NA ERA DO GRAU DE INVESTIMENTO
Publicado por César França na(s) Seção(ões) Internet |
Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Economia |
Mesmo com as 13,22 bilhões de moedas em circulação no Brasil, existem casos pontuais de falta de troco.
O fato obriga o Banco Central a emitir mais moedas no mercado. Dados oficiais revelam que, em março, foram colocadas 124 milhões de moedas adicionais em circulação. Em abril, mais 84 milhões e, em maio, já chegou-se à casa dos 100 milhões. Até o final do ano, a previsão é de 1,2 bilhão de moedas adicionais.
Casos pontuais
“A falta de troco é um problema crônico do País, que acaba eventualmente acontecendo, quando aquece a economia e aumenta o número de transações”, disse o assessor econômico da Fecomercio-SP, Fábio Pina.
Um exemplo da falta de troco é o transporte metropolitano. Para incentivar os passageiros a usarem suas moedas, principalmente as de R$ 0,05 e R$ 0,10, o Metrô deve lançar campanha nesta semana.
De acordo com Pina, é muito complexo fazer uma distribuição logística de notas e moedas em todo o País, e pode-se acabar desequilibrando a oferta. “Não que seja um problema do Banco Central. Acontece porque ao longo do tempo a moeda vai se deslocando”. Além disso, existe o efeito chamado ‘entesouramento’.
Moedas em casa
O fenômeno decorre do baixo valor individual das moedas, que leva as pessoas a guardá-las em cofrinhos em casa, esquecê-las ou perdê-las, sem dar importância. “Antes do Plano Real, a moeda valia tão pouco que não se usava. Ficou este costume”, afirma o economista da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Emílio Alfieri.
O assessor econômico da Fecomercio concorda com a visão de Alfieri. “O não uso de moedas ainda é um resquício do passado, quando ela não valia quase nada“, diz. Hoje, sem um risco iminente de uma forte inflação, e de a moeda perder valor, os brasileiros realmente não se preocupam em usá-las.
Para se ter uma idéia, de acordo com dados de pesquisa realizada pelo Banco Central, 25% dos entrevistados disseram que guardam as moedas em casa, tirando-as de circulação.
Mesmo assim, moedas e cédulas ainda são as formas mais requisitadas no momento de pagar as contas. A pesquisa do Banco Central mostrou que 77% das compras são feitas com dinheiro, proporção que supera, e muito, todas as demais formas de pagamento juntas: cartão de crédito, débito, cheque, débito automático e vale refeição.
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O fato é que colocar moedas em circulação custa caro ao governo e, consequentemente, a nós. Por isso é importante valorizar nossas moedas e, entre perdê-las, esquecê-las ou guardar num cofrinho, a terceira opção seguramente é a melhor escolha.
Porém, quando for trocá-las, escolha um ponto comercial perto da sua casa. Bom para você e para o proprietário do estabelecimento
Publicado por César França na(s) Seção(ões) Economia, Impostos |
Aproveitando o assunto de carga tributária e sistema tributário nacional, confira abaixo a lista dos atuais 73 impostos brasileiros:
Fonte: ACLAME
Publicado por César França na(s) Seção(ões) Curiosidades |
Você já ouviu a metáfora do Touro e do Urso? Pois no mercado financeiro, estes dois são personagens bem conhecidos.
Diz-se que o mercado de ações é uma constante briga entre o touro e o urso. O Urso, quando ataca ataca, a “patada” vem de cima para baixo, empurrando o seu adversário - o mercado - para o fundo. Já o Touro usa seus chifres para atacar de baixo pra cima, atirando pro alto o mercado (dúvidas sobre o ataque do touro?).
Portanto, quando o Urso está à solta (Bear market), o desespero do mercado é geral. Enquanto o Urso pressiona o mercado todos os índices ficam com tendência de baixa. Mas quando o Touro chega (Bull Market), os investidores ficam mais tranquilos, pois o mercado torna a subir. Os momentos mais instáveis e mais perigosos, ocorrem quando o Urso chega (hora de liquidar o seu dinheiro!) ou quando o Touro o expulsa (hora de investir!)
Para ver um exemplo prático, observe este gráfico - do iBovespa em 2008 - e veja como o Touro vem vencendo a briga neste ano.
Já se pegarmos outro exemplo - o das ações da Positivo - podemos ver que o Urso é selvagem e não tem dó…
Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Economia, Impostos |
De acordo com o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), o sistema tributário brasileiro é o mais complexo e caro do mundo. Para se ter uma idéia, atualmente, existem 61 tributos.
Além disso, observa-se no Brasil a chamada multi-incidência tributária ou efeito cascata horizontal e vertical, que é o tributo que incide sobre outros tributos sucessivamente. A tributação híbrida, por sua vez, faz com que tributos sejam utilizados, ao mesmo tempo, com finalidade arrecadatória e regulatória.
Normas tributárias
Segundo o Instituto, existem mais de 3.200 normas tributárias em vigor, por meio da Constituição Federal, leis ordinárias, complementares, medidas provisórias, decretos-leis, decretos, portarias etc.
No total, são cinco quilômetros e meio de normas ou 55.767 artigos, 33.374 parágrafos, 23.497 incisos e 9.956 alíneas.
Como o cidadão paga tributo
Conforme estima o IBPT, os brasileiros pagam, em média, 15% de tributos sobre sua renda, na forma de Imposto de Renda e contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Sobre o patrimônio, incide cerca de 3%, na forma de IPVA e IPTU, por exemplo.
Além disso, o cidadão paga em torno de 22,51% de tributos sobre o consumo (ICMS, IPI, PIS, Cofins etc.). No total, são 40,51% do rendimento bruto ou 148 dias trabalhados em um ano apenas para arcar com os tributos. No ano passado, os brasileiros pagaram R$ 923 bilhões em tributos, o que significa R$ 2,53 bilhões por dia, R$ 105 milhões por hora, R$ 1,76 milhão por minuto e R$ 29,275 mil por segundo.
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Certamente vocês já conhecem esses números, o que não diminui a frustração de pagar diariamente esses impostos e não vermos as coisas mudarem. Um dado interessante é que, enquanto muitos se preocupam com a “pancada” do Imposto de Renda, a maior parte do imposto que pagamos está sobre o consumo.
Para quem quiser saber mais sobre o Sistema Tributário Nacional, recomendo fortemente a leitura da nossa entrevista com o advogado Bruno Suassuna, sócio do Suassuna, Guedes & Costa e Silva Advogados Associados, clicando AQUI.
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