Archive for outubro, 2007
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NA PONTA DA LÃNGUA
Publicado em 30.10.2007 por César França em Geral
Frequentemente algumas pessoas me param pelos corredores para perguntar: “E aÃ, como faço pra ficar rico?”. Obviamente, se soubesse uma forma rápida o suficiente para satisfazer as pessoas que perguntam, eu também já seria!
Mas é sempre bom ter uma resposta mais convincente na ponta da lÃngua, como o professor Jorge Fortes – da CTI do Estudante, no video abaixo.
Que pena que a resposta dele não estava exatamente na ponta da lÃngua…
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ENTENDENDO SOBRE FRANQUIAS
Publicado em por Rafael Seabra em Empreendedorismo
Pra quem quer começar a entender sobre franquias e ter acesso a oportunidades nessa área, o site da ABF – Associação Brasileira de Franchising – é um bom começo. Nesse site você encontra guias de todas as áreas de negócio, dicas, notÃcias, estatÃsticas, entre outros.
Por achar o negócio bem interessante, tenho lido algumas colunas sobre franquias e achei uma bem interessante sobre o que vale mais a pena: abrir um negócio do zero ou escolher uma franquia? Apesar de – muito – tendenciosa, dá pra balancear sobre esses dois pontos.
Em resumo, a autora fala que para abrir um negócio do zero, muitos empreendedores recorrem a economias poupadas durante uma vida inteira de trabalho árduo. Partem assim para a sua aventura, levando na mala muita coragem, garra, empreendedorismo e quase nenhum planejamento ou conhecimento sobre o negócio.
Já ao optar por uma franquia, o empreendedor deveria considerar fatores tais como identificação com o negócio, valor total do investimento inicial, retorno sobre o capital investido e, principalmente, idoneidade e know-how da Franqueadora. A opção por uma franquia evita o desgaste emocional e financeiro normalmente impostos a quem opta por desenvolver sozinho o seu negócio. Isso ocorre porque a franqueadora repassa ao franqueado um modelo de negócio já formatado, livre dos erros cometidos em suas unidades piloto.
Deixando a – não menos importante – teoria de lado, vi uns números bem interessantes: enquanto 60% dos novos negócios morrem nos 2 primeiros anos, apenas 12,5% das franquias fecham as portas nesse mesmo perÃodo. Mesmo não sendo um dado decisivo para escolher abrir uma franquia, é algo a se observar com muita atenção. É fato que esses números nos dizem alguma coisa…
Quem estiver interessado em ler o texto completo da coluna, clique aqui.
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O SUCESSO DA BOVESPA HOLDING
Publicado em 29.10.2007 por César França em Ações, Economia
Falávamos de IPO por esses dias, mais ou menos quando a CVM anunciou a aprovação da negociação das ações da empresa “Bovespa” na própria Bovespa… complicado? Nem tanto. A Bovespa era uma associação sem fins lucrativos que decidiu abrir 41% do seu capital e virar uma S/A COM fins lucrativos. A empresa chega ao mercado valendo mais de R$ 16,2 bilhões, superando o valor de mercado da Embraer, Aracruz, Klabin e Gol.
Novidade mesmo, só aqui no Brasil, porque esta já é uma tendência mundial das Bolsas há alguns anos. A Chicago Mercantile Exchange (CME), foi a primeira a se desmutualizar há sete anos, em 13 de novembro de 2000. A Nasdaq e a Bolsa de Nova York, as Bolsas de Londres, de Hong Kong, da Austrália, da Suécia e de Toronto, entre outras, seguiram o mesmo caminho.
*UOL EconomiaNaquela ocasião em que falávamos sobre IPO, dissemos que “um IPO tende a ser lucrativo em curtÃssimo prazo, dependendo da empresa“. Este foi um ótimo exemplo – o melhor da história – no Brasil. As ações da Bovespa foram estimadas inicialmente em R$15,50 e, no momento da abertura, tiveram que ser vendidas a R$23,00 – o máximo que podia.
Na sexta-feira passada – seu primeiro dia de operações – fechou valendo R$34,71 – um rendimento de 52% em um único dia e ainda ajudou o iBovespa a quebrar o quadragésimo recorde no ano. Sozinha, a ação respondeu por metade de todo o volume financeiro do dia.
Mas não foi qualquer um que pôde reservar as ações da Bovespa para o lançamento. Por causa da grande demanda, foi criado um filtro para evitar Flippers e apenas as pessoas com bom histórico de investimentos levaram (será que isso vai virar moda?).
Flipper: investidor especializado em comprar ações no seu IPO e vender rapidamente, adquirindo altos rendimentos através de especulação financeira, e podem ocasionar baixa no preço das ações nos seus primeiros momentos.
O que isso muda de fato para os investidores?
Aparentemente nada além do fato de ter ainda mais informações disponÃveis. A principal fonte de receita da Holding são as taxas de emolumentos, mas elas não devem sofrer aumentos. A estratégia é outra, e está voltada para os seguintes pontos:- Ampliar o número de empresas de capital aberto nacionais e estrangeiros;
- Ampliar o número de investidores individuais e estrangeiros;
- Buscar a diversificação das receitas, gerando novos produtos, comercializando informações e licenciando softwares;
- Ampliar atuação no território nacional;
- Racionalizar os custos e maximizar a alavancagem operacional.
Olhos agora na BM&F, que será a próxima!
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OUTRA DE BANCOS: SEGURANÇA EM CAIXAS ELETRÔNICOS
Publicado em 28.10.2007 por César França em Geral
Na revista de outubro do IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – foi publicado um estudo comparativo sobre a segurança e a usabilidade dos Caixas eletrônicos de bancos. Confira alguns resultados da pesquisa abaixo.
Fonte:
http://www.idec.org.br/rev_idec_texto_impressa.asp?pagina=1&ordem=1&id=729Bancos Avaliados:
ABN, Banco do Brasil, Bradesco, CEF, HSBC, Itaú, Santander e Unibanco
A escolha dos bancos foi feita com base no “Ranking das Instituições mais Reclamadas”, elaborado pelo Banco Central levando em conta as instituições com mais de 1 milhão de clientes. Dentre as 10 com mais reclamações, excluÃmos as que atuam somente em âmbito estadual ou que não fornecem serviço de conta corrente.
*IDECSerá coincidência que os 10 bancos mais reclamados sejam exatamente os 10 maiores do PaÃs? Ou uma coisa teria ligação com a outra?
Os bancos que oferecem os melhores serviços, segundo o resultado da pesquisa, são o Bradesco, a Caixa e o HSBC. O Unibanco foi o menos pontuado entre os oito. Veja o resultado e os critérios nesta tabela.
Enquanto o Senado e Assembléias Legislativas Estaduais se decidem sobre a melhor tipificação ou jurisdição de responsabilidade para crimes do tipo “sequestro-relâmpago”, as dicas do IDEC no final da reportagem são muito úteis para preveni-los. Confira:
- Antes de iniciar a transação, verifique se o equipamento está ativo. Caso esteja inoperante, não insira o seu cartão.
- Ao digitar a senha, mantenha seu corpo próximo à máquina, para evitar que outros possam vê-la ou descobri-la pelo movimento de seus dedos no teclado.
- Sempre que possÃvel, faça seus saques no horário comercial. Em outros horários, prefira locais com grande movimentação, como shoppings, lojas de conveniência, postos de gasolina etc.
- Nunca aceite ou solicite ajuda de estranhos, mesmo que não lhe pareçam suspeitos.
- Em caso de retenção do cartão no caixa automático, aperte a tecla “anula” ou “cancela” e comunique-se imediatamente com o banco. Tente utilizar o telefone da cabine. Fique atento, pois se ele não estiver funcionando, pode se tratar de uma tentativa de golpe. Nesse caso, não aceite ajuda de desconhecidos, mesmo que afirmem trabalhar no banco. Também não digite a senha de seu cartão na máquina.
- Para comunicar-se com o banco, não use aparelhos de telefone de desconhecidos, especialmente os celulares, pois os dados de sua conta e senha ficam registrados.
- Caso precise estacionar o carro na rua e caminhar até o caixa eletrônico, nunca deixe outra pessoa sozinha no veÃculo.
- Tome cuidado com esbarrões, aparentemente acidentais, que o façam temporariamente perder de vista seu cartão. Não saia do caixa antes de se certificar de que o cartão que lhe foi devolvido é realmente o seu.
- Se perceber algo estranho, cancele a transação e deixe o local imediatamente. Vá para um local seguro e chame a polÃcia, caso suspeite de alguma atividade criminosa.
- Não perca tempo. Quando completar a transação, guarde seu cartão e seu dinheiro imediatamente. Confira o dinheiro só quando estiver num local seguro.
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ADEUS BANCO REAL
Publicado em 25.10.2007 por César França em Economia
O grupo ABN AMRO (Holandês) anunciou por esses dias a sua venda a um consórcio formado por três bancos. Entre eles, o Santander (Espanhol), que ficará com o brasileiro Banco Real.
Com uma história de 85 anos no Brasil, o Banco Real estava à venda pelo ABN AMRO desde o inÃcio deste ano.O ABN Amro tem operações em 53 paÃses e valor de mercado de US$ 86 bilhões. Os holandeses compraram o Banco Real em 1998 por US$ 2 bilhões. No final do ano passado, a instituição tinha 31 mil funcionários e 1.095 agências. O lucro lÃquido alcançou R$ 2 bilhões em 2006, uma alta de 43% sobre o ano anterior.
* Portal ExameAgora o grupo Santander, que já era um dos dez maiores bancos do mundo (em patrimônio lÃquido), no Brasil ficaria atrás apenas do Banco do Brasil e do Itaú, considerando seu Ativo Total – que é o que vale pra fazer o ranking no Brasil. Em patrimônio, continuaria em 4o. lugar, atrás também do Bradesco, mas bem pertinho do BB.

O grupo Santander anunciou por esses dias que trabalhará com marca única no Brasil. Ou seja, adeus Banco Real e adeus Banespa. A unificação das marcas está estimada para acontecer dentro de três anos. Enquanto isso nada muda.E os espanhóis já avisaram: o foco deles é quantidade (e não qualidade) de atendimento – igual aos seus principais concorrentes Bradesco e Itaú. Por causa disso estimam perder entre 3% e 5% dos clientes do Banco Real. Quem deve se beneficiar com isso provavelmente é o Unibanco, que deve correr atrás de fusões também.
Alguns analistas dizem que – com a concentração dos bancos – a concorrência tende a diminuir e as tarifas e taxas de juros permanecerão altas e estáveis.
Eu prefiro acreditar na outra tese de que a agressividade dos espanhóis, pela briga do primeiro lugar, vai nos trazer boas propostas.





















