jul
30
2007
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Live Rich, Die Broke

Publicado por César França na(s) Seção(ões) Aposentadoria, Internet |

“Congratulations! You have the freedom to earn and spend your money how you choose.”
Foi isso que o The Die Broke, Live Rich Quiz me falou sobre meu estilo de vida!

Curiosamente estava lendo o blog do amigo John Tong quando ele falou do livro “Die Broke“.
Fiquei curioso e fui procurar na net, acabei encontrando este quiz no site ThirdAge, no meio de assuntos como “Health Alert”, “Managing Menopausa”, “10 tips for a better memory” e até mesmo “Find your Last Love”.

Basicamente o conceito lançado pelo livro se resume em “viva rico e morra quebrado”, ensinando formas de consumir todo o seu dinheiro e os seus bens antes de ir para o além… até a última gota!
Repare que o livro não trata de “live fast die young“… é bem diferente!
Por isso, como coloca muito bem o nosso outro amigo Navarro, é vital não confundir o agora com o “só agora”.

O conceito é surpreendente! “Financial Freedom” é o seu principal valor - que é justamente o que vimos falando neste blog por diversas vezes!

Sinceramente, pelas minhas respotas, acreditei que meu perfil seria “Definitely Not a Die-Broker“. Pra minha surpresa, descobri que sou “A True Die Broker“.

Ficou curioso? Passa lá também pra fazer o teste!

De toda forma, vou procurar o livro. Se for realmente bom, teremos mais posts sobre ele.


jul
23
2007
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Investimento no Agronegócio

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Ações |


Particularmente acho muito interessante as ações no setor do agronegócio, pois é um setor que está crescendo bastante, principalmente na área de combustíveis alternativos, como biodiesel ou álcool. Lendo uma notícia do UOL Economia, me deparei com uma bem legal. De acordo com investidores e analistas, as principais ações desse setor são: Brasil Ecodiesel, Friboi e Cosan.

Como pontos benéficos à Brasil Ecodiesel, é recorrente os analistas lembrarem da posição de destaque no mercado brasileiro de biodiesel, do apelo pela adoção dos combustíveis alternativos, do prognóstico de rápido crescimento setorial e da Lei do Biodiesel, que prevê a adoção do percentual mínimo obrigatório ao óleo diesel mineral de 2% em 2008 e 5% em 2013 (sendo que há rumores de uma antecipação deste percentual para 2010).

Em contrapartida, alguns riscos usualmente são levantados, como, por exemplo, risco de governança - pois o maior acionista é desconhecido -, volatilidade de preços das commodities agrícolas e falta de triggers no curto prazo, dado que grande parcela das vendas de biodiesel de 2007 será entregue no segundo semestre.

Friboi é nada menos que o maior frigorífico de bovinos do mundo, após a aquisição da Swift, e a posição de destaque em seu setor eleva a atratividade dos títulos, sobretudo quando se considera seu desempenho não tão expressivo desde a listagem na Bovespa.

As ações da Cosan apresentam quase a mesma popularidade da Friboi. Além da representatividade da empresa no ramo do açúcar, as boas perspectivas para o segmento de etanol usualmente são lembradas pelos analistas. Entretanto, teme-se um excesso de oferta de açúcar e também de álcool, o que ajuda a explicar a fraca performance dos títulos em 2007.

Mais detalhes e as outras empresas em destaque nessa área podem ser vistos clicando aqui.


jul
19
2007
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Quando escolher álcool ou gasolina em um carro bicombustível?

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Dicas |

Queria começar esse post pedindo desculpas a vocês pela (baixa) quantidade de postagens nesse mês. Até que conseguimos manter uma certa regularidade em junho, mesmo com o nosso mestrado, mas julho foi (bem) mais complicado. Mas vamos ao que interessa!

Fugindo um pouco da linha das minhas postagens, queria compartilhar com vocês uma constatação que tive na semana passada. A maioria das pessoas conhecem a famosa matemática para escolher o combustível a se utilizar em automóveis flex: multiplicar o valor da gasolina por 0,7 e se ficar maior que o do álcool, coloque álcool. Caso contrário, gasolina.

Por muito tempo, só rodei com álcool, pois aqui em Recife essa relação de preço entre gasolina e álcool sempre beneficiou o álcool. Mas resolvi investigar se essa relação era realmente verdadeira (para o caso de meu carro), resolvi calcular o meu próprio fator, ao invés de utilizar o bendito 0,7, fazendo o seguinte procedimento, que transcreverei do Yahoo! Respostas:

Meça a razão de consumo do seu automóvel:

1) Encher o tanque com gasolina - zerar hodômetro
2) Rodar normalmente (pelo menos 200Km)
3) Encher o tanque novamente e anotar:
LG (quantos litros de gasolina pegou)
DG (quantos quilômetros rodou)
4) Calcular consumo usando gasolina:
CG = LG/DG litros de gasolina/Km
5) Repita os passos 1 a 3 substituindo a
gasolina por álcool
6) Calcular consumo usando álcool:
CA = LA/DA litros de álcool/Km
7) Calcule razão de consumo:
RC = CG/CA

Quando for abastecer:
• Tenha à mão o valor de RC (razão de consumo) e uma calculadora
• Calcule o custo corrigido da gasolina:
Custo corrigido da gasolina = RC x Preço da gasolina em R$/litro

Para decidir qual combustível usar, comparar:
• Custo do álcool em R$/litro
• Custo corrigido da gasolina em R$/litro

Abastecer com o combustível cujo custo for MENOR.

Após fazer isso, percebi que é mais vantajoso abastecer meu automóvel com gasolina. Recomendo a todos que tiverem carros flex a fazer esse cálculo, para saber o próprio fator de correção. E qual a lição que tirei disso? Sempre questione o que for tido como verdade absoluta. Certamente você errará na maioria das vezes. Mas terá certeza que aquilo realmente é verdade ou, melhor ainda, descobrirá que não é bem aquilo o que dizem…


jul
08
2007
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Preços do Além

Publicado por César França na(s) Seção(ões) Finanças Pessoais |

Completei na última quarta-feira exatamente duas semanas sem postar…

Isso já é até esperável quando se faz muitas coisas ao mesmo tempo.

Mas resolvi voltar a postar hoje, depois que li [por acaso] uma reportagem numa edição de Junho de 2001 da [extinta] revista Meu Dinheiro.
Daqui pra frente devemos voltar à regularidade.

A reportagem, entitulada “Preços do Além” mostrava os preços [daquela época, é lógico] em média gastos num funeral bem feito: aproximadamente R$8K, incluindo funerária, velório, jazigo, enterro e flores.
Isso mesmo. Por isso, se você pretende ir para o além de uma forma decente, sem dar prezuízo para a sua família, é bom se preparar com antecedência.

Verifiquei os preços atualizados no site da prefeitura de São Paulo, e não são muito diferentes. Confira abaixo:

  • Velório: R$800,00
  • Caixão: R$3.000,00
  • Cremação: R$3.200,00
  • Enfeites e Flores: R$350,00

Isso quer dizer que, se começarmos a juntar R$100,00 por mês [exclusivamente para o velório], temos que torcer para durarmos pelo menos 74 meses [6 anos e 2 meses] vivos!
Via das dúvidas, é melhor durar um pouco mais, por causa da inflação…

Nos preços consultados acima são consideradas os serviços funerários decentes! Se você - ou sua família - não faz questão destas cerimônias todas, qualquer mil conto já resolve todo o problema.

De toda forma, é melhor não pensar nisso agora.
Mas se você não pratica esportes, alimenta-se mal, ingere bebida alcoolica, trabalha, faz mestrado, faz projetos por fora, tem um blog, quer ficar rico, tudo isso ao mesmo tempo, não tenha dúvida que R$100,00/mês pode ser pouco!


jul
03
2007
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Fundos: é na rentabilidade passada que o investidor busca ganhos futuros

Publicado por Rafael Seabra na(s) Seção(ões) Dicas |

Traçando um panorama do perfil dos usuários que aplicam em fundos de investimento, uma enquete realizada pela InfoMoney ao longo da semana passada aponta que a rentabilidade passada como o fator de maior influência na escolha de um fundo de investimento para destinar seus recursos.

Dos 2.022 entrevistados, 627 (31,0%) apontaram esta alternativa como a que mais influencia sua decisão.

Logo em seguida, com 404 votos (ou 20,0% do total), a estratégia de diversificação também aparece como fator decisivo na hora de se decidir em qual fundo de investimento aplicar, mostrando que nem só de rentabilidade passada podem-se esperar ganhos futuros.

O que você leva em conta quando escolhe um fundo de investimentos? Votos Percentual
Rentabilidade passada 627 31,0%
Estratégia de diversificação 404 20,0%
Taxa de administração 233 11,5%
Perfil de risco 169 8,4%
Reputação do gestor 146 7,2%
Outra opção 45 2,2%
Recomendação do gerente do banco 40 2,0%
Valor mínimo de aplicação 33 1,6%
Opinião de amigos 28 1,4%
Não invisto em fundos 297 14,7%
Total 2.022 100%

E vocês, o que levam (ou levariam) em conta para escolher um fundo de investimentos? Deixem suas opiniões!


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