out
29
2008
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E SE MEU BANCO QUEBRAR?

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Ações, Finanças Pessoais, Poupança, Renda Fixa |

Com a onda de quebras de bancos estrangeiros, como vimos no artigo sobre a crise financeira, aliado à ajuda do Banco Central brasileiro aos bancos nacionais, muita gente deve estar se peguntando sobre o que fazer caso seu banco quebre. A matéria “Não é preciso guardar o dinheiro no colchão” do Guia do Investidor (Portal Exame) esclarece várias dúvidas sobre o assunto.

O sistema financeiro oferece garantias aos investidores, protegendo parcial ou integralmente as aplicações. Com isso, investidores e correntistas brasileiros podem não perder nada em caso de insolvência de uma instituição financeira. A principal garantia é o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que foi criado em 1995 e conta com a adesão e contribuição de todas as instituições financeiras do país.

O FGC protege os recursos aplicados em conta corrente, caderneta de poupança, Certificados de Depósito Bancário (CDBs), letras de câmbio, imobiliárias, hipotecárias e de crédito imobiliário. O total de créditos de cada pessoa contra a mesma instituição associada, ou contra todas as instituições associadas do mesmo conglomerado financeiro, será garantido até o valor de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais).


out
08
2008
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ENTENDA A CRISE FINANCEIRA

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Ações, Economia |

Segunda-feira, 6 de outubro de 2008, foi um dia de pânico para os mercados financeiros em todo o mundo. A Bovespa suspendeu o pregão por duas vezes, através de um mecanismo de segurança chamado “circuit breaker“. Bolsas do mundo inteiro também sofreram grandes quedas. As bolsas de valores da Ásia e Europa viveram um dia de quedas abruptas. Na primeira sessão após a aprovação do pacote de resgate norte-americano, Tóquio perdeu 4,2% e Hong Kong, 3,4%. Quedas entre 7% e 9% ocorreram também em Londres, Paris e Frankfurt. Em Moscou, a bolsa despencou 19%. Em todos estes casos, as quedas foram puxadas pelo desabamento das ações de bancos importantes. Em São Paulo, os negócios foram interrompidos duas vezes, quando quedas drásticas acionaram as regras que mandam suspender os negócios em caso de instabilidade extrema. Apesar da intervenção do Banco Central, o dólar chegou a R$ 2,20.

A crise iniciada há pouco mais de um ano, no setor de empréstimos hipotecários dos Estados Unidos, teve dois fatos importantes nos últimos dias. Entre 15 e 16 de setembro, a falência de grandes instituições financeiras norte-americanas deixou claro que a devastação não iria ficar restrita ao setor imobiliário. Em 12/9, o banco de investimentos Lehman Brothers quebrou, depois que as autoridades monetárias recusaram-se a resgatá-lo. No mesmo dia, o Merrill Lynch anunciou sua venda para o Bank of America. Em 15/9, a mega-seguradora AIG (a maior do mundo, até há alguns meses) anunciou que estava insolvente, sendo nacionalizada no dia seguinte com aporte estatal de US$ 85 bilhões. No início de outubro, começou a disseminar-se a sensação de que o pacote de 700 bilhões de dólares montado pela Casa Branca para tentar o resgate produziria efeitos muito limitados. Como veremos a seguir, o pacote é um conjunto de medidas que socorre com dinheiro público as instituições financeiras mais afetadas, mas não assegura que os recursos irriguem a economia, muito menos protege as famílias endividadas.


out
01
2008
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AS 10 MAIORES CRISES DA HISTORIA

Publicado por César França na(s) Seção(ões) Ações, Economia, Impostos, Renda Fixa |

Me perguntaram ontem se esta crise seria a maior crise de todos os tempos. Mesmo acreditando não ser (ainda), resolvi fazer uma pesquisa rápida para responder esta questão.

De cara, podemos ver diversos sites na internet que citam esta como “a maior crise” da história. O que pode nos confundir um pouco… Porém, é bom lembrar que não é só o mercado financeiro que sofre da síndrome do pânico - os jornalistas também sofrem.

Para provar isso, no site do Times Online, podemos ver a lista das 10 maiores crises econômicas da história (versão traduzida pelo blog Recanto das Palavras).

Só para termos uma idéia, a décima colocada representou uma queda de 46% no índice Dow Jones da bolsa de valores de Nova York. Comparando o maior nível que índice Down Jones atingiu no ano passado (14.115 pontos), com o seu nível atual (10.300 pontos), isso representa uma queda de “apenas” 27%. Ou seja, ainda estamos um bastante longe do topo da lista - a crise de 29-32, quando Wall Street chegou a desvalorizar-se 89% (em termos de hoje, seria equivalente ao Dow Jones vir a cotar 1.500 pontos).


set
29
2008
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INVESTIMENTOS DO FGTS NA PETROBRAS

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Aposentadoria, Ações, Dicas, Economia, Finanças Pessoais, Poupança |

Na semana passada, o presidente Lula decidiu permitir o uso dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na capitalização que o Governo pretende realizar na Petrobras (PETR3, PETR4). A informação já foi confirmada pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que disse ainda não ter preparado o desenho da operação. Segundo ele, os detalhes serão discutidos com o Conselho Curador do FGTS no início de outubro deste ano. Lupi preside o conselho.

Assim como foi em 2000, essa opção de investimento aparece como uma excelente oportunidade para o trabalhador. Como o rendimento do FGTS é TR mais 3% ao ano [menor que o rendimento da poupança], arriscar uma parte desse patrimônio nas ações da Petrobras pode trazer retornos consideráveis no longo prazo.


set
24
2008
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ANALISE FUNDAMENTALISTA: CONHEÇA ALGUNS TERMOS

Publicado por César França na(s) Seção(ões) Ações |

Em posts passados falamos bastante sobre os conceitos e termos utilizadas na análise técnica para compra de ações.Agora, que tal aprender um pouco sobre os termos utilizados na análise fundamentalista?
A Análise fundamentalista (ou Análise fundamental) é a análise da situação financeira, econômica e mercadológica de uma empresa e suas expectativas e projeções para o futuro. Em contraposição à análise técnica, a análise fundamentalista não se baseia no estudo das cotações de bolsa. A análise fundamentalista interpreta dados fundamentais de uma empresa obtidos do balanço (análise contábil) e informações sobre a situação do mercado, o patrimônio da empresa etc. Essa análise é normalmente utilizada para definir o valor de mercado de uma empresa e comparar com sua cotação atual no mercado.
Wikipédia
Abaixo seguem alguns dos termos mais comuns:

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