Categoria: Ações
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Incidência do imposto de renda sobre ações
Publicado em 25.10.2011 por Rafael Seabra em Ações
Qualquer investidor que se preze deve se preocupar com a incidência do imposto de renda sobre seus investimentos. Entretanto alguns “esquecem” do impacto do IR e fazem projeções equivocadas ou até tomam decisões erradas, por escolher um investimento observando apenas a rentabilidade bruta.Para investir por um prazo de 360 dias, é melhor uma LCI que rende 10% ao ano ou um título público que rende 12% ao ano? E no caso de um fundo de ações que rende 20% ao ano e uma carteira de ações própria, que rende 18% ao ano, qual seria a melhor opção?
Nos dois exemplos apresentados, os melhores investimentos são os que possuem – teoricamente – a menor taxa. No caso da LCI e do título público, a LCI é isenta de IR e o título público, para períodos de até 360 dias, paga 20% de IR. Nesse caso, a rentabilidade líquida da LCI seria 10% ao ano e a rentabilidade do título público seria apenas 9,6% ao ano.
Mas e no caso das ações, por que o “pior” investimento seria melhor? É isso que descobriremos neste artigo.
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A fórmula mágica de Greenblatt
Publicado em 28.09.2011 por Rafael Seabra em Ações
Ao se deparar com esse título, muitos devem estar se perguntando: “Quem é esse tal de Greenblatt e o que ele fez de tão interessante para ser mencionado num site sobre investimentos?“. Vamos às respostas.Joel Greenblatt é professor da Columbia Business School, gestor do fundo de investimento Gothan Capital e autor do livro The Little Book That Beats The Market. O intuito dele, ao escrever esse livro, era oferecer uma fórmula de investimento simples de se entender e que gerasse retornos superiores ao mercado.
Greenblatt deu ao método de investimento proposto pelo livro o nome de Magic Formula, ou fórmula mágica. Esta fórmula é um método de investimento que visa garantir a compra de uma boa empresa a um preço razoável (com um bom desconto).
O objetivo deste artigo é explicar a metodologia da fórmula mágica de Greenblatt e exemplificar a aplicação dela sobre as ações que compõem a carteira do melhor fundo de investimento da última década.
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Dividendos: ótimo retorno com risco moderado
Publicado em 02.09.2011 por Rafael Seabra em Ações
O Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu muita gente ao reduzir a Selic em 0,5%, passando para 12% ao ano. Por conta dessa redução, os títulos públicos estão com taxas bem menores que há dois meses. Apenas como exemplo, a NTN-B Principal 150515, que tinha uma taxa de 6,5% a.a. em julho, está agora em 4,86% a.a. (consultado em 01/09/2011).Essa redução da Selic impacta diretamente nas taxas de todos os títulos públicos, como expliquei no artigo “Entenda a queda das taxas de juros dos títulos públicos“. E muita gente tem questionado se ainda vale a pena investir em títulos públicos ou se deve esperar as taxas retornarem ao patamar anterior.
É importante entender que investir em títulos públicos é uma ótima opção, pois a rentabilidade é excelente em relação a outras aplicações de renda fixa, e o risco é muito baixo. Entretanto se o investidor quiser correr algum risco, investir em empresas que pagam bons dividendos também pode ser uma alternativa, como veremos neste artigo.
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Como ganhar com a bolsa em queda
Publicado em 18.08.2011 por André Massaro em Ações
O “mundo encantado” da bolsa de valores está cheio de mitos, como aquele que diz que toda ação sobe no seu lançamento (IPO), aquele que diz que ações de primeira linha (blue chips) são mais seguras e aquele que diz que, no longo prazo, todas as ações se valorizam.Vamos nos ater um pouco a esse último mito. Muitos dirão que não é um mito, que é algo real e que pode ser comprovado. De fato, o “caminho de menor resistência” para uma ação é, via de regra, para cima (até mesmo pelo efeito inflacionário), mas isso nem sempre é verdade.
Ações caem e, às vezes, caem por muito tempo. Defensores da idéia de que ações “sempre” se valorizam no longo prazo muitas vezes apóiam suas conclusões baseados nos índices de ações. No longo prazo, todos os índices de ações sobem, mas isso não é por si só algo conclusivo, por causa de uma “coisinha” que, no jargão financeiro, é conhecida como survivorship bias (isso será assunto para um outro artigo no futuro…).
Mas ainda assim a idéia de índices subindo no longo prazo pode ser questionada. Afinal de contas, o que é longo prazo? Cada indivíduo tem uma noção própria do que é “longo prazo”. Para uma pulga, que vive em média seis semanas, duas semanas pode ser um prazo muito longo. Para uma tartaruga, cem anos pode ser um prazo altamente razoável. Mas o que é longo prazo para você?
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10 melhores fundos de investimento da última década
Publicado em 11.08.2011 por Rafael Seabra em Ações
Quando escrevi o artigo “Onde investir seu dinheiro“, fiz questão de explicar – por mais óbvio que seja – o significado da frase “rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura“. Além disso, ressaltei que – dificilmente – um fundo que apresenta a melhor rentabilidade em um ano conseguirá repetir esse feito no ano seguinte. É necessário ter consistência e analisar o desempenho do fundo durante um período bem maior.Coincidência ou não, navegando pelo Exame.com, vi uma matéria muito interessante: “Segundo melhor fundo da década está comprando ações“. O título me chamou a atenção por dois motivos: (1) fiquei curioso para saber quais ações o gestor do fundo estava comprando e (2) se esse fundo é o segundo melhor dos últimos 10 anos, certamente a matéria citaria os melhores fundos de investimento nesse período.
Para minha grata surpresa, o texto apresenta os 10 melhores fundos de investimento da última década, além de outras informações muito relevantes, como retorno no período, taxa de administração, taxa de performance, investimento mínimo e tipo de investidor. Para complementar a lista, fiz questão de pesquisar todos os fundos e apresento a seguir a lista com os 10 melhores e endereço de cada um.
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