EXPO MONEY 2008 EM RECIFE
Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Dicas |
Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Dicas |
Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Dividendos |
Uma das possíveis estratégias recomendadas a investidores que montam carteiras de ações com horizonte de longo prazo é o foco em papéis que, além de apresentarem fundamentos sólidos, também paguem bons dividendos aos seus acionistas. Se você ainda não sabe o que são dividendos, clique AQUI.
Ao longo do ano de 2007, dentre as ações que compõem o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, dos dez maiores pagadores de proventos, com base no conceito de Dividend Yield, cinco deles são empresas do setor elétrico. O segmento também se destacou quando considerados os papéis que não compõem o benchmark.
Através da estratégia de manter em carteira papéis de boas pagadoras de dividendos, além do ganho que pode vir a ocorrer com a valorização das ações, os acionistas podem se beneficiar também do pagamento de proventos, remunerações que variam de acordo com os lucros registrados e com as deliberações do Conselho Administrativo de cada empresa.
A despeito do pagamento dos proventos depender também da lucratividade, nem sempre empresas que costumam apresentar lucros elevados são as maiores pagadoras em termos relativos. Apesar do montante absoluto dos proventos pagos por empresas como Petrobras e Vale ser elevado, em termos relativos, eles não estão entre os 20 maiores do Ibovespa.
A comparação pelo Dividend Yield (DY), que mede o valor do provento por ação como uma proporção do preço da ação e, portanto, permite comparar empresas de portes distintos, coloca as ações preferenciais da Petrobras na vigésima sétima posição dentre as ações que compõem o Ibovespa, com DY de 3,55% para os últimos 12 meses.
Suas ações ordinárias, por sua vez, têm a trigésima primeira posição neste quesito, já que seu DY é de 3,12%. É importante ressaltar, porém, que esse indicador varia, obviamente, de acordo com o preço da ação e, desta forma, um DY muito reduzido pode estar refletindo também uma ação valorizada. O inverso também é verdadeiro.
Já as ações preferenciais classe A da Vale têm um DY de 1,69%, enquanto que para os papéis ordinários esse indicador é de 1,42%. Dito de outra forma, todos esses valores representam o retorno aos acionistas que ficaram com os papéis por tempo suficiente para receber os proventos pagos, neste caso, 12 meses, sem considerar os ganhos ou perdas provenientes da variação no preço das ações.
Algumas empresas do Ibovespa, porém, registram um DY mais elevado que o CDI, como é o caso dos papéis preferenciais da Transmissão Paulista.
A tabela abaixo lista as dez maiores pagadoras de proventos do Ibovespa no ano, com base no Dividend Yield:
| Empresa | Código | DY* |
| Transmissão Paulista PN | TRPL4 | 14,23% |
| Eletropaulo PNB | ELPL6 | 13,71% |
| Telesp PN | TLPP4 | 10,60% |
| CPFL Energia ON | CPFE3 | 9,63% |
| Souza Cruz ON | CRUZ3 | 9,00% |
| Light ON | LIGT3 | 7,11% |
| Telemar PN | TNLP4 | 7,04% |
| Cemig PN | CMIG4 | 6,97% |
| Brasil Telecom PN | BRTO4 | 6,89% |
| Comgás PNA | CGAS5 | 6,82% |
Fonte: InfoMoney
Publicado por César França na(s) Seção(ões) Sem categoria |
Bom, final de ano, época de festas e de desejar aos amigos e familiares tudo aquilo que vem escrito naqueles cartões de natal pré-fabricados e correntes de e-mails repassadas e repassadas.
Final do ano é época também de retrospectiva 2007, afinal este não foi um ano como outro qualquer… este ano foi um ano pra lá de especial. Foi ano em que você, junto conosco, tomou uma das decisões mais importantes da sua vida: Quero Ficar Rico!
E quando falo em ficar rico, entenda-se financeiramente independente!(..) rico
de dinheiro mesmo (…).
25 de Abril,
2007
Assim demos início ao blog QueroFicarRico, com a proposta de criar um canal de troca de informações e pesquisas sobre métodos e práticas eficientes e eficazes para tornar as pessoas ricas – financeiramente.
A criação do blog coincidiu logo com um dos momentos mais importantes para o mercado financeiro brasileiro: a bolsa de valores de São Paulo batia um recorde histórico atingindo a barreira psicológica dos 50.000 pontos! Naquele momento, ninguém imaginava que ainda este ano ela voltaria a quebrar o próprio recorde por mais 45vezes neste ano…
De lá pra cá discutimos diversos assuntos úteis e inúteis baseados principalmente nos três pilares da educação financeira: economizar, poupar e investir! Coisas que estão presentes no nosso dia-a-dia, aventuras e até coisas para se pensar depois da morte!
Dentre os assuntos, no início tiveram destaque as redes de marketing multinível e as armadilhas e oportunidades das propostas fáceis da Internet (Junho). Logo depois, recebemos alguns e-mails e vimos que o nosso público estava sedento de curiosidade para que nós ajudássemos a traduzir os complexos termos do economicês para linguagem do povão… E assim o fizemos! Falamos de SELIC, Bovespa, Fundos de Renda Fixa, Agronegócio, Responsabilidade Social, Tesouro Direto, Bolsas Mundiais, Imóveis, Imposto de Renda, Franquias e Dividendos além de um panorama geral de investimentos, tarifas bancárias e diversas outras coisas que fazem parte do bê-a-bá do (novo) investidor, que quer encontrar o melhor caminho para conquistar o seu primeiro milhão.
Este ano tivemos acontecimentos importantes, dos quais fizemos a cobertura completa, como a crise imobiliária dos EUA e da novela da CPMF, do início ao fim. Ainda acompanhamos os maiores IPOs da história do Brasil, entre ele os da Bovespa da BM&F, além de outros, como o do Banco do Brasil. Este ano ainda aconteceu a aquisição do Banco Real pelo Santander (inclusive “Bancos” foi um assunto bastante falado esse ano) e a briga de gigantes travada entre a Petrobrás e a Vale para ver quem é a maior empresa do Brasil, enquanto a Petrochina tornava-se a empresa de capital aberto mais valiosa do mundo!
O sucesso do blog foi percebido através do reconhecimento da nossa Planilha de Projeção Financeira, publicada em Maio, a parceria firmada com o JC Online para a produção da coluna “Educação Financeira” em Agosto e a publicação da Calculadora Financeira, em Outubro.
Acima de tudo, falamos de ações, ações, ações, ações, ações, ações, ações, ações, ações e ações! E é lógico, com a consciência de que isso não é uma coisa simples, discutimos também os riscos, erros comuns, e os principais pecados (do mercado de) capitais cometidos por investidores. Acima de tudo, buscamos sempre suprir nossos leitores de informação para combater o medo e a insegurança de tratar o seu dinheiro como um ativo de verdade. O planejamento financeiro esteve sempre presente também.
Entre os assuntos menos técnicos, trouxemos diversas metáforas sobre educação financeira e chegamos até a discutir traços de personalidade de investidores, além de, como não poderia faltar, elas: as fofocas!
Assim encerramos o ano. O resultado disto tudo? Um ano de aprendizados constantes, estabelecimento de novas amizades, parcerias e felizes interações com vocês, nossos leitores – que sem dúvida fizeram este negócio acontecer! Além dos nossos agradecimentos, fica também a certeza de que 2008 também será uma ano cheio de conteúdo, novidades e investimentos rentáveis… Afinal, é pra isso que estamos aqui, não é mesmo?
Feliz ano novo!
Publicado por César França na(s) Seção(ões) Aposentadoria, Dicas, Finanças Pessoais |
Início do ano sempre é tempo de replanejamento pessoal. E final do ano é sempre tempo de reflexão e também das previsões…
Abaixo segue um presente de final de ano do blog QueroFicarRico. Esta é a nossa visão do como é o desenvolvimento da educação financeira de uma pessoa.
Ao ler este post, tente se enquadrar e veja como a nossa previsão pode ajudá-lo a planejar a sua trajetória financeira. É importante dizer que este modelo é um extrato da experiência pessoal individal do escritor somada ao contato de diversas conversas e aconselhamentos profissionais e financeiros realizados antes e durante a existência deste blog.
A percepção que tenho é que estas fases tem marcos claros e importantes na fundamentação da educação financeira de uma pessoa e, por isso, pular alguma destas fases pode trazer distúrbios irrecuperáveis. No entanto, conheço pessoas que passaram por elas não necessariamente na ordem como estão desenhadas abaixo e isso trouxe os mesmos benefícios, porém com um caminho um tanto mais árduo. Este modelo é um primeiro rascunho que pretendemos evoluir para deixá-lo o mais próximo possível da realidade. Assim, esperamos as suas opiniões e sugestões para participar da evolução desta discussão!
Bem, tudo começa na…
Infância
A criança tem muito pouco contato com o dinheiro. Geralmente, após seis ou sete anos, só tem em mãos o dinheiro do lanche da escola, ou uma pequena mesada. Entende que o dinheiro serve pra comprar coisas, e só. Também não sabe como ou quanto o dinheiro chega à sua casa. Não tem necessidade de comprar absolutamente nada. Sente desejo por possuir brinquedos ou coisas que o chamem a atenção. Mas certamente não tem noção de valor ou preço destas coisas. Por isso, tudo aqui é decidido pelos seus pais.
Quando a criança já sente necessidade de comprar coisas para si, já está entrando na…
Adolescência
Geralmente tem contato com mesadas, presentes em dinheiro, premiações ou pequenos negócios com seus amigos (compra/venda/troca de uma coisa qualquer). Poucas vezes tem contato com quantidades maiores de dinheiro, que seus pais lhe confiam para pagar contas. Mas só entende que o dinheiro serve para comprar coisas
Sente muita desejo pelo dinheiro, principalmente para comprar coisas e se manter na moda de acordo com a sua rede social - principalmente de amigos mais próximos. Já tem noção do que é classe social, e (às vezes) de qual é a sua.
Quando o adolescente começa a trabalhar e gerar o seu próprio dinheiro, ele está entrando na…
Juventude Recente
Nesta fase o jovem tem o primeiro contato com a cadeia produtiva que gera o dinheiro. Clientes, trabalho, chefe… e salário no final do mês. Dependendo da sua orientação profissional, o jovem pode traçar diferentes caminhos nesta fase.
Aqui começa agora a sua trajetória profissional. Alguns vivem esta fase com o seu primeiro emprego experimental (como estagiários), outros como emprego ou empreendimento por necessidade, para ajudar na renda familiar. Como fala o dito popular, a pessoa tem tempo e disposição, mas não tem dinheiro para fazer tudo o que quer.
“Opa! O primeiro salário é pra bancar a grade de cerveja na comemoração com os amigos!” Agora, os desejos presentes na adolescência evoluem para artefatos mais caros e valiosos. Os que ajudam com dinheiro em casa, tem poucas oportunidades de comprar coisas supérfluas para si e a diferenciação de classe social é completamente clara agora.Todo o planejamento financeiro do jovem, neste momento, gira em torno da paquera, do namoro e do sexo. Nesta fase o jovem vive a sua primeira experiência do que pode vir a ser a independência financeira. Porém, ainda não vê conexão entre o dinheiro que ganha e a sua condição futura de vida. Para este pessoal, ganhar dinheiro significa “tudo”, mas não se sabe, na maioria dos casos, o que fazer com ele.
Quando o jovem aprende como lidar com o dinheiro é poque já está passando para outra fase. A forma como desenvolveu a sua educação financeira é que vai definir como a viverá a próxima fase.
Juventude madura
Esta é uma fase que pode ser bastante diversificada aqui no Brasil, exatamente porque não temos nenhum tipo de educação formal que fale sobre dinheiro nas grades de ensino público ou privado.
A forma como as pessoas transpassam pelas experiências da “juventude recente” é que vai definir como será a “juventude madura” da pessoa. Nesta fase o contato com o dinheiro já é mais comum do que na juventude recente, espalhando-se agora por diversas contas correntes em diferentes bancos. A atenção do jovem se volta agora vai para cartões de crédito, taxas de juros, fundos de investimento, planos de previdência, consórcios, títulos de capitalização e quem sabe até o mercado financeiro e as temidas ações. É nesta fase que se define se a pessoa viverá ou não dentro da corrida dos ratos ou se desenhará o caminho da sua independência financeira.
Não existe mais o “glamour” que se sentia ao receber o salário ou prolabores.Por isso podemos chamá-la também de “fase das decisões”: onde os empreendedores decidem-se entre erguer o seu império ou manter-se na inércia, para os autônomos é a hora de especializar-se num ramo específico, ou manter a diversidade superficial dos seus serviços para os trabalhadores, a hora é de buscar melhores empregos, posições, formação e traçar o seu plano de carreira E para os investidores é hora de arriscar! Pois sem filhos, esposa, dependentes ou família, o pior prejuízo que se pode ter é ter que começar tudo novamente!
A cultura e a educação a qual estas pessoas tiveram acesso até aqui é o fator que mais pesará para a tomada destas decisões. Mas neste momento apenas as decisões são tomadas. As ações são apenas ensaios. Os planos envolvem geralmente longos prazos e por isso seus efeitos práticos permearão todas as fases seguintes.
Emancipação familiar
Esta é uma fase comum também, que é identificada quando o jovem começa a se responsabilizar pelas suas próprias contas. Telefone, luz, feira, água, gás, prestações, planos de saúde, seguros, etc. Esta é uma fase bem marcante para as pessoas que por algum motivo precisam morar fora da casa dos pais, ou por causa dos estudos ou por trabalho. Mas quem decide por ficar na casa dos pais também vive esta fase, com um pouco menos de ênfase.
Aqui, a sensação que se tem é que sempre há muito mês no final do dinheiro. E aí as contas começam a entrar em conflito com os desejos materiais herdados da juventude recente e travam uma verdadeira guerra pelos últimos centavos da franquia do cartão de crédito!
O mais frequente de se ver, são pessoas que encaram esta fase em paralelo com o…
Casamento
Agora a situação não é mais tão simples! As contas são conjuntas, as rendas são diversificadas, as contas são praticamente dobradas, os desejos de compras e necessidades pessoais tem que ser aglutinadas, e as decisões financeiras da família agora não pode mais ser feito por uma única pessoa. O gerenciamento disso tudo pode levar qualquer um à loucura… ou ao divórcio!
Segundo Cerbasi, no seu livro “Casais inteligentes enriquecem juntos”, praticamente todos os problemas conjugais tem origem no dinheiro. Porém, se o dinheiro não for um assunto presente e distutido no dia-a-dia da casa,
estes problemas acabam gerando culpa sobre diversos aspectos da vida a dois como a toalha molhada em cima da cama, a casa mal varrida e até o desempenho sexual de qualquer um dos dois! Para Cerbasi, o sucesso desta fase nasce com o simples alinhamento dos objetivos financeiros e de vida do casal.
A situação fica um tanto mais complicada quando enfrenta-se um (ou mais) divórcios. Ex-mulheres ou ex-maridos se encaixam na categoria de “contas dificílimas de se gerenciar, e impossíveis de se livrar”. Sem contar que o divórcio pode mandar a pessoa de volta lá pra fase de “juventude recente”, se não tomar os devidos cuidados.
Mas tudo isso acontece porque o principal foco de atenção do casal é um ao outro. Porém isso muda um pouco com a fase seguinte…
Paternidade/maternidade recente
Com a chegada do primogênito(a), as atenções agora mudam. O planejamento financeiro familiar agora prioriza fraldas, mamadeiras e as melhores escolas
Embaralhando um pouco as coisas podemos ver que é possível chegar aqui sem passar por nenhuma das três fases anteriores. E é impressionante como isso é frequente no Brasil.
A questão mais desafiadora desta fase é como observar as necessidades e tomar as decisões corretas para uma criaturinha que ainda não pode fazer isso por si só. Pensar em como oferecer para a criança tudo aquilo que os pais não tiveram acesso em seu tempo também é uma questão que pode gerar muita bagunça no orçamento familiar.
O mais interessante é que toda a noção de valor, poupança, economia e investimento é adquirido pela criança nesta fase. Por isso, os pais agora tem uma influência definitiva sobre a educação financeira dos seus filhos… que estão apenas na “infância” ainda. Lembra dela? Dinheiro agora tornou-se questão de educação.
Aqui também começam a se estabelecer as poupanças para o futuro dos filhos, para a faculdade, para o primeiro carro, etc.Esta fase dura enquanto este primogênito não atinge a sua “adolescência”. Daí, os pais agora passam para a…
Paternidade/maternidade madura
Bom, o contato com as finanças nesta fase também é um pouco diferente das fases anteriores. Agora o foco de atenções deve ser retomado ao casal (caso ainda esteja junto…). Então, apesar de ter um grande responsabilidade sobre o futuro dos filhos, o seu futuro também deve ser priorizado afinal… ele ainda não chegou!
Por vezes, existe a percepção de que tudo dentro de casa é medido em termos de dinheiro. Por isso, nesta fase, a administração financeira da família deve estar completamente resolvida. Aqui, a pessoa terá disposição e dinheiro, mas não terá tempo suficiente para curtir as coisas que não aproveitou na sua juventude.
O emprego dos pais ou o negócio da família também terão uma importância fundamental nesta fase. Uma perda de renda pode alterar significativamente não só o seu futuro como também o dos seus filhos, que agora terão que trabalhar para ajudar com as contas da casa. O ideal é que a sua independência financeira seja conquistada, antes de chegar aqui. Caso contrário, será muito difícil alcançá-las através dos métodos tradicionais (emprego ou trabalho autônomo). E largar tudo, nesta fase, para entrar num novo negócio representa um grande risco que ninguém está disposto a correr!
Neste momento, a percepção que se tem do dinheiro é que ele não é tão importante. O mais importante são os momentos felizes e inesquecíveis proporcionados pela união da família. Mas dependendo da situação financeira da família, o jovem filho pode ser visto como um custo, ou como um investimento. Essa diferença de visão será fundamental na fase seguinte, quando os seus filhos atingem a sua emancipação familiar e você chega na…
Aposentadoria
Bom, em algum momento deveríamos ser capazes de ver todo o benefício ou malefício da carreira financeira que optamos por fazer. O momento é exatamente este.
Algumas pessoas associam a aposentadoria a uma imagem de velhinhos, sem disposição para curtirem o seu tempo e o seu… dinheiro? Que não é suficiente nem para comprar remédios. E acabam sendo sustentados pelos filhos e se sentindo como pesos nas suas vidas. Outras pessoas associam a uma vida de viagens e farturas jamais possíveis durante o período de sua formação ou da formação dos seus filhos, que agora são completamente independentes.
Alguns associam a aposentadoria ao ócio completo. Outros associam à liberdade de se trabalhar com o que se gosta, no momento em que se tem vontade.
Mas independentemente da imagem que se faz da aposentadoria, a percepção que se tem do dinheiro nesta fase é a mesma em todos os casos: que saber administrá-lo é fundamental para criar todas as condições de se viver uma vida feliz. Que o dinheiro não é o que faz uma pessoa feliz, mas saber gerenciar as suas finanças diminui imensamente a sua probabilidade de ser infeliz.
E que no final das contas, ser feliz só depende de você mesmo!
Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Impostos, Renda Fixa |

A junção dos números de inflação e atividade econômica doméstica com a não prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) trouxe aos mercados brasileiros um clima de turbulência e incerteza nos últimos dias, levando os juros prefixados ao maior nível desde março deste ano.
A produção industrial acima do esperado e o PIB (Produto Interno Bruto) surpreendendo positivamente as projeções aumentaram os riscos de pressões de demanda sobre a inflação para 2008. E como se não bastasse a piora de cenário no front doméstico, o ambiente externo coberto por apreensão e volatilidade colaborou com o mau humor dos investidores.
Na expectativa de que nenhum dos três principais motivos que resultaram na alta dos juros prefixados deva se dissipar no curto prazo - os problemas de crédito na esfera internacional, o aumento dos riscos inflacionários e as medidas após o final da CPMF -, a equipe de analistas do HSBC Investimentos acredita que, no atual momento, os fundos de renda fixa aparecem como uma interessante alternativa de investimento.
“Acreditamos que boa parte dessas expectativas já está incorporada nos preços de mercado, e que por isso os prêmios dos títulos longos estão atraentes para os investidores”, diz a equipe de analistas do HSBC em relatório.
A recomendação da instituição passa também pela revisão das projeções para trajetória de preços e juros no próximo ano. Os sinais recentes de maior pressão sobre a inflação levaram o HSBC a elevar suas estimativas para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor - Amplo) em 2007. A nova aposta para a medida oficial da inflação doméstica fica próxima de 4,3% ao final deste ano.
A expectativa do IPCA acima do anteriormente previsto tende a influenciar não só a inflação de 2008, mas também as avaliações para o comportamento de preços no próximo ano. Diante deste novo cenário, o HSBC também revisou sua estimativa para a taxa Selic.
A equipe de analistas da instituição abandonou a aposta de três cortes de 25 pontos-base a partir do terceiro trimestre de 2008, passando a adotar a projeção de manutenção do juro básico ao longo do próximo ano.
Fonte: InfoMoney
Resumo da história: Se os analistas estiverem certos, os títulos públicos voltam a ser uma ótima alternativa para o momento atual de turbulência.
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