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CONQUISTE SEU PRIMEIRO MILHÃO
Publicado em 30.09.2007 por Rafael Seabra em Educação Financeira
A grande maioria das pessoas deseja conquistar um milhão de reais, de dólares ou de qualquer outra moeda. No entanto, a quantia tão sonhada parece distante dos cidadãos mais comuns, que mal conseguem pagar as contas em dia.De acordo com o consultor financeiro e sócio da Cerbasi & Associados Planejamento Financeiro, Gustavo Cerbasi, é preciso ter uma postura diferenciada para se alcançar o primeiro milhão, já que a conquista dele possui uma dificuldade especial.
As informações foram dadas durante o Congresso de abertura da 5ª Edição da Expo Money São Paulo, na última quarta-feira (26).
Projeto de longo prazo
Conforme explica Cerbasi, conquistar um milhão é um projeto de longo prazo, que pode demorar dez, vinte ou até quarenta anos. Por conta disso, é preciso ter muita disciplina e paciência para atingir o objetivo.
No mais, é importante saber que não existe o melhor investimento, já que a escolha depende de quanto você possui para investir e do tempo disponível para se dedicar. Porém, buscar informações sobre a economia e sobre o investimento escolhido é imprescindível.
Ingredientes para a abundância financeira
Na opinião do consultor, para conquistar a abundância financeira, o que para muita gente significa um milhão, são necessários quatro ingredientes básicos: tempo, juros compostos, decisões inteligentes e dinheiro.
O primeiro item serve para buscar informações antes de investir, para organizar uma estratégia (onde e quando aplicar dinheiro, em quanto tempo é preciso fazer revisões etc.) e para conseguir ver o dinheiro crescer.
Além disso, conheça a importância dos juros compostos: quanto mais dinheiro você acumula, mais vai conseguir lucrar em cima dele. “Se toda vez a pessoa usa o lucro obtido com um investimento, nunca vai conseguir enriquecer”, ensina Cerbasi.
Dicas
Ainda de acordo com o congressista da 5ª Expo Money São Paulo, “se um milhão parece muito distante, busque a metade”, sem se esquecer das regras acima. Por fim, Cerbasi afirma que o investidor também não pode se esquecer de viver e gastar o dinheiro conquistado.
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BÊ-A-BÁ (PARTE 2)
Publicado em 26.09.2007 por Rafael Seabra em Ações, Renda Fixa
Fundos DI
São formados por papéis públicos com rendimento pós-fixado, e tendem a acompanhar as oscilações da economia e variações da taxa de juros básica (Selic), reduzindo o risco de perdas.Renda fixa
Investem em títulos prefixados do governo ou privados (de instituições financeiras ou empresas).Multimercados
Operam em diversos mercados – ações, derivativos, câmbio, renda fixa e DI, dependendo da estratégia. Considerados mais arriscados.Fundo de Ações
São formados por ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. O gestor pode escolher as empresas com maiores chances de valorização. -
ONDE OS GESTORES DE RECURSOS INVESTEM
Publicado em por Rafael Seabra em Ações, Educação Financeira, Renda Fixa
A regra interna é clara, pelo menos na maioria das administradoras de recursos: o gestor não deve competir com seus clientes. Em muitas, os gestores são proibidos de investir diretamente em ativos, como ações ou títulos públicos, para não desviar a atenção da atividade diária. Mas isso não impede que eles tenham carteiras de investimento próprias bastante diversificadas. O resultado são perfis os mais variados possíveis, desde gestores mais conservadores do que seus próprios clientes, até outros que se arriscam muito mais.Como podem “girar” (modificar) pouco suas carteiras, por falta de tempo e por limitação das regras das suas instituições – na maioria dos casos, é preciso informar cada movimento a um comitê -, o perfil geral é de longo prazo. E poucos sabem de cabeça onde aplicam seu próprio dinheiro.
Alexandre Póvoa, diretor da Modal Asset Management, só investe em fundos da instituição, 90% distribuídos entre três fundos multimercados, sendo um deles mais arriscado. Os 10% restantes estão em um fundo de ações.
Saulo Sabbá, diretor de gestão da Máxima Asset Management, chega a ter 100% do seu investimento em Bolsa de Valores, distribuídos entre ações dos setores imobiliário e de tecnologia:
- Mas eu sou novo, tenho 25 anos. Se der tudo errado, posso começar de novo.
Fundos DI não atraem, mas o Tesouro Direto é uma opção
Outro que tem apreço pelo mercado de ações é José Alberto Tovar, sócio da ARX Capital Management: 35% de suas aplicações estão em ações, via fundos.
- Sou muito animado com a Bolsa a longo prazo, muitas empresas novas no mercado vão se beneficiar da melhora econômica do Brasil – diz.
Apesar de normalmente fugirem dos tradicionais fundos DI e de renda fixa, alguns gestores gostam de investir nos títulos públicos que normalmente compõem essas carteiras. O caminho utilizado é o Tesouro Direto, sistema de compra de títulos públicos para pessoas físicas pela internet (www.tesourodireto.gov.br).
Delano Franco, diretor da Mellon Global Investments Brasil, tem 30% de sua carteira própria de investimentos em NTNs-B (Notas do Tesouro Nacional da série B). São títulos que têm uma taxa de juros prefixada no momento da compra e são corrigidos pelo IPCA, indicador oficial de inflação.
- Eu prefiro comprar títulos diretamente porque, diferentemente de um fundo, eu quero escolher um prazo de vencimento para os títulos, que hoje é para 2012 e 2015 – explica.
Ele tem ainda metade das aplicações em diversos fundos multimercados da Mellon, a maior parte com estratégias macroeconômicas, que tentam antecipar tendências dos juros e do câmbio.
Poucos também são os que consideram o imóvel próprio um investimento. É o caso de Patrícia Branco, sócia da Global Equity, que computa 20% do patrimônio no imóvel.
Mas em algo todos eles concordam: defendem o investimento em fundos da própria gestora como forma de conciliar os interesses.
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APLICAÇÃO X PRAZO
Publicado em 25.09.2007 por Rafael Seabra em Educação Financeira
Antes de iniciar um investimento, liste todos os seus sonhos de consumo (comprar ou trocar o carro, a casa, viajar etc.) e determine em quanto tempo você quer realizá-los. Feito isso, divida-os em curto, médio e longo prazo.- Curto prazo: neste grupo, devem estar todas as suas metas no período de até um ano. Neste caso, como o dinheiro precisará ser resgatado a qualquer momento, o mais indicado é realizar aplicações conservadoras, como poupança e fundos DI.
- Médio prazo: este caso serve para quem tem mais de um ano para deixar as economias rendendo. Com isso, é possível avaliar opções que oferecem mais riscos e, conseqüentemente, um rendimento maior, como algumas opções de renda fixa e fundos multimercados.
- Longo prazo: aqui devem ser incluídos os desejos a serem realizados em cinco anos ou mais. E para financiar as metas mais ambiciosas, será necessário ter uma parcela de sua carteira em aplicações de maior risco, como ações.
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FAÇA SEU SALÁRIO RENDER O MÁXIMO
Publicado em 22.09.2007 por Rafael Seabra em Educação Financeira

Recebemos uma sugestão do nosso amigo Daniel Thiago e decidimos compartilhar com vocês. A reportagem da revista Você S/A (Faça seu salário render o máximo, SET/2007, edição 111) traz as dicas de como alcançar seus objetivos financeiros, ganhando muito ou pouco. Segundo a reportagem, o segredo é decidir o que você quer fazer com seu dinheiro – trocar de carro, decorar a casa, viajar -, escolher bem uma ou mais aplicações e, principalmente, definir em quanto tempo vai realizar um desses projetos. Em resumo, o importante é conhecer seus objetivos, recursos e prazos.
As estratégias de investimento sugeridas pelos especialistas em finanças pessoais foram agrupadas para quem ganha 2 500, 5 000, 7 000 e mais de 10 000 reais. Infelizmente a revista só disponibilizou as estratégias para quem ganha R$2.500. As demais só podem ser vistas por quem for assinante ou comprar a edição desse mês. Porém, as dicas para 2500 reais já dá pra passar uma idéia do propósito da reportagem e vale a pena conferir.
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As estratégias para quem ganha 2500 reais, clique aqui.





















