Archive for abril, 2008
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ERA VIRTUAL… AGORA É REAL
Publicado em 02.04.2008 por César França em Curiosidades

Um novo jogo online que encoraja meninas a colocar suas bonecas virtuais de dieta e a levá-las a uma clÃnica para fazer cirurgias plásticas está provocando revolta na Grã-Bretanha.Mais de 200 mil pessoas já se registraram no website Miss Bimbo desde seu lançamento no mês passado, a maioria delas entre 9 e 16 anos de idade. Na página inicial, as meninas são incentivadas a criar as bonecas “mais legais, ricas e famosas do mundoâ€.Para alcançar este objetivo, elas usam “bimbo dólares†para comprar lingerie e roupas, colocar silicone nos seios, tomar pÃlulas de dieta e competir com outras participantes para alcançar a fama e conquistar maridos bilionários.
O responsável pelo site alega que ele não é uma má influência para as crianças. Assim como os produtores de “Carmagedon” e GTA também o afirmavam, há dez anos atrás, quando o jogo foi retirado do mercado por incentivar a violência. Naquela época, ganhava o jogo quem roubasse mais carros e atropelasse mais pedestres.Segundo os psicólogos, games violentos podem influenciar as crianças sim, desde que estas crianças tenham uma pré-disposição natural à serem violentas. No caso dos jogos que mexem com finanças pessoais e dinheiro não é diferente. Mas ora, quem é que não tem predisposição natural a gastar dinheiro com coisas supérfluas?
O único consenso existente entre psicólogos e pais preocupados é que uma boa educação doméstica, aliada ao convÃvio harmonioso com os filhos, são os melhores remédios contra qualquer tipo de efeito multimÃdia – seja de jogos, filmes ou até mesmo da televisão.
Por isso, preste atenção no que seus filhos andam jogando, para não estarem cometendo nenhum tipo de violência contra a sua educação!
Se não, os maridos bilionários é que se cuidem!
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PRIMEIRO DE ABRIL
Publicado em por César França em Curiosidades
O Google lançou ontem uma iniciativa sem igual: o projeto VIRGLE – a criação da primeira colônia humana em Marte, “The Adventure of Many Lifetimes“.
Não vá dizer que você acreditou! Até por que já virou tradição o Google publicar brincadeiras deste tipo no dia primeiro de abril, todo ano.Pra quem não sabe, no Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido aqui em Pernambuco, onde circulou “A Mentira”, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notÃcia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. “A Mentira” saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
Segunda a definição da Wikiédia, “Mentira” é uma declaração feita por alguém que acredita ou suspeita que ela seja falsa, na expectativa de que os ouvintes ou leitores possam acreditar nela.
Portanto uma declaração verdadeira pode ser uma mentira se o falante acredita que ela seja falsa, assim como uma declaração falsa pode não ser uma mentira se o falante acreditar que ela seja verdadeira. É complicado assim mesmo.
Isso é importante para associarmos, por exemplo, à s especulações que existem no mercado financeiro. A maioria das especulações não podem ser consideradas como mentiras… por que são boatos, ou seja, os repassadores acreditam que é verdade, mesmo não sendo! Não confundam!
Histórias de ficção, como esta do Google, embora falsas, não são mentiras. As ações da empresa nem subiram nem desceram por causa disso… nem vão! Apesar do que se diz por aÃ, que uma mentira, quando repetida várias vezes, torna-se verdade. Isso não funciona no mercado financeiro.
Mas para descontrair neste dia da mentira, selecionamos em alguns blogs de Humor algumas das mentiras mais comuns ouvidas no nosso dia-a-dia. Confira algumas:
- VENDEDOR: – Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta.
- LOJISTA: – Estamos te vendendo a preço de custo.
- AMBULANTE: – Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.
- CORRETOR DE IMÓVEIS: – Em 6 meses colocarão: água, luz e telefone.
- DEVEDOR: – Amanhã, sem falta!
- AMIGO: – Pague a minha parte que depois eu acerto contigo.
- GERENTE DE BANCO: – Trabalhamos com as taxas mais baixas do mercado.
- MUAMBEIRO: – Tem garantia de fábrica.
- VICIADO: – Essa vai ser a última vez.
- LISO: – Dinheiro não traz felicidade.
- POBRE: – Se eu fosse milionário espalhava dinheiro pra todo mundo..
Fique de olho aberto, não é apenas no dia 1º de abril que as mentiras pairam por aÃ. -
ESCOLHA A ESTRATÉGIA CERTA PARA INVESTIR NA CRISE
Publicado em 01.04.2008 por Rafael Seabra em Ações, Educação Financeira, Poupança, Renda Fixa
Até recentemente, investir em ações era voar em céu de brigadeiro. Nada mais certo do que ganhar algum no fim do mês. Há algum tempo, porém, a Bolsa não deixa que os investidores tenham um só minuto de sossego. A crise nos Estados Unidos, que começou com um problema no mercado de subprime, se estendeu para uma crise de crédito e hoje ganha contornos de crise bancária. E agora, o que fazer com seus investimentos diante desta situação?Mantenha a estratégia
Em primeiro lugar, ponha a cabeça no lugar. Se você fez a lição de casa e parou para definir uma estratégia de investimentos antes de alocar seu dinheiro em fundos ou ações, fique firme. Com crise ou sem crise, não dá para ficar mudando de estratégia toda hora. Senão, a chance de perder dinheiro é muito grande. Mantenha o foco no longo prazo e nos seus objetivos. Se a pessoa decidir que tem que ter x% em Bolsa, mantenha essa decisão”, aconselha Mário Alves Barbosa Filho, da Argumento Consultoria de Investimentos.Objetivos
Só reavalie os investimentos se os seus objetivos mudaram. Por exemplo: você iria comprar um apartamento daqui a 5 anos e agora vai comprar daqui a dois anos. Claro que tem que correr menos risco. E aà é hora de tirar o dinheiro da renda variável para um investimento mais conservador. O certo é que quem precisa de recursos investidos em Bolsa em um ano, um ano e meio, toma esses tombos e dificilmente se recupera. “Quanto maior o horizonte de investimento, maior o fôlego para agüentar estas chacoalhadas”, diz Barbosa Filho.Hora de comprar
Na visão dos analistas, o momento em que as ações caem de preço é a hora de comprar, e não de vender. Fernando Camargo Luiz, da Orbe Investimentos, avisa que com as quedas da Bolsa existem no mercado papéis muito baratos, verdadeiras pechinchas. Mas ele não aconselha ninguém a operar sozinho. “Se quiser investir em ações, procure um bom fundo. Com o cenário de muita volatilidade, a chance de perder dinheiro é grande. Deixe isso nas mãos de quem é experiente”, arremata.Sem band-aid
Quem não suporta nem pensar em perder um centavo sequer, mantenha os olhos – e o bolso – fixos nos fundos DI. “Esse é para quem não quer ter nenhuma ferida, nenhum band-aid”, brinca Thiago de Castro, sócio da Tag Investimentos.Ao lado da poupança, o DI é considerado o investimento mais conservador de todos. Isso porque está lastreado em tÃtulos do governo com rendimento pós-fixado; ou seja, acompanha os movimentos da taxa de juros. A poupança é mais indicada para pequenos investimentos que não conseguem obter taxas de administração competitivas, abaixo de 2% ao ano.
Thiago lembra, porém, que é bom que as pessoas se acostumem com a volatilidade. No longo prazo, o cenário é de queda da taxa de juros. E para conseguir uma rentabilidade maior, terão de arriscar mais.
E o ouro?
O ouro tem batido recordes sobre recordes, mas deve ser visto como uma reserva de valor, não como um investimento propriamente dito. Quem compra ouro não tem nenhum tipo de rendimento, como juros ou dividendos. Tem ouro. Se, ao vender, o preço estiver menor do que quando você comprou, você perdeu dinheiro. Não obteve nada durante o perÃodo em que teve a propriedade do metal. Além disso, a compra do ouro envolve taxas elevadas com custódia. E o investimento, por si só, é bastante elevado. Como diversificação, é aconselhável apenas para quem tem muito dinheiro para investir.Fonte: UOL
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PRIMEIRO TRIMESTRE MARCA PIOR DESEMPENHO DO IBOVESPA DESDE 2005
Publicado em por Rafael Seabra em Ações, Economia
Quem optou por começar suas aplicações na Bolsa de Valores de São Paulo no inÃcio deste ano já vivenciou experiências que somente os mais veteranos no mercado conheceram. Em meio a turbulência nas praças financeiras globais, o primeiro trimestre de 2008 foi o pior da bolsa brasileira desde 2005.
Nos três primeiros meses do ano, o Ibovespa acumulou desvalorização de 4,57%, para 60.968 pontos. As incertezas sobre a possibilidade de uma recessão na maior economia do mundo propiciaram uma fuga dos investidores estrangeiros para ativos considerados mais seguros, contribuindo para o desempenho trimestral pÃfio.
Nos últimos anos, apenas o segundo trimestre de 2005 conseguiu perdas superiores à s do inÃcio de 2008. O recuo de 5,9% – o único em todos os trimestres daquele ano – teve o cenário polÃtico interno como responsável, com várias denúncias de corrupção abalando fortemente a performance do mercado acionário.
Volatilidade
A volatilidade não desgrudou do principal Ãndice da Bovespa em janeiro, fevereiro e março. Logo no primeiro mês do ano, após os ganhos de 43,7% registrados em 2007, a hipótese de que os EUA entrariam em recessão despertou um grau elevado de aversão ao risco, consagrando o ouro como o melhor investimento do mês.
Em perÃodos de cautela acentuada, é comum observar uma maior demanda por ativos como este. A tÃtulo de comparação, nos meses de abril, maio e junho de 2005, os investimentos em renda fixa lideraram o ranking de rentabilidade entre diversas aplicações. À época, pesava em favor desta aplicação, a taxa Selic a 19,75% ao ano.
Mas em janeiro, de fato, a crise oriunda da inadimplência das hipotecas de alto risco ganhava magnitude preocupante. Enquanto o presidente norte-americano, George W. Bush, anunciou um plano fiscal de cerca de US$ 150 bilhões para estimular o consumo no paÃs, o Fed reduziu a taxa básica de juro em dois momentos no mesmo mês.
Recuperação
Em fevereiro, no entanto, os esforços das autoridades monetárias e a abrupta redução no juro básico norte-americano surtiram efeito ao aliviarem, de certa forma, a crise de crédito que derrubou os mercados. Resultado: recuperação do Ibovespa.
O que não foi mantido em março. A instabilidade nos mercados de commodities como petróleo e diversos metais voltou a afetar a renda variável brasileira, dada a importância de grandes produtoras destes produtos no Ãndice paulista. Novos indicadores sugerindo fraqueza da economia dos EUA também impactaram no mercado.
EUA e Europa
O pior inÃcio de ano do mercado acionário dos últimos anos não é um privilégio do Brasil. Na Europa, as bolsas da região terminaram este intervalo com o pior desempenho desde 1987 – desvalorização na faixa de 16% do Ãndice Dow Jones Stoxx 600. E nos EUA, foi o perÃodo mais fraco desde o terceiro trimestre de 2002, conforme as perdas de 10% do S&P 500.
Fonte: UOL
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PEQUENO INVESTIDOR TAMBÉM GANHA COM FUSÃO BM&F-BOVESPA
Publicado em por Rafael Seabra em Ações, Economia
A união da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) com a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) deve trazer benefÃcios não só para as duas empresas, mas também para os pequenos investidores. Com a integração das operações nos mercados à vista e de futuros, a tendência é que fique cada vez mais fácil operar, avaliam as corretoras.“Os investidores devem passar a ter acesso, numa única plataforma de negociação, a ações e derivativos. Essa unificação promoveria um melhor entendimento sobre o funcionamento dos mercados, possibilitando aos investidores desenvolver novas estratégias de investimento, inclusive de proteção de sua carteiraâ€, diz o gerente comercial da corretora Ãgora, Hélio Pio.
Por enquanto, Bovespa e BM&F não deram detalhes sobre quais serão as mudanças operacionais provocadas pela fusão. Até que isso seja definido, as corretoras continuam operando com sistemas distintos, um para o mercado de ações da Bovespa, outro para derivativos na BM&F. A expectativa, no entanto, é de que as mudanças comecem a acontecer já nos próximos dois meses.
O lançamento de um home broker unificado, segundo o diretor da corretora Intra, Sérgio Dória, deve atrair ainda mais investidores para o mercado e potencializar as negociações por parte daqueles que já operam. Com a ferramenta em mãos, os próprios investidores devem procurar mais informações sobre como operar. “Além disso, a bolsa deve criar instrumentos para aguçar o interesse da pessoa fÃsica por investimentos em ações e derivativos. Novos produtos para familiarizar o pequeno investidor com esses mercados também podem ser desenvolvidosâ€, diz Dória.
Hoje, as operações de home broker correspondem a 31,15% do total de negócios realizados na Bovespa. Em 2002, essa participação não passava de 10%. O volume negociado mensalmente saltou de 496,6 milhões de reais em dezembro de 2002 para 24,77 bilhões de reais em fevereiro deste ano. Na BM&F, a participação de pessoas fÃsicas ainda é bastante reduzida, embora crescente. Do total de 426,3 milhões de contratos firmados em 2007, apenas 14,1 milhões – o equivalente a 3,3% - foram fechados pelo webtrading, o sistema de negociação pela internet para pessoas fÃsicas da BM&F.
Custos
Outra vantagem que pode surgir da fusão entre as bolsas é a redução nos custos das operações. Bovespa e BM&F já informaram que devem reduzir em 25% suas despesas operacionais até 2010 com a integração de suas atividades. Se isso significar menores custos também para as corretoras, a tendência é que o benefÃcio seja repassado para os investidores.
Fonte: Exame





















