Categoria: Ações
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Dividendos: ótimo retorno com risco moderado
Publicado em 02.09.2011 por Rafael Seabra em Ações
O Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu muita gente ao reduzir a Selic em 0,5%, passando para 12% ao ano. Por conta dessa redução, os títulos públicos estão com taxas bem menores que há dois meses. Apenas como exemplo, a NTN-B Principal 150515, que tinha uma taxa de 6,5% a.a. em julho, está agora em 4,86% a.a. (consultado em 01/09/2011).Essa redução da Selic impacta diretamente nas taxas de todos os títulos públicos, como expliquei no artigo “Entenda a queda das taxas de juros dos títulos públicos“. E muita gente tem questionado se ainda vale a pena investir em títulos públicos ou se deve esperar as taxas retornarem ao patamar anterior.
É importante entender que investir em títulos públicos é uma ótima opção, pois a rentabilidade é excelente em relação a outras aplicações de renda fixa, e o risco é muito baixo. Entretanto se o investidor quiser correr algum risco, investir em empresas que pagam bons dividendos também pode ser uma alternativa, como veremos neste artigo.
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Como ganhar com a bolsa em queda
Publicado em 18.08.2011 por André Massaro em Ações
O “mundo encantado” da bolsa de valores está cheio de mitos, como aquele que diz que toda ação sobe no seu lançamento (IPO), aquele que diz que ações de primeira linha (blue chips) são mais seguras e aquele que diz que, no longo prazo, todas as ações se valorizam.Vamos nos ater um pouco a esse último mito. Muitos dirão que não é um mito, que é algo real e que pode ser comprovado. De fato, o “caminho de menor resistência” para uma ação é, via de regra, para cima (até mesmo pelo efeito inflacionário), mas isso nem sempre é verdade.
Ações caem e, às vezes, caem por muito tempo. Defensores da idéia de que ações “sempre” se valorizam no longo prazo muitas vezes apóiam suas conclusões baseados nos índices de ações. No longo prazo, todos os índices de ações sobem, mas isso não é por si só algo conclusivo, por causa de uma “coisinha” que, no jargão financeiro, é conhecida como survivorship bias (isso será assunto para um outro artigo no futuro…).
Mas ainda assim a idéia de índices subindo no longo prazo pode ser questionada. Afinal de contas, o que é longo prazo? Cada indivíduo tem uma noção própria do que é “longo prazo”. Para uma pulga, que vive em média seis semanas, duas semanas pode ser um prazo muito longo. Para uma tartaruga, cem anos pode ser um prazo altamente razoável. Mas o que é longo prazo para você?
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10 melhores fundos de investimento da última década
Publicado em 11.08.2011 por Rafael Seabra em Ações
Quando escrevi o artigo “Onde investir seu dinheiro“, fiz questão de explicar – por mais óbvio que seja – o significado da frase “rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura“. Além disso, ressaltei que – dificilmente – um fundo que apresenta a melhor rentabilidade em um ano conseguirá repetir esse feito no ano seguinte. É necessário ter consistência e analisar o desempenho do fundo durante um período bem maior.Coincidência ou não, navegando pelo Exame.com, vi uma matéria muito interessante: “Segundo melhor fundo da década está comprando ações“. O título me chamou a atenção por dois motivos: (1) fiquei curioso para saber quais ações o gestor do fundo estava comprando e (2) se esse fundo é o segundo melhor dos últimos 10 anos, certamente a matéria citaria os melhores fundos de investimento nesse período.
Para minha grata surpresa, o texto apresenta os 10 melhores fundos de investimento da última década, além de outras informações muito relevantes, como retorno no período, taxa de administração, taxa de performance, investimento mínimo e tipo de investidor. Para complementar a lista, fiz questão de pesquisar todos os fundos e apresento a seguir a lista com os 10 melhores e endereço de cada um.
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Por que é difícil comprar barato e vender caro?
Publicado em 29.07.2011 por Rafael Seabra em Ações
Uma atitude que parece tão simples pode ser bastante complicada quando se trata de investimentos. Por mais propagada que seja a premissa “comprar barato e vender caro“, poucos conseguem, de fato, colocá-la em prática.Quando li o ótimo texto “Brasileiro não sabe investir“, na Exame.com, lembrei do artigo “Porque não investir na Vale e na Petrobras“, que havia escrito no final do ano passado. Da mesma forma que não temos critérios coerentes para entrar na bolsa, também não temos para sair dela.
O intuito deste artigo é mostrar o comportamento atual dos pequenos investidores para comprar e vender ações e discutir qual seria a atitude correta a ser tomada em momentos de crise e grandes baixas, como o que vivemos atualmente.
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Mercados futuros: o encanto dos contratos futuros
Publicado em 31.05.2011 por André Massaro em Ações
Você já ouviu falar em “mercados futuros”? Tem alguma idéia do que seja? Vamos começar com uma breve e superficial explicação: Um “contrato futuro” (é assim que se refere a um derivativo negociado nos “mercados futuros”) é um acordo entre um comprador e um vendedor, no qual o vendedor se compromete a comprar determinado item (geralmente uma commodity ou um ativo financeiro) por um preço pré-estabelecido, em uma data definida no futuro (daí o nome).Teoricamente, qualquer um pode fazer uma compra ou venda “futura”. Eu poderia lhe vender hoje o meu carro, por um preço definido entre nós, para entrega daqui a um mês. Em 30 dias lhe entregarei o carro e você me dará a quantia que combinamos. Seria um contrato futuro, tecnicamente falando.
Mas quando se fala em “contratos futuros” em um contexto de mercado financeiro, estamos falando de instrumentos que são, necessariamente, negociados em bolsas de valores de forma padronizada. Ou seja, existem alguns tipos de contratos futuros que variam conforme o valor, o vencimento e o tipo de mercadoria (ou ativo financeiro) a que ele se refere, ma não há qualquer variação entre esses contratos pré-determinados.




















