Archive for outubro, 2008
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E SE MEU BANCO QUEBRAR?
Publicado em 29.10.2008 por Rafael Seabra em Ações, Educação Financeira, Poupança, Renda Fixa
Com a onda de quebras de bancos estrangeiros, como vimos no artigo sobre a crise financeira, aliado à ajuda do Banco Central brasileiro aos bancos nacionais, muita gente deve estar se peguntando sobre o que fazer caso seu banco quebre. A matéria “Não é preciso guardar o dinheiro no colchão” do Guia do Investidor (Portal Exame) esclarece várias dúvidas sobre o assunto.O sistema financeiro oferece garantias aos investidores, protegendo parcial ou integralmente as aplicações. Com isso, investidores e correntistas brasileiros podem não perder nada em caso de insolvência de uma instituição financeira. A principal garantia é o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que foi criado em 1995 e conta com a adesão e contribuição de todas as instituições financeiras do país.
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SE A INFLAÇÃO É RUIM, DEFLAÇÃO SERIA MELHOR?
Publicado em 28.10.2008 por Rafael Seabra em Economia
Em economia, inflação é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro. Isso é equivalente ao aumento no nível geral de preços. Inflação é o oposto de deflação. Inflação zero, ou muito baixa, é uma situação chamada de estabilidade de preços.Porém, se achamos que inflação é algo ruim, deflação seria melhor? Não. Para se ter uma idéia, foi um longo período de deflação, com queda nos preços dos produtos agrícolas, que provocou a quebra da Bolsa de Nova York, em 1929, e a conseqüente crise econômica que atingiu todo o mundo. É difícil imaginar por que a redução de preços de bens e serviços pode ser ruim para a economia, mas as causas e conseqüências da deflação explicam o problema.
Os preços acabam caindo sempre que sobram mercadorias por falta de consumidores. Como as empresas não conseguem vender como antes, mesmo a preços menores, o faturamento e o lucro também acabam reduzidos. Para não ficar no prejuízo, elas são obrigadas a diminuir o ritmo da produção e a demitir funcionários. Com o desemprego alto, ninguém costuma gastar além da conta. Por isso, a oferta de serviços e os estoques crescem. Resultado: excesso de bens e preços menores que os de períodos anteriores.
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CURIOSIDADES SOBRE O IMPOSTO DE RENDA
Publicado em 24.10.2008 por Rafael Seabra em Curiosidades, Imposto de Renda
O imposto de renda só pode surgir no mundo após desenvolvimento do conceito de dinheiro e moeda. Moeda, como sabemos, é o meio através do qual são efetuadas transações monetárias. E com a sua criação, a riqueza das pessoas, antes avaliada pela quantidade de seus pertences, passou a ser medida pela quantidade de moedas que tais pertences correspondiam. O aumento de renda (acréscimo de bens) passou a ser contabilizado pela quantidade de moedas.Foi então que, no século XV, em Florença, Itália, instituiu-se a Decima Scalata, uma espécie de protótipo de imposto de renda, que cobrava uma taxa gradual (progressiva) sobre a renda dos italianos.
Contudo, somente no final do século XVIII, na Inglaterra, que o imposto de renda propriamente dito surgiu, com características semelhantes ao que temos atualmente. A razão para a criação do então chamado “income tax” foi o financiamento da guerra contra a França de Napoleão Bonaparte em 1798 e a taxa cobrada era de 10% sobre a renda total no ano acima de 60 libras. Podia-se pagar em até seis quotas. O imposto, surgido com a finalidade de financiar a guerra, mostrou-se uma ótima fonte de arrecadação de recursos de uma nação.
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ESTRATÉGIA PARA INVESTIDORES CONSERVADORES
Publicado em 22.10.2008 por Rafael Seabra em Poupança, Renda Fixa
O leitor José Marconi nos enviou a seguinte pergunta: “Tenho R$ 40 mil investidos na poupança. Estou fazendo a opção errada de investimento? Seria o caso de manter esse valor na poupança ou fazer investimentos em outras opções?”A pergunta é muito interessante e certamente muitos investidores com perfil conservador devem se fazer a mesma pergunta. Como já falei anteriormente, existem opções de investimentos com risco baixo e boa rentabilidade, como o Tesouro Direto. Mas há também outras opções igualmente com baixo risco e que oferecem retornos interessantes.
A revista Exame dessa quinzena (Edição 929, 22/10/2008) trouxe, na seção Seu Dinheiro, a resposta para essa pergunta. A proposta seria investir:
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TESOURO DIRETO: BOA RENTABILIDADE E BAIXO RISCO
Publicado em 16.10.2008 por Rafael Seabra em Tesouro Direto
Para quem não tem estômago para aguentar o sobe-e-desce do mercado de ações nem quer enfrentar grandes riscos, mas, ainda assim, procura por uma boa rentabilidade, uma ótima opção seria os títulos públicos, através do Tesouro Direto. Levantamento divulgado ontem (15) aponta que, em setembro, os pequenos investidores, representados pelas aplicações de até R$ 5 mil, responderam por 63,87% do volume aplicado em títulos públicos.Em setembro, o montante financeiro vendido foi de R$ 114,7 milhões, valor 153,1% superior ao observado no nono mês de 2007. Com isso, as vendas acumuladas em 2008 atingiram R$ 958,5 milhões, o melhor resultado para o período, desde a criação do programa.
Afinal, o que é o Tesouro Direto?
Muitas pessoas que possuem um perfil mais conservador para investimentos não conhecem essa modalidade de investimento. Trata-se de é um programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas desenvolvido pelo Tesouro Nacional, em parceria com a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC). Os títulos públicos são ativos de renda fixa que se constituem em boa opção de investimento para a sociedade. Os títulos públicos possuem a finalidade primordial de captar recursos para o financiamento da dívida pública, bem como para financiar atividades do Governo Federal, como educação, saúde e infra-estrutura.





















