mai
28
2008
PéssimoRuimRegularBomÓtimo 0 avaliações
Loading ... Loading ...

NA ERA DO GRAU DE INVESTIMENTO

Publicado por César França na(s) Seção(ões) Internet |


mai
26
2008
PéssimoRuimRegularBomÓtimo 0 avaliações
Loading ... Loading ...

FALTA DE TROCO

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Economia |

Mesmo com as 13,22 bilhões de moedas em circulação no Brasil, existem casos pontuais de falta de troco.

O fato obriga o Banco Central a emitir mais moedas no mercado. Dados oficiais revelam que, em março, foram colocadas 124 milhões de moedas adicionais em circulação. Em abril, mais 84 milhões e, em maio, já chegou-se à casa dos 100 milhões. Até o final do ano, a previsão é de 1,2 bilhão de moedas adicionais.

Casos pontuais

“A falta de troco é um problema crônico do País, que acaba eventualmente acontecendo, quando aquece a economia e aumenta o número de transações”, disse o assessor econômico da Fecomercio-SP, Fábio Pina.

Um exemplo da falta de troco é o transporte metropolitano. Para incentivar os passageiros a usarem suas moedas, principalmente as de R$ 0,05 e R$ 0,10, o Metrô deve lançar campanha nesta semana.

De acordo com Pina, é muito complexo fazer uma distribuição logística de notas e moedas em todo o País, e pode-se acabar desequilibrando a oferta. “Não que seja um problema do Banco Central. Acontece porque ao longo do tempo a moeda vai se deslocando”. Além disso, existe o efeito chamado ‘entesouramento’.

Moedas em casa

O fenômeno decorre do baixo valor individual das moedas, que leva as pessoas a guardá-las em cofrinhos em casa, esquecê-las ou perdê-las, sem dar importância. “Antes do Plano Real, a moeda valia tão pouco que não se usava. Ficou este costume”, afirma o economista da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Emílio Alfieri.

O assessor econômico da Fecomercio concorda com a visão de Alfieri. “O não uso de moedas ainda é um resquício do passado, quando ela não valia quase nada“, diz. Hoje, sem um risco iminente de uma forte inflação, e de a moeda perder valor, os brasileiros realmente não se preocupam em usá-las.

Para se ter uma idéia, de acordo com dados de pesquisa realizada pelo Banco Central, 25% dos entrevistados disseram que guardam as moedas em casa, tirando-as de circulação.

Mesmo assim, moedas e cédulas ainda são as formas mais requisitadas no momento de pagar as contas. A pesquisa do Banco Central mostrou que 77% das compras são feitas com dinheiro, proporção que supera, e muito, todas as demais formas de pagamento juntas: cartão de crédito, débito, cheque, débito automático e vale refeição.

***

O fato é que colocar moedas em circulação custa caro ao governo e, consequentemente, a nós. Por isso é importante valorizar nossas moedas e, entre perdê-las, esquecê-las ou guardar num cofrinho, a terceira opção seguramente é a melhor escolha.

Porém, quando for trocá-las, escolha um ponto comercial perto da sua casa. Bom para você e para o proprietário do estabelecimento :)


mai
25
2008
PéssimoRuimRegularBomÓtimo 3 avaliações
Loading ... Loading ...

IMPOSTOS BRASILEIROS

Publicado por César França na(s) Seção(ões) Economia, Impostos |

Aproveitando o assunto de carga tributária e sistema tributário nacional, confira abaixo a lista dos atuais 73 impostos brasileiros:

  1. Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante - AFRMM - Lei 10.893/2004
  2. Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.461/1968
  3. Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT - Lei 10.168/2000
  4. Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado “Salário Educação”
  5. Contribuição ao Funrural
  6. Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955
  7. Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)
  8. Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990
  9. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) - Lei 8.621/1946
  10. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) - Lei 8.706/1993
  11. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942
  12. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991
  13. Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) - Lei 9.403/1946
  14. Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) - Lei 9.853/1946
  15. Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP)
  16. Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993
  17. Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados)
  18. Contribuição Confederativa Patronal (das empresas)
  19. Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico - CIDE Combustíveis - Lei 10.336/2001
  20. Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - Emenda Constitucional 39/2002
  21. Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional - CONDECINE - art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002
  22. Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal)
  23. Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT)
  24. Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS - Lei Complementar 110/2001
  25. Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)
  26. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
  27. Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.)
  28. Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.
  29. Fundo Aeroviário (FAER) - Decreto Lei 1.305/1974
  30. Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) - lei 5.070/1966 com novas disposições da lei 9.472/1997
  31. Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
  32. Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) - art. 6 da Lei 9998/2000
  33. Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) - art.6 do Decreto-lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002.
  34. Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
  35. Imposto sobre a Exportação (IE)
  36. Imposto sobre a Importação (II)
  37. Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
  38. Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)
  39. Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)
  40. Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR - pessoa física e jurídica)
  41. Imposto sobre Operações de Crédito (IOF)
  42. Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
  43. Imposto sobre Transmissão Bens Intervivos (ITBI)
  44. Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)
  45. INSS - Autônomos e Empresários
  46. INSS - Empregados
  47. INSS - Patronal
  48. IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)
  49. Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)
  50. Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro
  51. Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação - lei 10.870/2004
  52. Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias - Decreto Lei 1.899/1981
  53. Taxa de Coleta de Lixo
  54. Taxa de Combate a Incêndios
  55. Taxa de Conservação e Limpeza Pública
  56. Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental - TCFA - lei 10.165/2000
  57. Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos - lei 10.357/2001, art. 16
  58. Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)
  59. Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) - lei 7.940/1989
  60. Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23
  61. Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - TFPC - lei 10.834/2003
  62. Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC - art. 12 da MP 233/2004
  63. Taxa de Licenciamento Anual de Veículo
  64. Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal
  65. Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999
  66. Taxa de Serviços Administrativos - TSA - Zona Franca de Manaus - lei 9960/2000
  67. Taxa de Serviços Metrológicos - art. 11 da lei 9933/1999
  68. Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)
  69. Taxas de Outorgas (Radiodifusão, Telecomunicações, Transporte Rodoviário e Ferroviário, etc.)
  70. Taxas de Saúde Suplementar - ANS - lei 9.961/2000, art. 18
  71. Taxa de Utilização do MERCANTE - Decreto 5.324/2004
  72. Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)
  73. Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE - Lei 9.718/1998

Fonte: ACLAME


mai
25
2008
PéssimoRuimRegularBomÓtimo 1 avaliações
Loading ... Loading ...

BULL x BEAR (O TOURO E O URSO)

Publicado por César França na(s) Seção(ões) Curiosidades |

Você já ouviu a metáfora do Touro e do Urso? Pois no mercado financeiro, estes dois são personagens bem conhecidos.

Diz-se que o mercado de ações é uma constante briga entre o touro e o urso. O Urso, quando ataca ataca, a “patada” vem de cima para baixo, empurrando o seu adversário - o mercado - para o fundo. Já o Touro usa seus chifres para atacar de baixo pra cima, atirando pro alto o mercado (dúvidas sobre o ataque do touro?).

Portanto, quando o Urso está à solta (Bear market), o desespero do mercado é geral. Enquanto o Urso pressiona o mercado todos os índices ficam com tendência de baixa. Mas quando o Touro chega (Bull Market), os investidores ficam mais tranquilos, pois o mercado torna a subir. Os momentos mais instáveis e mais perigosos, ocorrem quando o Urso chega (hora de liquidar o seu dinheiro!) ou quando o Touro o expulsa (hora de investir!)

Para ver um exemplo prático, observe este gráfico - do iBovespa em 2008 - e veja como o Touro vem vencendo a briga neste ano.

Já se pegarmos outro exemplo - o das ações da Positivo - podemos ver que o Urso é selvagem e não tem dó…


mai
24
2008
PéssimoRuimRegularBomÓtimo 0 avaliações
Loading ... Loading ...

SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO É O MAIS CARO DO MUNDO

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Economia, Impostos |

De acordo com o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), o sistema tributário brasileiro é o mais complexo e caro do mundo. Para se ter uma idéia, atualmente, existem 61 tributos.

Além disso, observa-se no Brasil a chamada multi-incidência tributária ou efeito cascata horizontal e vertical, que é o tributo que incide sobre outros tributos sucessivamente. A tributação híbrida, por sua vez, faz com que tributos sejam utilizados, ao mesmo tempo, com finalidade arrecadatória e regulatória.

Normas tributárias

Segundo o Instituto, existem mais de 3.200 normas tributárias em vigor, por meio da Constituição Federal, leis ordinárias, complementares, medidas provisórias, decretos-leis, decretos, portarias etc.

No total, são cinco quilômetros e meio de normas ou 55.767 artigos, 33.374 parágrafos, 23.497 incisos e 9.956 alíneas.

Como o cidadão paga tributo

Conforme estima o IBPT, os brasileiros pagam, em média, 15% de tributos sobre sua renda, na forma de Imposto de Renda e contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Sobre o patrimônio, incide cerca de 3%, na forma de IPVA e IPTU, por exemplo.

Além disso, o cidadão paga em torno de 22,51% de tributos sobre o consumo (ICMS, IPI, PIS, Cofins etc.). No total, são 40,51% do rendimento bruto ou 148 dias trabalhados em um ano apenas para arcar com os tributos. No ano passado, os brasileiros pagaram R$ 923 bilhões em tributos, o que significa R$ 2,53 bilhões por dia, R$ 105 milhões por hora, R$ 1,76 milhão por minuto e R$ 29,275 mil por segundo.

***

Certamente vocês já conhecem esses números, o que não diminui a frustração de pagar diariamente esses impostos e não vermos as coisas mudarem. Um dado interessante é que, enquanto muitos se preocupam com a “pancada” do Imposto de Renda, a maior parte do imposto que pagamos está sobre o consumo.

Para quem quiser saber mais sobre o Sistema Tributário Nacional, recomendo fortemente a leitura da nossa entrevista com o advogado Bruno Suassuna, sócio do Suassuna, Guedes & Costa e Silva Advogados Associados, clicando AQUI.


Página 1 de 6
123456Próximo »

Resolução mínima de 1024x768 © Copyright 2007-2010, QueroFicarRico