mai
26
2009
PéssimoRuimRegularBomÓtimo 4 avaliações
Loading ... Loading ...

BOAS OPÇÕES PARA INVESTIMENTOS

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Ações, Dicas, Finanças Pessoais, Poupança, Renda Fixa |

O leitor Marcelo nos enviou a seguinte dúvida: “Possuo R$ 52 mil aplicados em CDB pós-fixado que me remunera em 95% do CDI. Minha dúvida é se, diante dos cortes na Selic, devo continuar com este CDB ou procurar outros investimentos?

Com os recentes cortes da SELIC, todos os investimentos de baixo risco sofrerão perdas, tanto que o governo já propôs mudanças para a poupança, no intuito de não deixá-la atrativa para investidores com capital acima de R$ 50 mil, que é o seu caso.

Sendo assim, se você busca por investimentos com boa rentabilidade e, ao mesmo tempo, baixo risco, acredito que está com um produto muito bom em mãos.

Apesar de existerem fundos DI com rentabilidade um pouco melhor que teu CDB, que variam entre 96% e 97% do CDI, os CDBs têm uma grande vantagem: não possuem taxa de administração. E isso certamente faz da tua aplicação uma boa escolha.

Entretanto, você tem duas opções que podem melhorar ainda mais sua rentabilidade. Uma delas exigirá um pouco de estudo e a outra, um pouco de risco.


mai
20
2009
PéssimoRuimRegularBomÓtimo 2 avaliações
Loading ... Loading ...

FUSÃO ENTRE SADIA E PERDIGÃO CRIA A BRASIL FOODS

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Ações, Economia, Poupança, Sem categoria |

Depois de, pelo menos, cinco tentativas de fusão, a Sadia e Perdigão anunciaram ontem (19) a fusão das duas empresas, originando a Brasil Foods, que segundo o atual presidente da Perdigão, Nildemar Secches, será “a grande multinacional brasileira de alimentos processados”. Um dos primeiros compromissos assumidos pelas companhias é a de não demitir funcionários em razão da fusão.

Fundada pelas famílias Brandalise e Ponzoni em 1934, em Santa Catarina, a Perdigão produz atualmente mais de 2.500 itens, como frangos (inteiros e cortes), suínos e bovinos congelados, presuntos, mortadelas, salsichas, hambúrgueres, empanados, lasanhas, pizzas, sucos, iogurtes e leite.

Já a Sadia foi fundada em 1944 por Attilio Fontana, com aquisição do frigorífico Concórdia, na cidade de Concórdia, no oeste catarinense.  Atualmente, tem 17 unidades de produção em nove Estados brasileiros (Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, Rio, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Goiás e Pernambuco), mais o Distrito Federal. Ao todo, emprega 60 mil profissionais –além de ter parcerias com aproximadamente 10 mil granjas de criação de aves e suínos.

O atual presidente da Sadia, Luiz Fernando Furlan, afirmou que a nova empresa será o maior empregador privado do País. Além disso, segundo ele, a Brasil Foods ocupará o posto de terceiro exportador brasileiro, perdendo apenas para Vale e Petrobras, que são exportadoras de commodities.


mai
13
2009
PéssimoRuimRegularBomÓtimo 3 avaliações
Loading ... Loading ...

INCIDÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA NOS INVESTIMENTOS

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Ações, Impostos, Renda Fixa |

Escrevi no artigo anterior (”Evite erros ao escolher onde investir“) que um dos principais erros que as pessoas cometem é desconsiderar o fator tributário na hora de escolher um fundo de investimento ou mesmo um prazo para deixar o dinheiro investido.

Muita gente não sabe, mas a “culpa” da poupança render mais que muitos fundos no curto prazo é do imposto de renda. Enquanto não há incidência de imposto de renda sobre os rendimentos da poupança, o imposto sobre alguns fundos pode ser de até 35% (!) sobre a rentabilidade. Esse é apenas mais um dos motivos para não considerar apenas a rentabilidade dos fundos.

A seguir, mostrarei os principais tipos de fundos de investimento, com os prazos de investimento e as respectivas alíquotas:


mai
04
2009
PéssimoRuimRegularBomÓtimo 5 avaliações
Loading ... Loading ...

COMO POUPAR PARA A APOSENTADORIA

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Aposentadoria, Ações |

Já discutimos em vários artigos aqui no blog sobre previdência privada, explicando a diferença entre PGBL e VGBL ou mesmo debatendo sobre INSS ou previdência privada. Assim sendo, para quem já estudou sobre o assunto e escolheu essa modalidade de investimento para se aposentar (ou complementar a aposentadoria), vale a pena saber como anda o mercado e ficar atento a algumas dicas.

A revista Exame dessa quinzena (06/05/2009, edição 942), na seção Seu Dinheiro, traz uma matéria interessante sobre a incerteza dos investimentos (”Como enfrentar a incerteza”). A principal sugestão da matéria é aproveitar o momento do mercado de ações, por mais que você tenha se assustado com os altos e baixos (mais baixos que altos) desde meados de 2008.

A sugestão é que seus projetos de longo prazo (não necessariamente apenas a aposentadoria) tenha uma parte do patrimônio em ações, a não ser que falte menos de 5 anos para você resgatar o dinheiro ou se aposentar. Para ficar mais claro, confiram abaixo as dicas para quem ainda não tem um plano de previdência e para que já tem um plano e quer complementar.


abr
27
2009
PéssimoRuimRegularBomÓtimo 6 avaliações
Loading ... Loading ...

TÍTULOS PRIVADOS: O QUE SÃO E COMO INVESTIR

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Ações, Renda Fixa |

Já falamos (e recomendamos o investimento) várias vezes sobre títulos públicos. Emitidos pelos governo federal (mas também podem ser emitidos pelos governos estadual e municipal), esses títulos são uma ótima opção de rentabilidade e baixo risco. Boa parte das carteiras dos fundos de renda fixa são formadas por esses papéis.

Entretanto, pouca gente conhece os títutos privados. Antes de falar deles, vale a pena definí-los. Títulos privados são títulos de renda fixa, emitidos por bancos ou empresas. CDB e debêntures são, respectivamente, exemplos de títulos privados. Já escrevemos sobre os CDBs mas ainda não discutimos aqui no blog sobre debêntures, que são os títulos emitidos por empresa.

As debêntures de grandes empresas - como Oi e Tractebel - têm se mostrado atrativas por dois motivos: possuem retornos bem superiores à média do mercado de renda fixa e risco razoavelmente baixo. Para se ter uma ideia, algumas chegam a pagar 125% do CDI (o juro de mercado) para aplicações com prazo de dois anos. Nada mal em se tratando de renda fixa.

Normalmente, as ofertas de debêntures ficam restritas a investidores qualificados (aqueles que dispõem acima de 300 000 reais para aplicações) e institucionais (fundos de pensão, gestores de recursos e seguradoras). Nos últimos dias, entretanto, duas companhias - a Oi e a Tractebel - decidiram estender suas ofertas também ao varejo.


Resolução mínima de 1024x768 © Copyright 2007-2010, QueroFicarRico