.03.2009 por Rafael Seabra em Ações, Dicas, Finanças Pessoais, Poupança, Renda Fixa
O leitor Sérgio nos enviou a seguinte pergunta: “Venho gastando absurdo com meu cartão de crédito. A maioria porque fico com o dinheiro e não o coloco em um banco, ou em algum investimento. Penso em abrir uma conta pra que, assim, a obrigação de poupar fique concreta. Mas, fiquei na dúvida se, já que o dinheiro ficará guardado por pelo menos dois anos, o melhor seria adquirir título de capitalização, ou poupança, ou ainda bolsa de valores?”Problemas com o uso de cartões de crédito é mais comum do que você imagina. Eles vão desde gastar mais do que gostaria até a gastar mais do que realmente você pode, criando assim dívidas muito perigosas, por se tratar de uma das maiores taxas de juros do mercado. Felizmente o seu problema é mais simples e pode ser controlado com alguma facilidade.
O primeiro passo já foi dado. Tomar consciência de que você gasta mais do que realmente necessita e que precisa controlar esses gastos. A seguir, apresento algumas dicas para ajudar a solucionar teu problema:
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PREVIDÊNCIA PRIVADA OU FUNDO DE RENDA FIXA?
Publicado em 02.03.2009 por Rafael Seabra em Ações, Dicas, Finanças Pessoais, Renda Fixa
O leitor André Luiz nos enviou a seguinte pergunta: “A pouco nasceu minha linda filha e estou querendo guardar dinheiro para ela no futuro. Queria saber de vocês o que seria melhor: uma previdência privada ou um fundo de renda fixa de longo prazo?”Agradeço primeiramente o contato e te parabenizo pelo nascimento da tua filha e pela iniciativa de investir no futuro dela, independente do produto financeiro que você escolher.
Quanto a sua pergunta, tanto a previdência privada quanto fundos de renda fixa podem ser boas opções, mas ambos possuem vantagens e desvantagens. Cabe a você decidir o que seria melhor. Detalho a seguir quais seriam essas vantagens.
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AVALIANDO EMPRESAS, INVESTINDO EM AÇÕES
Publicado em 18.02.2009 por César França em Ações, Livros
Definitivamente, investir direto em ações é uma coisa simples e fácil de se fazer. Mas obter sucesso com este investimento pode ser muito complicado! Por diversas vezes tratamos aqui no blog sobre as diferenças entre o métodos técnico e fundamentalista para análise de ações.A análise técnica é aquela que se baseia no desempenho histórico dos preços das ações de uma empresa, para – utilizando um conjunto de técnicas estatísticas – estimar um provável preço futuro.
A análise fundamentalista é aquela que se baseia no estudo da saúde financeira de uma empresa – através do seu balanço financeiro – buscando estimar o seu potencial de crescimento/valorização.Infelizmente, não é possível simplesmente afirmar qual é o método mais fácil ou mais eficaz dos dois. A escolha deve ser feita de acordo com a sua estratégia. Se a sua estratégia é não se estressar nem um pouco com os seus investimentos, é realmente mais cômodo pagar taxas de administração em clubes ou fundos de investimentos confiáveis, para que eles façam o trabalho pesado!
Robert Kiyosaky – autor dos livros Pai Rico, Pai Pobre e Independência Financeira, grandes sucessos sobre finanças pessoais – sugere que um dos principais fundamentos do investidor é ser capaz de ler um balanço de uma empresa. Afinal, quando você investe em ações, está comprando uma parte destas empresas.
Você sabe ler um balanço de uma empresa?
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E SE MEU BANCO QUEBRAR?
Publicado em 29.10.2008 por Rafael Seabra em Ações, Finanças Pessoais, Poupança, Renda Fixa
Com a onda de quebras de bancos estrangeiros, como vimos no artigo sobre a crise financeira, aliado à ajuda do Banco Central brasileiro aos bancos nacionais, muita gente deve estar se peguntando sobre o que fazer caso seu banco quebre. A matéria “Não é preciso guardar o dinheiro no colchão” do Guia do Investidor (Portal Exame) esclarece várias dúvidas sobre o assunto.O sistema financeiro oferece garantias aos investidores, protegendo parcial ou integralmente as aplicações. Com isso, investidores e correntistas brasileiros podem não perder nada em caso de insolvência de uma instituição financeira. A principal garantia é o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que foi criado em 1995 e conta com a adesão e contribuição de todas as instituições financeiras do país.
O FGC protege os recursos aplicados em conta corrente, caderneta de poupança, Certificados de Depósito Bancário (CDBs), letras de câmbio, imobiliárias, hipotecárias e de crédito imobiliário. O total de créditos de cada pessoa contra a mesma instituição associada, ou contra todas as instituições associadas do mesmo conglomerado financeiro, será garantido até o valor de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais).
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ENTENDA A CRISE FINANCEIRA
Publicado em 08.10.2008 por Rafael Seabra em Ações, Economia
Segunda-feira, 6 de outubro de 2008, foi um dia de pânico para os mercados financeiros em todo o mundo. A Bovespa suspendeu o pregão por duas vezes, através de um mecanismo de segurança chamado “circuit breaker“. Bolsas do mundo inteiro também sofreram grandes quedas. As bolsas de valores da Ásia e Europa viveram um dia de quedas abruptas. Na primeira sessão após a aprovação do pacote de resgate norte-americano, Tóquio perdeu 4,2% e Hong Kong, 3,4%. Quedas entre 7% e 9% ocorreram também em Londres, Paris e Frankfurt. Em Moscou, a bolsa despencou 19%. Em todos estes casos, as quedas foram puxadas pelo desabamento das ações de bancos importantes. Em São Paulo, os negócios foram interrompidos duas vezes, quando quedas drásticas acionaram as regras que mandam suspender os negócios em caso de instabilidade extrema. Apesar da intervenção do Banco Central, o dólar chegou a R$ 2,20.A crise iniciada há pouco mais de um ano, no setor de empréstimos hipotecários dos Estados Unidos, teve dois fatos importantes nos últimos dias. Entre 15 e 16 de setembro, a falência de grandes instituições financeiras norte-americanas deixou claro que a devastação não iria ficar restrita ao setor imobiliário. Em 12/9, o banco de investimentos Lehman Brothers quebrou, depois que as autoridades monetárias recusaram-se a resgatá-lo. No mesmo dia, o Merrill Lynch anunciou sua venda para o Bank of America. Em 15/9, a mega-seguradora AIG (a maior do mundo, até há alguns meses) anunciou que estava insolvente, sendo nacionalizada no dia seguinte com aporte estatal de US$ 85 bilhões. No início de outubro, começou a disseminar-se a sensação de que o pacote de 700 bilhões de dólares montado pela Casa Branca para tentar o resgate produziria efeitos muito limitados. Como veremos a seguir, o pacote é um conjunto de medidas que socorre com dinheiro público as instituições financeiras mais afetadas, mas não assegura que os recursos irriguem a economia, muito menos protege as famílias endividadas.
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- @denisebezerra Brigadão pela indicação!em 01.09.2010 às 19:07
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